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Aplique à sua liderança cursos de treinamento, estratégias ou gerenciamento de mudanças, apoio, cooperação e trabalho em equipe, observando os resultados mais positivos pelo que pensamos e acreditamos.
Toda liderança ocupada com seus liderados passa confiança, coragem, ousadia e responsabilidades para que formem um só corpo.
É necessário respeitar às ovelhas em época de pandemia, onde as lideranças obrigam a presença do rebanho, sabendo que parte dela não está vacinada pela sabedoria de Deus, ignorando as leis da OMS.
Ao falar de liderança eclesiástica fixe primeiro seus olhos no rebanho e procure discernir o que as ovelhas precisam ouvir, não o que planejou pregar pela importância do tema; mas, sim, pela necessidade dos seus corações.
Se um obreiro instruir a liderança, com amor e brandura, dá para saber o que acontece com a contenda e com a paciência: dão lugar à Palavra de Deus.
Líderes eficazes, sejam profissionais, sociais ou espirituais, aspiram, planejam e criam uma imagem confiável e otimista de suas visões, de sua missão e de seus propósitos, treinando seus subordinados, amigos da equipe ou de toda a família, utilizando todos os recursos, talentos, habilidades e dons como ferramentas de conquistas, transformando suas aspirações, interesses e esforços em ações, mostrando a todos como buscar conhecimentos, forças, desafios, metas, objetivos e alvos possíveis com a cooperação, a qualidade e a edificação de toda a comunidade, expondo seus objetivos, preparando e trabalhando de antemão em conjunto pelo seu crescimento, desempenho e desenvolvimento como um todo, em prol do sucesso de sua liderança.
As Escrituras chamam de estúpidos todos aqueles que aborrecem as repreeensões da liderança; mas, quando outros de fora chamam a sua atenção para imitarem a liderança de Jesus, que usa de humildade, os benefícios e o vínculo do amor, as oportunidades dos relacionamentos sadios da fé, os valores da sã doutrina, as soluções em prol das necessidades de Suas ovelhas e não atendem aos apelos da Palavra de Deus em santa confrontação, estes são, além de insensatos, maledicentes silenciosos aconchegados aos seus bastidores e aos rodízios da sardinha cristã, oportunistas do rebanho, sim, com certeza, são estúpidos incorrigíveis, ocupando os lugares de quem é grato, humilde, sábio, experiente e amigos do bem, impedindo-lhes de exercerem as suas habilidades e os seus dons, porque gostam de fazer tudo sozinho como se fossem estrelas dos púlpitos.
Pastores, evangelistas, ministros e pregadores ligados às suas próprias congregações, desconhecedores das necessidades de seus membros, visitantes e irmãos de outras igrejas, deveriam conhecer o mínimo de psicologia pastoral, liderança eficaz, comunicação influente e de relacionamentos interpressoais, para falar a linguagem das ovelhas, cuidar do pasto e se empenhar pelo crescimento e pela edificação da igreja; caso contrário, tornará uma igreja-rodoviária, onde muitos passam e vão embora e a maioria fica para tirar proveito do que resta de bom, enquanto durar a situação, esperando nos bancos que o restante da liderança tome uma decisão em relação a tudo o que afeta o seu crescimento.
Sob a direção, treinamento, reconhecimento e apoio de uma forte liderança, não haverá jamais ministérios fracassados e ministros desanimados.
Uma liderança eficaz tem como objetivo atualizar seus conhecimentos, desenvolver suas competências, estratégias, habilidades, técnicas e métodos comportamentais de seus líderes para liderar, administrar e desenvolver seus negócios e projetos com seus colaboradores com diversas organizações, capacitando-os para atingirem o seu crescimento, desenvolvimento, relacionamento e metas de marketing, com o auxílio da metodologia coaching e da psicologia positiva do mercado de marketing, em busca de recursos, das qualidades e do perfil de talentos do seu público-alvo.
A liderança que chama um irmão, convocando outros líderes para estarem presentes, para tratar de um assunto disciplinar, é de fato, estúpida, porque não há um homem sábio entre eles para tratar do assunto sozinho com o imão à luz das Escrituras.
Toda liderança eclesiástica deveriam buscar por mais sabedoria, porque há na igreja muitas cabeças pensantes, observadoras e desejosas de fazerem o bem, conforme o padrão levantado por Jesus Cristo para Seus discípulos.
Quando a liderança falha a igreja sofre e a liderança perde a sua reputação, força e a empatia, porque ignora a sua unidade e o seu crescimento espiritual.
Uma liderança sábia sabe como remediar os problemas de sua própria congregação: ela é interativa, produtiva e ativa no cristianismo.
São verdadeiros os ensinos da liderança para a igreja; porém todos os membros precisam ser afinados com os dons e os serviços do Espírito Santo, quando ouvirem o mestre das Escrituras, apresentando uma verdadeira sintonia espiritual, cujas obras e adoração agradem aos olhos e os ouvidos de Deus.
Ser um líder eficaz e fazer parte da liderança da igreja de Cristo muitos querem; mas, poucos conseguem cumprir os ministérios e permitir que os dons do Espirito Santo ajam sobre o rebanho.
Uma liderança eclesiástica sábia e prática é essencial para gerar o crescimento do corpo, bem como a edificação de seus ministérios, apoiados por homens experientes, com discernimento espiritual, humildade e integridade, proporcionando uma comunicação eficaz, apoio e desenvolvimento da comunidade cristã, treinando e formando novos líderes com suas respectivas equipes, preparadas, capacitadas e firmadas pelos aconselhamentos da Bíblia.
Toda liderança espiritual deve gerar novas vidas, multiplicar famílias e criar ministérios pelo poder da Palavra de Deus para o crescimento e a edificação da igreja.
Nenhuma congregação mantém os homens ocupados e fiéis se a liderança não criar ministérios e treiná-los para as respectivas funções, colaborando com o crescimento, a missão, os propósitos e a edificação da igreja.
Qualquer liderança que pratica a rejeição dos seus eleitos, solta relatórios falsos, ignora e desrespeita os bons costumes da casa do Senhor ou da sã doutrina e ainda tendo discórdias com os irmãos, omitindo-os dos serviços cristãos colherão os frutos amargos de sua ignorância: falta de credibilidade de seus participantes, ministérios fragilizados, abandono de adeptos da verdade e se envergonharão da própria incompetência pública.
Quem ama obedecer às autoridades reconhece que a obediência promove a sua segurança, aumenta a sua sabedoria e se sente feliz por desfrutar de uma liderança que reforça a proteção do bem-estar físico, emocional e espiritual.
A forma de uma liderança para forçar alguns homens da igreja para ocuparem ministérios de último instante, no intuito de garantirem seus interesses, autoridade, privilégios e funções, além dos palcos, púlpitos e microfones públicos, é vergonhosa, deprimente e contrária à sã doutrina, pois ocupam o lugar daqueles que têm dons espirituais, que poderiam ser reconhecidos, treinados e aprovados por Deus, sendo aceitos pela votação da igreja como verdadeiros ministros de Cristo.
