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O ódio nem vestindo a roupa mais elegante da verdade consegue se livrar do fato de que é uma mentira pensar que ele não arranca do peito do homem a felicidade.
O último recurso da mentira é desejar a morte da verdade para substituí-la. Mas mesmo que a verdade seja esmagada, seus fragmentos logo lembraram quem é quem.
Se ela vive numa hipocrisia, logo, precisa todo dia fazer muito esforço para contar uma mentira nova e deve viver aflita pelo medo de não conseguir sustentar tanta farsa.
Nem que a mentira use de todos os seus recursos para obter aliados não conseguirá substituir e manter a verdade presa.
O único remédio que faço uso é laxante vez ou outra. E olha que interessante: quem mente sobre a minha vida evacua até pela boca.
A Maldade Humana e o Poder da Mentira
A mentira seduz, encanta, enfeitiça. Ela se espalha com facilidade porque muitas vezes é mais confortável do que a verdade. O ser humano, ao invés de questionar, prefere acreditar no que lhe convém, no que agrada seus desejos ou reforça seus medos. Mas por quê? Por que é mais fácil aceitar uma mentira bem contada do que encarar a verdade?
Vemos pessoas sustentando falsidades mesmo sabendo que não são reais. Elas ouvem de alguém, repetem e espalham, sem se preocupar com as consequências. A verdade, por outro lado, parece não ter o mesmo apelo. Quando alguém traz uma boa notícia ou compartilha uma felicidade genuína, o mundo muitas vezes reage com desprezo ou indiferença. Mas quando se trata de destruição, fofoca ou ódio, a atenção é imediata.
Existe um prazer perverso na desgraça alheia. Há quem se alimente da infelicidade dos outros, que inveja o sucesso e faz de tudo para derrubá-lo. Essas pessoas não vivem suas próprias vidas, apenas observam e atacam aqueles que brilham. Mas por quê? O que as move? É um caráter doente? É o medo de serem inferiores? Ou é simplesmente uma escolha consciente de seguir o caminho da destruição?
Olhando para a história, percebemos que o mal sempre tenta tomar o controle. Em certos momentos, parece até vencer. Mas a verdade é como azeite sobre a água: sempre vem à tona. A mentira pode correr rápido, mas seu fim é inevitável. No final, aqueles que vivem da maldade acabam sozinhos, infelizes, consumidos pelo próprio veneno.
Então, o que podemos fazer? Nos proteger, seguir em frente e não permitir que a escuridão dos outros nos atinja. O mundo sempre terá aqueles que tentam destruir, mas cabe a nós escolher o lado da verdade, da construção, do bem. Porque, por mais que demore, a verdade sempre vence.
As Lunáticas da Mentira
Vagam soltas, lunáticas da ilusão,
Espalhando mentiras sem compaixão.
Sabem que são falsidade pura,
Mas seguem firmes na criatura escura.
Outras, coitadas, ignorância vestem,
Não veem, não ouvem, apenas infestem.
Ah, se a ignorância fosse muda e cega,
Não feriria, não seria tão brega.
Mas ela sente, e sente com rancor,
Carrega no peito o mais frio terror.
A maldade que nela se esconde e dança,
É o atraso cruel da nossa esperança.
São quase nada, sombras da dor,
Mas o nada, ao menos, tem algum valor.
Elas mentem, ferem, zombam da verdade,
Hipócritas almas sem piedade.
Mal amadas, maldosas, sem raiz,
Vivem do caos, do que não condiz.
Mas a paz, essa luz que não engana,
Vencerá sempre a mentira insana.
Quando não se tem razão, não se pode desperdiçar vocabulário e inventar justificativas vãs, pois isso pode enfraquecer sua credibilidade e tornar seu caráter duvidoso em situações posteriores quando estiver com a certeza do seu lado.
Quando a indiferença escondida é descoberta perante os tropeços da mentira, imediatamente um desequilíbrio no respeito e nas atitudes ante aos indiferentes pode se estabelecer provocando perdas de potência e credibilidade ao seu redor.
Enquanto sua significância é predominante, seu entorno é aglomerado de oportunistas vorazes que te massageiam com elogios conquistadores. Mas, ao menor sinal de insignificância, você se transforma num poderoso repelente de espertalhões.
Diante de situações de desconfiança, o excesso de explicações e contornos por parte de quem tenta se proteger de questionamentos, pode ser um indicativo de desvio de conduta.
A verdade é uma constância,
se viveres o momento
estarás numa mentira.
Então, terás alegria,
mas não serás feliz.
