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Percebeu que somos todos cegos em algum aspecto? A vida nos apresenta desafios, e, como presente, nos concede grandes dons em troca.
Em um local incomum te conheci
Parece que somos tão amigos e ao mesmo tempo tão distantes
Nossos olhares se cruzam fico sem reação
Hipnotizado com a beleza do seu olhar que parece guardar grandes mistérios
Um azul mar pelo qual me encantei
Quando estou ao teu lado travo, fico bobo
Só de estar perto de ti sinto você me invadir
Porque essa sensação, não sei, mas sinto-me como um adolescente
Sei que estou encantado, enfeitiçado por seu olhar
Quero descobrir seus mistérios, te proteger, cuidar de ti
Quero doces beijos na chuva em um verão caloroso
Te mostrar o mundo, ser teu porto seguro
Viver essa paixão e quem sabe despertar o amor...
É mais fácil esquecer e perdoar um desatino grave - mas pontual e episódico - do que os que se mostram recorrentes, numa alternância entre malfeitos e arrependimentos que minam tudo o que antes fazia valer o relacionamento. Enquanto os primeiros o tempo naturalmente se incumbe de apagar, seu transcurso nestes últimos só reforça a certeza de que a única forma de ter a paz de volta é o distanciamento do foco gerador de maneira inadiável, decisiva e irreversível. Como já alertava Oscar Wilde, são os pequenos atos de cada dia que fazem ou desfazem o caráter.
"Os grandes reconhecem-se e respeitam-se entre si. A sua grandiosidade é modelo de constelação.
Os pequenos mordem-se em intrigas e infantilidades que lhe são próprias. A mediocridade é o seu prémio"
Nem sempre
precisamos de grandes
atos.
As vezes,
pequenos gestos já
se transformam
em ações grandiosas.
Temos formado grandes pregadores. Grandes homens de púlpitos, mas pequenos homens de oração. Muitos tem grande talento com a palavra, mas pouco talento com o joelho no chão. A pregação e a oração caminham lado a lado. A oração é o combustível para o movimento da palavra. Para que o púlpito queime com o fogo de Deus, é necessário primeiro, que o coração do homem queime em oração.
Eu não preciso de lugares grandiosos para viver grandes momentos. Apenas alguns grandes amigos e um único grande amor.
Não há fardos demasiadamente grandes para aquele que mantém um estado de espírito positivo e pertinaz.
Têm momentos que o coração é tão ferido,que ele cria barreiras ao seu redor,pelo simples fato de não aguentar mais ser machucado,fazendo com que as pessoas não tenham acesso a ele...
TROPEÇOS
Ó vida bela, ó vida engraçada,
Muita gente querendo ser culta postando frases fragmentadas ...
Trechos de poemas feitos por outros,
Que assim, em pedaços poucos,
Conseguem culpar sempre os outros...
Ó vida bela, ó vida engraçada,
Você é sempre a vitima e nunca a pessoa errada.
Toca a vida sem responsabilidade e quando a vida te cobra, adivinha?!
É sempre a pessoa coitadinha!
Que tal ao invés de apenas copiar parte da criação alheia,
Tirar do seu cérebro a teia e começar a pensar...
Reconhecer onde erras, já será um começo,
Afinal, quem na vida não dá tropeços?...
Tento aqui te alertar,
Para quando voltar a tropicar,
Que não seja o chão mais uma vez o culpado, quiçá seu sapato...
Que seja maduro para admitir,
Que se tivesse prestado atenção ali,
Não seria o chão um vilão!
O chão presta seus serviços parado, calado - somos nós que nos movemos sobre ele - e ainda assim o culpamos quando tropicamos!
E na vida,
Será que quem julgas ter lhe causado a ferida,
Não seja na verdade o remédio?!
Concluindo assim, que embora se julgue como vítima, és a real causadora do seus problemas, que pena!
SEU OLHAR
As cores do azul de quando eu vi já eram nu no seu olhar,
A deflorar...
Meu coração...
Me seduziu experiente e de forma inconsequente,
Como menino abobalhado pus-me a sonhar...
Com seu olhar...
Olhar despido e atrevido,
Andastes por certo perdido,
Mas viestes a me encontrar...
(Instrumental)
As cores do azul de quando eu vi já eram nu no seu olhar,
A deflorar...
Me seduziu experiente e de forma inconsequente,
Como menino abobalhado pus-me a sonhar...
(Instrumental)
O entreaberto dos meus lábios,
Que esboça alegria quem diria?
Tens como chave,
O seu olhar...
E se um dia eu senti dor,
Já me esqueci do dessabor ao encontrar,
O seu olhar...
As cores do azul de quando eu vi já eram nu no seu olhar,
A deflorar...
E quando penso estar sonhando para a minha alegria quem diria?
Ao acordar...
Entre lenções amarrotados,
Disperso e assustado vou ao encontro...
(Instrumental curto)
E o alivio repentino que me gela e traz sorriso,
Só acontece porque encontro...
O seu Olhar...
Obs.: música feita imaginando ser cantada na voz de Caetano Veloso
