Tag introspecção
(...) Há muitas coisas que tenho curiosidade, porém uma única não me interessa, saber a última vez que farei algo...
Vento, pássaros cantando, brisa do mar, folhas verdes, céu azul e uma janela - janela da alma? vidraça? um simples vão no imaginário?
Cachorro latindo, caminhão passando, coração a pulsar;
Teclas sendo pressionadas, respiração ofegante (ansiedade?);
Pequeno momento de percepção e reflexão na solidão criativa.
(...) O ápice da felicidade está condicionando ao desapego... seja de coisas, objetos ou pessoas... Enquanto você se sentir refém será eternamente infeliz...
(...) Pare de questionar, a vida é benevolente, não o bastante para responder todas as incógnitas...
(...) A liberdade que você tem em viver, não é o suficiente para se achar que é livre... Algo vai te escravizar eternamente...
(...) O maior gigante que você precisa vencer está na sua mente, portanto, vença todas as batalhas, para sair como um guerreiro no mundo externo...
(...) Viagem significa um percurso de um local a um destino relativamente distante. A nossa vida é uma viagem, o que se faz necessário é, ao pegar o caminho verificar a sinalização, em caso de dúvida pare, ela poderá te levar a outro destino. Nem sempre os sinais estão bem definidos...
(...) Ah, deixa eu te falar, parece que antes de virar saudades, o tempo vai morrer... e eu não vou te reencontrar...
"Mergulhe em si. A única verdade que realmente importa é sobre quem você é.
A medida que nos autoconhecemos emergimos, e parte do que somos, ora escondida, pode ser vista, porém não o essencial do ser, este sempre estará submerso. "
Dizem que as redes sociais estragam três coisas: namoro, amizade e humildade.
Mas só destrói namoro fraco, amizade falsa e humildade de quem nunca teve.
A boa música leva a mensagem de paz a todos os cantos do mundo! O homem conectado à natureza, nos eleva aos mais altos padrões de consciência!
Silêncio
Há sabedoria no silêncio das pedras, No murmúrio quieto do rio que passa. Não falam as árvores, e ainda assim conhecem os segredos da terra e do vento.
O silêncio do campo é cheio de respostas, Que as palavras não conseguem dizer. A brisa suave que toca a face, Diz mais do que qualquer voz humana.
Vejo a verdade na luz da manhã, No balançar das folhas ao sol. Tudo fala sem palavras, Tudo responde sem perguntar.
Há um entendimento profundo No simples ato de não falar. O silêncio é a resposta mais pura, Que a natureza nos oferece sem cessar.
Quando me calo, ouço o mundo, E nele encontro a paz que as palavras perdem. No silêncio há uma sabedoria tão profunda, Que transforma o vazio em plenitude.
Aquieto-me na sombra das árvores, E deixo que o silêncio me ensine. Pois há mais verdade na quietude, Do que na língua bífida da humanidade.
Às vezes, no ímpeto de acertar, a alma é um rio que se desvia do seu leito natural, cortando a terra com fúria silenciosa, mas sem perceber que ao querer tanto fazer bem, faz mal. Tentamos, com a pureza de uma estrela solitária, iluminar o caminho dos outros, mas a nossa luz cega, atravessa os olhares e não encontra compreensão.
É no fervor de agradar que nos perdemos, tal como uma flor que se abre demais e se desfaz ao vento. Nossas intenções, como barcos à deriva, colidem com rochedos invisíveis, fazendo-se em pedaços antes de alcançarem a margem desejada. Queremos dar o melhor de nós, mas, em nosso excesso, desajustamos a harmonia do mundo ao nosso redor.
Não lemos os sinais, não escutamos o sussurro das folhas, o chamado dos silêncios. Apressamo-nos, os olhos fixos no horizonte, sem ver o presente que se dissolve como um sonho matinal. Somos egoístas, não por escolha, mas por descuido, pela cegueira do coração que deseja ser amado.
Na ânsia de sermos compreendidos, esquecemo-nos de compreender, de ouvir os murmúrios que nos são destinados. E assim, com as mãos cheias de boas intenções, derrubamos as pontes que queríamos atravessar, ficando, ao final, ilhados na nossa própria solidão.
Inverno é tempo de aconchego, de bons papos, de reflexão, de solidariedade e de introspecção. Tempo de se reconstruir e renascer na primavera!
(...) A empatia é o ápice dos sentimentos, quando torna-se ignorado faz-se necessário repensar nossas relações...
(...) Quiseras eu voltar ao século XIX, e poder adentrar de forma "aliótrica" mas como um ser pensante no mundo dos pensadores tipo Kierkegaard, Dostoyevsky, Sartre e Nietzsche para poder entender o "existencialismo" não como um medíocre em crise existencial, em que encara os obstáculos, distrações, desespero, ansiedade, o absurdo, a alienação e o tédio como os diversos graus que a vida alcança em um estado gratificante baseado no momento que ela constitui, mas baseado em fatores internos e externos que ela chega, incluindo ai as consequências de toda nossa forma de viver...
(...) É bastante razoável questionar porque inúmeras pessoas não conseguem entender as outras, já eu me questiono porque entendo elas ...
Outrora, pensava eu que a linha do tempo seria capaz de descrever, as vitórias e derrotas, alegrias e tristezas, decepções e aventuras... hoje percebo pelo diagnóstico feito pela vida, que o tempo é curto... para achar que o melhor seria o pior, que o pior era apenas um momento de aventura, que a aventura superava as tristezas, derrotas, decepções e que a linha do tempo descrevia tudo...não na verdade... a vida não poupa tempo, "nem perdoa juros e nem dá prazo a gente".
Uma inspiração que tive no bar "Flor do Caribe"
(..) A dosimetria da intensidade nos diálogos interno nos faz ver o mundo, coisas e pessoas de uma forma qustionadora, capaz de nos levar a vôos razantes dentro de nós, moldando um um novo mundo de acordo com o modelo de vida que escolhemos e as circunstâncias atuais...
Nós até podemos ter a mesma esferográfica na mão, semelhante em cor e marca, mas acredito eu que certamente, não escreveremos as mesmas coisas.
