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A liderança que põe acima dos seus interesses administrativos e pessoais os dons espirituais dos irmãos e o poder da Palavra de Deus, permite que qualquer membro possa assistir, participar e ser envolvido em seus trabalhos em prol do crescimento da igreja.
Quem se submeter à soberania de Deus não permite exclusivismo na liderança, mas convida outros para assumirem responsabilidades como os demais.
Liderança ativa é aquela que forma obreiros aprovados e os coloca em pé de igualdade, honrando-os pública e pessoalmente.
Observe três tipos de liderança: uma contém as mesmas pessoas que fazem tudo sozinhas durante anos; outra enxerta novos obreiros só para passarem o recado, a bandeja e seus interesses à frente e a liderança eficaz é aquela que multiplica talentos, forma obreiros aprovados, busca tarefas e alvos para promover o crescimento e a edificação de toda a igreja.
Liderança forte, eficaz e promissora é aquela que, convocando mais obreiros, consegue colocar outros nas mesmas ou maiores tarefas, acreditando nas suas responsabilidades e alvos.
A liderança que valoriza o testemunho de seus membros, certamente já se fortalece naturalmente com o seu evangelismo, cooperando todos igualmente com a missão da igreja.
Nos diretórios acadêmicos universitários as mulheres conseguem fazer tão bem quanto os homens as suas atribuições, porém deveriam obedecer mais a direção e as ordens divinas para não prejudicarem a organização e a liderança masculinas eclesiásticas.
Uma igreja ativa ignora seus líderes passivos e trabalha com uma liderança eficaz, nos padrões do seu grande Líder, Jesus.
Cedo ou tarde, a liderança de obreiros interessados em púlpitos dá sinais de cansaço, perdas e fracasso.
Flagelos da ira divina cairão sobre as cabeças da liderança de ovelhas que tiram proveito do pasto santo, menosprezando o cajado do seu Pastor.
Uma liderança sem tampas é aquela que tem a visão de seu crescimento em grupo e evita um líder tapado, que só abre seus ouvidos para a mediocridade.
Uma liderança mal-resolvida, com assuntos pertinentes somente à construção civil, sítio, mídia e eventos na agenda, o rebanho é vítima do mundo que assola suas famílias, a vizinhança e a sociedade.
A liderança da igreja que nada pesca à sua esquerda é porque a rede ainda não foi lançada à sua direita, onde existe uma grande quantidade de perdidos, esperando ser achados para algum propósito na vida.
Seja guiado pela liderança do Espírito Santo, porque os Seus dons promoverão o crescimento e a edificação do corpo de Cristo.
Se o seu evangelista não tem cara de santo, ore para que ele tenha o coração, segundo Deus e que ele seja um líder ousado, aprovado e eficaz para ajudar a sua liderança.
Um público alvo pode ser incorporado aos aspectos sociais importantes de uma congregação, determinando primeiramente seus alvos, sendo administrado por um grupo de foco que representem os interesses da sua liderança.
Nenhuma liderança permanece muito tempo no poder se os seus aliados são tratados como escravos da mesma.
Liderança eclesiástica é uma combinação de estratégias espirituais para o rebanho, mediante a competência, zelo e fidelidade de seus ministros, onde o pasto é o campo de atuação, crescimento e edificação das ovelhas, sendo conduzidas pessoal e publicamente aos seus ministérios e às suas realizações em família.
Pobre, cega e atrasada é a liderança eclesiástica de homens à frente dos púlpitos de suas congregações, mostrando que eles são os responsáveis pelo rebanho, quando durante anos nada acrescentou às ovelhas, senão perderem a sua confiança, fidelidade e apoio.
A cultura da liderança das igrejas já se misturou com a cultura do povo brasileiro: vai empurrando com a barriga.
Se o ajuste fiscal envolve a necessidade de aprovação de medidas no Congresso Nacional, é necessário também que a liderança da igreja planeje os seus gastos na multiplicação de serviços, obras e dons por meio de ajustes ministeriais, os quais trarão maiores dividendos para cada congregação, sendo aprovados por Deus.
