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A maior arma que você pode levar para uma luta é o preparo. Os mais preparados são aqueles que vencem as guerras.
A guerra do ego
O Deus sol já deixa escapar fagulhas de seu brilho no horizonte nascente; avisto ao longe nuvens de poeira dourada erguendo-se do solo árido. Tropas se movem ao nosso encontro, confronto! Corvos sobrevoam o espaço do tempo entre a corrida, a batalha e a morte. Lenços nos alpendres pairam ao vento brando de uma manhã dos Alpes, é quase inverno. Quantos são?
Pequenas flores coloridas servirão de tapete para algozes famintos de riqueza e luxúria. Serão envenenados homens de ambição e desprovidos de compaixão. Cansados então, mas motivados pela esperança da paz material e carnal com desafetos ao chão, não há perdão, vai ser o que a natureza provocar em cada um, a luta então!
Financie seu inimigo e lucre oferecendo suprimentos a ele, porém as munições devem ser de festim, as ferramentas atraentes mas frágeis, o alimento saboroso mas pouco nutritivo, isso é literalmente absorver a força do oponente
Muitos nao percebem que Vagalumes no céu encantam mais do que as guerras com suas luzes mortais, pobres são os homens que lutam pelo poder ilusório.
Tá fluindo, Gabigol é artilheiro
Tá tranquilo, segue o líder no Brasileiro
Time tá de parabéns, todo jogo nosso é guerra
O Maraca grita alto: Hoje é festa na favela
Está sofrendo, mas também tá aprendendo, né?
Tá machucando, mas também tá te ensinando, então
Toda promessa tem o tempo de espera
Mas Deus já decretou vitória nessa guerra
Na minha vida sempre foi assim, sempre que eu decido lutar pra conquistar algo, acaba deixando de ser uma luta e começa a ser uma guerra, onde eu tenho que me sacrificar e dar o meu melhor para ter aquilo, já desisti de conquistar muitas coisas por causa disso, já fiquei indignado e perguntando pra Deus o porquê que tudo pra mim é difícil, pq eu tenho que sofrer pra ter isso e aquilo. Até que a maturidade chegou e aprendi que é preciso sofrer e pagar o preço pra saber se é isso mesmo que eu quero, se eu mereço mesmo isso ou mereço algo melhor, e quanto mais eu lutava, quanto mais eu batalhava, mais eu tinha certeza que era aquilo que eu merecia, pq quanto mais você luta pra conquistar aquilo, o valor da sua conquista se torna algo incompreensível, se torna algo que só você sabe o real valor, pq foi você que sofreu e lutou, então quanto mais difícil for mais eu luto, batalho e entro em guerras!
"Eu nasci para sofrer", frase que muitos dizem inclusive eu já cheguei a dizer, mas como as coisas mudam e a maturidade chega, troquei esse "para sofrer" e coloquei " um guerreiro". Eu nasci um guerreiro, nasci para batalhar, nasci para guerrear, nasci para lutar por aquilo que amo e quero conquistar, o sofrimento faz parte da vida de todos, a dor faz parte da vida de todos, mas dizer que nasceu para sofrer é vitimismo e algo ridículo, ninguém nasce para sofrer do mesmo jeito ninguém nasce imune do sofrimento, como diz Charles Bukowski " é preciso morrer, para aprender a viver " você vai sofrer, vai achar que está tudo perdido, que não tem mais jeito, mas simplesmente depois de tudo isso, vem a recompensa, vem a glória, vem a alegria, vem além de tudo o APRENDIZADO, só ganha as melhores recompensas e as premiações mais valiosas, os melhores guerreiros. Mas antes de tudo você irá sofrer e não diga que nasceu para sofrer, pois só não aprende aquele que não sofre, só não ganha, aquele que não luta, só não é exaltado quem não foi humilhado.
Triste, triste. O número diário de assassinatos no Brasil supera o anual de países em guerra. A maioria dos casos ocorre na gramática.
Estamos todos em guerra
Trancados em nossas casas
O vírus se espalha por toda terra
E nos trancados criamos asas
Soltamos então a imaginação
E começamos a escrever poesias
Conectei-me então a uma nação
Todos com as mesmas magias
E começou um bombardeio de poemas
Um tiroteio de pensadores
Uma luta intensa de rimas
Um verdadeiro duelo de escritores
E o que todos queríamos era ser ouvidos
Sonhar e concretizar sonhos
Esquecer um pouco dos gemidos
Dos estrondos causados pelo vírus
Entrando na guerra santa da poesia
Quimera todos sobrevivam
Grito de guerra
Em meio às ruínas, me calo
E os tempos sombrios
Emitem estrondos ofensores.
Fazem de cada pedaço espatifado,
De algo que antes era sadio,
A se tornarem entulhos inferiores.
E como se locomover
Onde o peso parece me vencer,
Em cada fragmento que se perdura?
Tudo parece estar a um passo de morrer,
E o jeito é ver melancolia distorcer
O final que não há mais cura.
Envolvida no temido escuro
Ouço vozes intactas,
Que insistem em constantes sussurros.
Embora soam abafadas
Aquietam o sentimento de apuro,
Vindo de uma canção que promete seguro.
E com o resto de confiança,
A intensidade começa a ecoar
Me recordo das velhas lembranças,
Da glória que sempre buscava em almejar.
Seus ritmos repetidos
Me fazem querer te escutar cada vez mais,
Meu interior abriga seus gritos
E melodias da essência que me satisfaz.
Então seja bem-vinda,
Ó doce e brava sinfonia!
Abale minhas estruturas como quiser,
Afinal, você sempre foi minha.
Me faça pulsar para o renascer,
Assim fortaleço seus hinos de motivação,
Transformo razões em batidas com emoção,
Pois isso é que me fará sentir viva outra vez.
Composições que soam em tons potentes,
Onde acendem o pavio apagado.
Me recupero em faíscas flamejantes,
Provocando um estouro inacreditável.
Aos poucos, reparo os danos quebrados
Combatendo o que não é mais tão implacável.
Ah, meu grito de guerra adormecido,
Que ressurge em agitos independentes.
Te eternizo em meus tempos destruídos,
Para me refazer com suas trovas confiantes.
Salve. Ô, Leônidas, coisa minha aqui. Deixa eu perguntar um negócio pra você: essa guerra aí é contra quantos, hein?
Eu também não sei se dá pra mim não, hein, Leônidas. Que se eu ando com ele e pra ele não dá, já sobrou os dele pra mim, né?
