Tag morte

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⁠No fim do final do cansaço: só osso, só resta o pó.

A fruta apodrece; falece a montanha e vai-se ser garfo, cadeira ou suporte. E ninguém permanece

⁠De pressa em pressa,
das humanas pressas,
a morte enche o papo.

⁠A morte é algo necessário para a praga humana não destruir o planeta, sem ela, o mundo seria um caos.

Inserida por yamaooo

⁠Todos os seres vivos já nasceram condenados à morte, e essa condenação não existe Tribunal que revoga.

Inserida por Valdecir

⁠⁠Nós vamos morrer. Então, vamos viver.

Essa é a única certeza que temos desde o dia em que nascemos: a morte. Passamos a maior parte da vida tentando ignorar esse fato. Vivemos como se tivéssemos todo o tempo do mundo, adiando planos, guardando sentimentos, esperando por um momento ideal que pode nunca chegar. Mas a verdade é que o tempo não espera por ninguém. Cada dia que passa é um dia a menos, e no fim, o que realmente importa não é quanto tempo temos, mas o que fazemos com ele.

Então, por que não viver de verdade? Por que não dizer “eu te amo” sem medo? Por que não perdoar e seguir em frente? Por que não tentar algo novo, mudar de rumo, sair da rotina? Passamos tanto tempo presos a preocupações, a problemas que nem sempre importam tanto, que esquecemos de aproveitar o presente. Guardamos palavras para depois, acumulamos ressentimentos, evitamos riscos e deixamos os dias passarem sem propósito. Mas e se não houver depois? E se esse for o único momento que temos?

A vida é feita de escolhas. Podemos escolher viver intensamente ou apenas existir, passar pelos dias no piloto automático, cumprindo obrigações, repetindo padrões, sem jamais nos permitir sentir a verdadeira alegria de estar vivos. Mas será que vale a pena viver assim? Será que, no fim da vida, não vamos nos arrepender mais daquilo que não fizemos do que dos erros que cometemos?

Não sabemos quanto tempo nos resta. Pode ser muito, pode ser pouco, mas independentemente disso, devemos aproveitar cada instante. Viver não significa apenas respirar e sobreviver; significa sentir, experimentar, amar, errar, recomeçar. Significa olhar para trás e saber que aproveitamos cada momento da melhor forma possível.

Então, pare de esperar. O momento certo não existe. A vida acontece agora, neste exato instante. E se há algo que você deseja fazer, faça. Se há algo que precisa ser dito, diga. Se há um sonho guardado, corra atrás dele. Porque, no fim das contas, a única coisa pior do que a morte é perceber que nunca realmente vivemos.

Inserida por sucoespiritual

⁠Te vejo no olhar das seis
sucumbindo
a tudo que tenho
sem ter nada
para conquistar no futuro.
Te vejo no olhar das sete
contando os dias
como se amanhã
estivesse garantida
a existência do futuro.
Te vejo no olhar das oito
porque ainda sou capaz
de me iludir
acreditando que o futuro virá.
Fico cega à espera do futuro.
Futuro não há.

Inserida por pe51

A cada minuto que passa, mais velho fico e mais perto de enfrentar a morte. ⁠

Inserida por andre_feques

⁠A vida é uma morte disfarçada, até que um dia, ao cair do último véu, ela é revelada

Inserida por joaquimcesario

⁠Ao final da vida não importa o que levamos, mas o que deixamos.

⁠Quando o tempo se cansar do meu sabor, ele vai me cuspir da vida

Inserida por joaquimcesario

⁠A primeira vez que um homem receberá flores, será em seu funeral

Inserida por Humanity

⁠Eu aceito correr o risco de ir para o inferno, a ser um falso seguidor que não sabe nem ao certo o que está seguindo.

Inserida por Fanaticooo

⁠A morte física não é o fim. A vida humana é muita valiosa para ter fim. se nascemos, se começamos a existir, é para existir pra sempre. Para que algo começa a existir para não virar nada, pra mim isso não faz sentido nenhum, se não fosse para algum momento não existir nem tínhamos nascidos!!!!

⁠Eu não tenho medo nenhum de morrer. Tenho medo de viver.

Carlos Alberto de Nóbrega

Nota: Entrevista ao programa “Roda Viva”, em julho de 2023.

Inserida por pensador

⁠A incerteza de viver é a certeza de existir.

Inserida por Murilo_Belma_Pereira

⁠Amor Vencido

Vício desse amor? Requinte de ternura
teatral no seio da vida instável,
Gíria fulcral da ânsia inesgotável,
Infâmia surreal ou sensível loucura? 

Energia astral da emoção aceitável
Na mente de desejos, abstrato puro
Da indulgência ou deleite inseguro
Da intuição humana ao inexplicável?

Nobreza plantada no palco da fantasia
Sedutora ou rica colheita da cortesia
Indivisível do ser ao adaptável?

Éteros mortais! O que dirão da antropia
se temem o Obscuro? Quem responderia
À sua dor: ─ A Morte Vence esse amor insaciável??

Inserida por JeaziPinheiro

⁠A minha arte vem da morte e do silêncio 

Inserida por maurawatan

⁠O homem sem Jesus é escravo de Satanás.

Inserida por machaae

⁠Ao encontrar a morte, beije-a e diga "Até Logo"

Inserida por mfarani

⁠Encontros e despedidas 

Eu vou pular você 
Afinal, você não me vê 
Já não estou na frente 
Me encaram com se fosse doente 

Não alcanço sua alma
Ela escapou de mim 
Perdi o juízo e a calma
Minha condição parece sem fim

Hora euforia que beira a loucura 
Momentos de pura doçura 
Perdendo uma luta sem oponente 
Tentando trazer o passado para o presente 

Mas, tudo se foi como pílulas engolidas 
Como vida e morte 
Como encontros que viraram despedidas. 

Inserida por roberto_sides

⁠“A Senhora Morte é como uma “amiga” silenciosa e sinistra que, em alguns momentos parece seduzir o coração assustado e cansado de existir; em outros, revela sua face mais assustadora - a impotência humana diante desse último e definitivo abraço.
E quando ela arranca pessoas amadas da nossa Vida, de repente, sem aviso, sem a preparação dolorosa e lenta, que nos faz saborear seu gosto amargo por longos dias... Como entender isso como um ponto final, se um ponto de interrogação parece rasgar o coração assustado?

Inserida por MiriamMorata

⁠Não teve flores
Não teve velas
Não teve missa
Caixão também...
Foi enterrado
Junto à maré
Por operários
Mesmos do trem...

A flor de orvalho
Pendeu da nuvem
E pelo chão
Despetalou...
O céu ergueu
A hóstia do sol
E o mar em ondas
Se ajoelhou...

Cortejo lindo
Maior não houve
Do que o da morte
Desse amiguinho:
Iam vestidas
Com a lã das nuvens
Todas as almas
Dos carneirinhos!

Os gaturamos
Trinaram hinos
No altar esplêndido
Da madrugada;
E o vento brando
Desfeito em rimas
Foi badalando
Pelas estradas!

Vinicius de Moraes
A arca de Noé. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1993.

Nota: Poema A morte de meu carneirinho.

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Inserida por viviane_1

⁠A morte sempre dá a qualquer um de nós a perspectiva épica da vida.

Fernanda Torres

Nota: Trecho de entrevista para o programa "Roda Viva", em janeiro de 2024.

Inserida por viviane_1

⁠Chorar? Não consigo mais.

Meu rosto permanece impassível.

Em mim, há um grito invisível tentando escapar.
Uma dor implacável buscando cura.
Um vazio desesperado para ser preenchido.

E um desejo insistente de que a morte chegue 
e leve consigo essa sensação de incapacidade.

Inserida por viviane_1