Tag ilusão
Onde houver uma imagem, haverá uma ilusão.
Para cada dia um recomeço.
Para cada passo uma opção.
Em cada anoitecer uma Luz sobre a escuridão....
Para cada manhã o brilho do Sol.
Para cada sorriso uma esperança.
Para cada sonho uma ilusão.
Para cada gesto uma verdade.
Para cada amor um coração...
Às vezes você tenta tudo pela pessoa, só para ela escrever um texto enorme sobre o que ela realmente queria...
Cansei!
De tentar não ser... E de ser e ter que ser.
De uma religião sem Deus, só de homens com critérios mercantis.
Da sociedade sem identidade humana, apenas com mecanismos que determinam cada um sem ser o que se é.
Do ‘outro’, desconhecido, desconhecedor do eu, se não lhe satisfaz ou beneficia.
Se cansa de sonhar... Felicidade, e mais algumas formas de ilusão defendidas como verdade e fonte de vida.
E o amor? Essa carência, fragilidade, necessidade e sentimento de posse? Às vezes inconstante, arriscado feito a caixa de Pandora? (...) Se cansa do imprevisível!
Cansei da mentira! Mas desconheço a verdade e, por isso, a mentira se tornar uma verdade. Ou aceita ou faça sua escolha!
Mas não cansei de Deus, porque é a única certeza que, se for uma verdade inversa, será quando nada mais será pesado... E então terei descansado!
A ilusão é provavelmente a mais sutil de todas as artes. Demanda certa habilidade. Às vezes, uma boa dose de coragem. No fim, os meios não importam. Pois só o resultado importa. E, é claro, a emoção de enganar todos.
Ame de verdade. Dê valor a quem te ama.
Não finja amor, não maltrate coração...
Quem ama também vai embora,
pensar ao contrário, é ilusão.
O que mais machuca é que eu pensava que suas belas palavras, depois de ditas a mim, não seriam mais ditas a ninguém... me enganei.
Quem anda em liberdade vive em simplicidade. Esse sabe que jamais necessitará de castelos e exércitos, não se deixará seduzir pela conquista de reinos, jamais tentará controlar mentes. Liberdade é ser quem é e viver na paz que não se vincula a bons ou maus acontecimentos.
Tempestade dentro de mim
Acordei no meio da noite
pois já não tenho motivos pra sonhar
Fiquei sentada na cama
com pensamentos e ideias me corroendo
Me sinto vazia e desmoronada
Meu pulmão tenta encontrar o ar
mas há uma tempestade dentro de mim.
E o meu corpo se torna o mais frio
que já vi.
Tantas coisas poderiam ter dado certo
Mas quantas coisas fizeram de tudo errado.
Minhas lágrimas lavam meu rosto aturdido
Minhas lágrimas lavam meu coração iludido
Mas não lavam a dor que tenho sentido.
A rua lá fora está um completo silêncio
Mas dentro de mim há diversos barulhos
Vozes e sentimentos que se chocam
E eu, uma garota que só chora.
Quando o amor resolve brincar
as consequências são sempre dolorosas.
Nunca é fácil abandonar um sentimento,
muito menos entender o que se sente por dentro.
Ainda é tarde da noite,
e somente eu estou acordada.
Tentando voltar ao tempo
Tentando esquecer que sou órfã de amor
tentando esquecer a trilha sonora que me aborda
Tentando esquecê-lo.
(...)
Já quiseram me derrubar e olha nós aí
Forte e firme, salve a todos que fortaleceu
Onde nós passa, banguelo põe dentadura pra sorrir
Mas não me iludo com sorriso, eu sou mais eu
Aquela cadeira de balanço
Pra frente e para trás
Esse é seu destino
Sua finalidade
E sempre fará seu papel
Dar conforto aqueles que já se cansaram
Cansaram talvez do que nada fazem
Cansados de nada serem
Buscando o que não existe
Vivendo o inevitável
Uma vida de balanço
Balanço este que não enjoa
E nem para
E nem deve
Pois é sua função
Dar movimento aqueles que mesmo parados
Querem se mover
Movem-se no vazio
Na ilusão do simples ser
Contentam-se nisso
Numa vida de balanço
Só Deus sabe como é bom te olhar e não sentir absolutamente nada. Seria ilusão dizer que foi fácil, mas hoje eu finalmente te enxergo como um desconhecido que precisa de uma evolução espiritual. Só posso olhar o passado e agradecer por ter amadurecido, deixei de aceitar o que não me transborda.
Todos me vêem, todos vêem meu sorriso, e acha que isso é tudo que eu tenho. Mas na verdade eu sou uma máscara, pois por trás de tudo isso existe alguém realmente cansado de viver. Alguém cansado de enfrentar tantas mágoas, alguém que só quer um ponto final. Mas não um ponto final sequencial, mas o final de história. Não quero mais ter que acordar e voltar a me ver assim, tão sozinho, tão triste, embora esse seja realmente a pessoa que eu sou por dentro não quero mais ser assim. Quero ser minha máscara, vestir e ser a minha máscara, sem ser apenas uma ilusão de minha pessoa.
Acho que nosso "amor" nunca existiu foi só uma fantasia que decidimos vestir para participarmos de um Halloween de ilusões sentimentais num dia chuvoso e obscuro, nada comemorativo...
No bloco da folia, haverá sempre um folião te arrastando para o interior da falsa alegria provocada pela ilusão carnavalesca
É injusto que se apeguem a mim, embora o façam com prazer e voluntariamente. Eu iludiria aqueles em quem despertasse desejo, pois não sou o fim de ninguém e não tenho com o que satisfazê-los. Não estou eu pronto a morrer? E, assim, o objeto de apego dessas pessoas logo morrerá. Logo, quando não seria eu culpado por fazer crer numa falsidade, embora eu a adoçasse a acreditasse nela com prazer, e que ela me desse prazer, ainda assim sou culpado de me fazer amar. E, se atraio as pessoas para que se apeguem a mim, devo advertir aqueles que estariam prontos a consentir na mentira de que não devem acreditar, qualquer que seja a vantagem que daí me advenha.
Não corro atrás do meu destino.
Ele caminha comigo, lado a lado, ombro a ombro.
Nunca me abandonou.
Se por vezes encontro a escuridão,
Sei que mais à frente encontrarei a luz.
Se encontrar um abismo,
Sei que logo após haverá uma senda.
Se encontrar espinhos nas matas,
Sei que entre eles estarão as flores.
Não tenho pressa, vou devagar,
Nenhum mistério pode haver na imensidão do mundo ao qual me entreguei,
Porque, se mistérios há, também há porquês, há respostas.
Na pressa, não perceberei o belo cenário que se descortina à minha frente,
ao meu redor, acima do meu olhar.
Não poderei olhar para trás e perceber de onde vim.
Caminho entre a vida e a morte, sabendo que tudo é uma ilusão,
e que nada no mundo é em vão.
Vou em paz na imensidão.
Você não está aqui mais te vejo em cada lugar, você não fala comigo mais converso contigo a todo momento, transformei oque chamam de solidão em uma cópia tão real que as vezes até digo coisas que nunca te disse para que possa ficar mais um pouco, e assim eu me sinta cheio de ti mesmo sem te ter.
E então um dia parou de sentir
De sentir dor
De sentir medo
De se sentir triste
Mas nunca mais soube sentir-se vivo
Shakespeare, em sua obra "hamlet"
perguntou-se em primeira instância:
“Ser, ou não ser? Eis a questão…” Diria então a Shakespeare, que prefiro não ser!
Prefiro apenas estar!
E nesse estado, me fazer independe do sentido.
Logo, não serei...
Não tomarei para mim as dores que assolam o sentido!
Estarei ao meu ver, covarde de ser!
Porém, estarei intrinsecamente humano...
E essa vã escolha, se transformará apenas numa Ilusão futura, do estado que virá...
