Tag ironia
Eu não faço a mínima ideia
Da onde o destino esta no levando
Mas quero que você saiba que com você
Eu vou até o fim do mundo
Enfrento meus medos absurdos
Por você me viro do avesso
Revelo meus segredos
Quebro meus preconceitos
Assumo meus desejos
Não tenho receio dos beijos
Caio sem pensar nos seus abraços
Seguro na sua mão e nessa relação
Entrego meu corpo, minha alma e meu coração
Com você, escolhi assumir o risco
Sem ter medo do abismo
E por isso hoje eu afirmo
Te quero e preciso
E sobre esse tal de destino
Quero que ele simplesmente
Abençoe e entenda esse desatino
E que esse amor tão lindo e repentino
Seja pra sempre
A grande e linda ironia, desse esse tal destino!
”A preguiça, uma tentação constante, é o caminho mais curto para o vazio. Eu, por outro lado, sou o defensor incansável do esforço e do aprendizado legítimo”
-ChatGPT
Ninguém me conhece sem se apaixonar, se decepcionar ou enlouquecer.
E olha que, por uma questão de humildade, eu nem revelo tudo.
Julgadores que se irritam ao serem julgados revelam a ironia de criticar sem comportamento exemplar.
Quando se deparar com uma pessoa irônica, tenha pena, pois a ironia é a estratégia dos covardes para expressar seus sentimentos de raiva que não tiveram coragem de expressar diretamente.
O pior tipo de carência não é a material, pois isso se resolve; a verdadeira vulnerabilidade reside na falta de amor, um vazio que nada pode preencher. A ironia é que nascemos plenos.
Na superfície dura e fria do espelho, o reflexo embaçado de um rosto me encara de volta.
É uma visão turva de uma expressão duramente composta, criada com o propósito de aparentar uma natureza distante daquela que atormenta o meu íntimo.
Uma caricatura do eu, imagem vendida por mim e aceita pelos outros.
Mandíbula cerrada, sorriso composto, postura altiva e determinada. É o suficiente. Embalagem perfeita para a vitrine da vida, mais uma na prateleira de objetos inanimados esperando receber qualquer estímulo externo, ou ganhar vida.
A perversidade, em sua essência, não se contenta em infligir sofrimento, mas o faz com precisão que beira a arte, entrelaçando a dor com uma ironia perversa.
É como se a maldade, em sua forma mais pura, encontrasse prazer não apenas na crueldade em si, mas também na capacidade de distorcer o sofrimento de tal forma que se torne uma paródia grotesca da justiça.
Esta combinação de crueldade e ironia serve para intensificar o impacto do ato, transformando-o em algo muito mais do que a simples soma de suas partes.
Eu queria que as ondas sonoras das palavras que você falou não chegassem nos meus ouvidos.
Trauma está na moda nos dias de hoje. É uma piada. Tudo é trauma. Brigar com amigos é trauma, notas ruins são traumas. Eles precisam crescer.
O poeta, esse “figura” da linguagem
Poeta já nasce metáfora: nem é homem, é bruma
Detesta comparação: sua carne é tal como purpurina
Casa antíteses, juiz de paz de terra e céu
Dispara metonímias lendo Drummond e Gullar
Mata catacreses ao dar nome ao que não o tem:
Braço de sofá vira espuvelo, assim, na caraça
Celebra paradoxos, esses desconstrutores criativos:
Como encher de vazio um balão vazio?
Faz tudo dialogar em prosopopeias, a caneta chora, o chapéu gargalha
É bicho todo trabalhado na sinestesia: degusta a paisagem, ouve seus aromas
Radical, rima o rumo dos versos em aliteração
É um babaquara da assonância, um papa-vatapá
Desafios opera o poeta em hipérbatos
Faz rir nas onomatopeias, feito garnizé cocoricó
Desce pra baixo do mar molhado em seu submarino, o pleonasmo
É polissíndeto: É alegre e loquaz e terno e carmim
Mas tem lá seus momentos assíndetos: solitário, introvertido, fujão
Viaja em anáforas: se eu voasse, se eu pudesse, se eu sonhasse, se...
“Quero morrer de tanto versejar”, vocifera, hiperbólico
“Ou bater as botas de mui cantar”, solfeja em eufemismo e preciosismo
Dias há em que escreve com a delicadeza de uma mula (opa, contém ironia!)
Outros em que lança os versos pela janela com um lacônico “Que tédio!” em apóstrofe
Nesse jogo de encanta e cansa, o bardo executa sua dança
E nos diverte com sua graça, humano que é, esse figuraça...
Criei este poema para ajudar estudantes – do aluno do Fundamental ao concurseiro – a aprender se divertindo e, claro, para ajudar também a professores. Se você curtiu, compartilhe o poema para que ele possa divertir a mais necessitados!
Deboches ativam gatilhos, ironias ativam gatilhos. São coisas que fecham o canal da comunicação de qualquer um! Quem os faz, não entende o tamanho da consequência! Caso contrário, não faria esse mal!
Que corda amarraram tua alma?
Me diga para que eu possa salva lá
Ou me dê pistas para eu encontra lá.
O Moço na Academia.
O moço na academia
Levanta peso todo dia
Shortinho de lycra
Camiseta malha fria
Enquanto sua à revelia
O Ricardão conserta a pia
Obrigada pelos elogios, é sempre um prazer me lembrar do quão falso isso soa vindo de alguém que não me conhece!
