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Por que indivíduos que nutrem antipatia precisam reencarnar como parentes, como pais e filhos, mães e filhos, ou em outros laços familiares? Qual seria o propósito desse fenômeno? Não seria mais apropriado que essas pessoas se distanciassem? Assim como o amor magnetiza, o ódio também atrai almas. Semelhantes se conectam, mas opostos também se atraem de maneiras distintas. A verdade é que no plano espiritual, o espírito sofre com a presença de ódio. Incapaz de encontrar paz envolto em raiva e ressentimento, ele precisa retornar à vida para transmutar esse ódio em amor, alcançando assim a serenidade. Entretanto, não é necessário que esses espíritos se afeiçoem mutuamente; basta que não vivenciem sentimentos negativos que os causem sofrimento. Se subsistir algum ódio, mágoa ou culpa, é imperativo que voltem para se libertarem dessas emoções. Esse é o objetivo primordial do retorno: libertação. A evolução espiritual é impossível enquanto estiverem aprisionados por sentimentos, crenças ou ódios. Analogamente, um viajante não pode prosseguir se estiver emocionalmente ligado a uma cidade visitada. Se permanece preso, mesmo ao explorar novos lugares, algo o atrairá de volta, e eventualmente terá que regressar para se libertar. A liberação é crucial, pois carregar consigo o apego emocional a uma cidade passada impede o pleno desfrute de outros lugares. Contrariamente, espíritos com laços familiares na Terra não necessitam concordar para se libertarem. Mesmo que um deles evite entendimento, o desejo de paz do outro possibilita a liberdade sem depender do perdão ou compreensão mútua. Todos os espíritos vêm à Terra para emancipar-se da materialidade, sentimentos e pensamentos aprisionadores, buscando a libertação do sofrimento. Não é preciso gostar uns dos outros para atingir essa libertação. Na verdade, a proximidade emocional dificulta a libertação, enquanto a indiferença possibilita a quebra do vínculo kármico e a eliminação do sofrimento.
Feche suas contas com o passado e liberte-se desse prego que te prende a madeira do que não existe mais hoje.
O criador de todas as coisas renasce conosco no hoje.
Vida viva hoje.
Menos Bíblia e mais Biblioteca, se verdadeiramente ,almejar a libertação que o conhecimento favorece...
LIBERTAÇÃO
Quanto a crer, só em Deus! Deste modo podes questionar tudo sem seres condicionado pelos de fora; esse é o melhor caminho para poderes chegar a pensar por ti mesmo na consciência de que só as necessidades te escravizam.
O indivíduo deseja a libertação.
Mas a libertação de quê?
A libertação da dor
de ser um indivíduo.
Nascemos, vivemos e morremos sem saber nada dos mistérios da vida. Talvez, voltemos para aprender ou para ensinar que os sinais simbolizam a nossa libertação.
Vivemos, crescemos e morremos diariamente. Metamorfoseamos à medida que há necessidade e nos desintegramos assim que houver libertação.
A morte assim como vida, é uma breve passagem, um piscar de olhos, uma aventura, um resquício de saudade, uma libertação.
Estou num estágio de libertação inconsciente. Conscientemente me encaixo de alguma forma, em algum lugar, não muito distante.
"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres."
(João 8:36)
Libertação não é conceito, é encontro com o Verbo que vive e age em nós
Felizes os que começam o dia dispostos a aprender a perdoar os outros! Estes, até o fim do dia, são alcançados pela Graça de Aprenderem a se Perdoar.
O deserto é um lugar de encontro consigo e com Deus. Ao encontrar-se com Deus descubro minha própria essência. Sendo este encontro verdadeiro eu descubro o quanto o outro faz parte de mim e o quanto eu sou responsável pelo outro, que Deus se faz presente no outro também, em especial nos que mais sofrem. Então o deserto se torna uma passagem e não moradia, uma passagem para libertação.
Há quem te conheça e pense que te viu nascer,
esquece tua história antes de te conhecer;
Recusa-se a enxergar evolução na tua caminhada,
e tenta te prender nas falhas de uma vida passada.
