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"Um gerenciamento de mudanças eficaz é aquele capaz de enfrentar os maiores desafios, ultrapassar barreiras e vencer dificuldades, tendo nos indicadores de desempenho financeiro e econômico, os recursos assertivos para traçar os melhores caminhos e seguir adiante com mais segurança, eficiência e confiabilidade. São as estratégias gerenciais entrando em ação e fazendo a organização conquistar cada vez mais espaço, utilizando as competências, habilidades e atitudes como referências para o desenvolvimento organizacional, criando planos de ação, construindo projetos e transformando ideias em oportunidades"
ADM. MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO
O risco ocupacional é somente uma carta no baralho do Gerenciamento de Riscos e entender seus impactos combinados é um fator essencial na gestão estratégica de uma organização.
O risco ocupacional é somente uma carta no baralho do Gerenciamento de Riscos e entender os impactos da combinação entre eles é algo essencial para o sucesso de qualquer empreendimento.
Em um processo de Gerenciamento de Riscos é fundamental que a comunicação de riscos seja: aberta, oportuna e precisa em todos os níveis hierárquicos.
Somente teremos resultados relevantes em uma gestão de riscos ocupacionais, quando tivermos sistemas que irão falhar de forma segura.
Quando não gerenciamos nossos pensamentos, inevitavelmente iremos nos submeter ao controle e manipulação de outras pessoas, eventos e ambientes.
Gerenciamento de Riscos não se resume ao simples fato de atender as normas aplicáveis a uma organização. É um processo estruturado de resposta eficaz a cada risco identificado, analisado e avaliado dentro de um sistema produtivo, ambiente ou atividade.
Quando somente um erro humano é capaz de gerar um acidente de trabalho, derrubando todo o seu Gerenciamento de Riscos, então sua estrutura de gestão é falha e se assemelha a um castelo de cartas.
O tempo não é um recurso que pode ser gerenciado, controlado ou alterado, pois ele sempre irá seguir o seu fluxo natural. O que precisamos é aprender a gerenciar nossas vidas de forma a fazer melhor uso do tempo.
A gente só cresce quando cuida de gente! Não adianta tratar seu cliente como rei e seu colaborador como escravo. Cuide bem de seu colaborador e ele cuidará bem do seu cliente.
Com a crescente pressão por parte dos clientes por preços e qualidade, e uma concorrência cada vez mais acirrada, não há mais espaço para modelos tradicionais de gerenciamento nas organizações.
Gerenciar riscos é saber que mais coisas podem acontecer do que realmente irão acontecer. É entender as possibilidades e visualizar histórias alternativas.
Quando falamos que o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais é parte de uma gestão estratégica de uma organização, não estamos falando de uma mudança de cultura, mas da necessidade de uma cultura de mudanças que promova o debate e o aprendizado.
Um acidente de trabalho reflete nossa capacidade de gerenciar riscos. Às vezes, um trabalhador sofre uma lesão, perde a saúde ou até mesmo a vida, apenas para nos mostrar onde estamos falhando no gerenciamento de riscos.
Em um processo de gestão, não se deve ter como objetivo final a celebração dos resultados em si, mas sim os processos que conduziram até os resultados.
O resultado alcançado por uma organização é igual à soma do planejamento eficaz e do empenho na execução.
O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais não é um processo em série ou com elementos atuando de forma isolada e sim um processo multidirecional e interativo.
“Quando o empreendedor estiver pronto, o mentor surgirá. Quando o negócio estiver pronto, o mentor desaparecerá.”
“Fábrica boa é simples, não precisa ser explicada. Se alguém precisa explicar seu funcionamento, já temos um problema. Indústria boa é autoexplicativa.”
“Na inquietude, os indivíduos criam instintos inovadores. Na mesmice, rotinas, ritmo e padrões repetitivos. A combinação e o equilíbrio de ambos resultam no sucesso do negócio.”
“Administrar ou gerir é fácil, difícil são as pessoas, suas culturas, hábitos e costumes. Equilibrar isso em prol de uma estratégia é o desafio do gestor. Afinal, os méritos são do líder, assim como os fracassos. Então, gerir é, antes de tudo, liderar: convencer pessoas a seguir estratégias, com respeito e ética, dentro de uma rotina e em prol de metas e resultados.”
“Qual a consequência de gerenciar rotina? Produto necessário, no momento necessário, em quantidades necessárias.”
“Ninguém na vida sonhou em virar concreto. As pessoas sonham em ser astronauta, bombeiro ou jogador de futebol. Contratamos as pessoas que estão no limite da criminalidade – alguns já cruzaram. Temos o que é de pior na indústria em termos de mão de obra. O que, obrigatoriamente, aumenta nossa responsabilidade.”
