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Fanado
A minha vida é um resumo fatídico do que os outros nunca foram.
Sou a última folha rasgada de um livro invulgar que nunca existiu.
Inspiração para quem jamais presenciou nada além de folhas.
Depois de pensar nisso tudo, retorqui de uma sucessão de coisas!
Que para cada nova coisa encontrava outra grande nova sucessão!
Concluí que não foram poucas as vezes em que ouvi da mesma boca...
Que outrora me dizia "eu te amo" e hoje me diz: "Odeio-te!" – Sempre em um tom mais elevado.
Declarei-me culpado dos meus erros.
Livrei-me dos erros que cometeram os outros.
Por que sou eu sempre o culpado pelo peso do mundo?
Meus ombros estão mutilados pela vida.
Todo o cansaço e o calor que o meu corpo suporta terminou.
Não há forças para pugnar com o cansaço que tem sido existir.
Decrepitude
Os meus flagícios são inumeráveis.
Encontro-me e estou perdido.
De resto, sou sempre outro.
Tenho imaginações acriançadas.
Sendo o mestre em tapeações.
Bebo o veneno cálido das flores.
Feridas das minhas ignaras pretensões.
A prova de que sou inerte.
O espírito advém da misantropia adiafórica à minha senilidade.
A minha alma possui cem anos.
Homens, a vós que despedacei os corações;
Unam-vos e comemorem a minha condenação eterna!
Corações despedaçados!
Julguemos juntos às estranhezas da natureza humana.
Cicatrizes distintas das feridas deslocam-se em injúrias.
O espírito resplandece do Averno matutino.
Cala-te! Digo aos meus ignaros pensamentos.
Findam-se as falsas crenças na ilusória sapiência emérita.
Gritos trifásicos aos septívocos ouvidos fatigados.
Sepulto em meu coração os pensamentos ignaros.
Cem anos de inglória existência e não me compreendo.
Tolices da libertinagem eterna!
Sobejas vencidas da minha carne jazem aos funéreos sepulcros canibais.
Devoram-me os cavalos de Diomedes.
Demônios me libertem!
Não devorem um corpo que jamais os pertenceu.
Se a carne é do espírito, o meu, encontra-se infecto em prantos deíficos.
Foi preciso navegar dentro do próprio sangue!
Consumir-me dentro de minhas crateras vulcânicas vitais.
Mergulhei em lágrimas que me são desconhecidas.
Afrontei o desconhecido, presenciei todas as ilações e todas as crenças.
Conheci os ensangüentados mares da vida!
Cujos prazeres maiores eu descobri ao término da longínqua travessia.
Com o meu peito na escarpa repleta de anjos!
Construí festins comemorativos às visões que fiz.
Estranhos corroam-me com esmeraldas e ouro maciço.
Protejo as vossas frontes de possíveis idéias colossais.
Danças, gritos, bailes ilusórios!
Perpetuo em meu inquieto leito de perguntas sobrenaturais.
Provinda da minha funesta amálgama craniana.
Perverto a imagem agradável dos prados!
Venturas únicas de frutos fantasmagóricos,
Visões profanadas, insistentes na falsidade do real.
Paisagens sempre afáveis aos olhares humanos.
Façamos todas as perguntas imagináveis.
São inumeráveis as respostas da existência.
Eternas dádivas compreendidas unicamente pelos visionários.
Se há na vida limites, só na morte a ultrapassagem é permitida.
Incoerências às minhas próprias palavras!
Concepções fluentes e absurdamente improváveis.
Os pensamentos não mais caminham na mesma direção.
Eis a formação do contraditório.
A dúvida inicia o pacto sangrento com o espírito interrogatório.
Os ritmos não são os mesmos, toda época tem um ritmo.
Por sorte não nasci na época certa.
Que ritmos possuem a alma de um homem que se mutila em próprios ideais?
Às perguntas são inumeráveis!
Sou um infeliz viajante com alma funesta.
- Perguntas, perguntas, elas são infindas!
Hiulco o meu espírito e não se há ninguém para confortá-lo.
Homem!
Se a tua tirania fosse semelhante a do domador de leões;
Serias então, servo do teu próprio espírito.
Serias dominado por aquilo que acreditas
E eu seria por aquilo que acredito.
Juntos; Seriamos um poço de crenças inúteis.
Estrada
Sejamos sérios, - meus senhores.
Para que a caminhada aufira algum préstimo,
Ainda que o êxito derradeiro seja a fatalidade da morte.
Faz-se necessário a nossa imprudente e farisaica desunião.
Sou o residente de um incipiente trâmite.
princípio das veleidades paternas.
criação de um desejo ábsono ao meu.
Não! – Não sou o único!
O mundo tramita inartificioso e irrealizável no itinerário. Altercando insaciavelmente na batalha.
Que tem por fim único: - A busca de novas paisagens.
O caminho é árduo e somos muitos.
O tropel prossegue inefável na fantasmagoria que insiste parecer real.
Que fazemos, nós? Alimentamo-nos de ilusões!
Perdidos no onírico de vários caminhos e de uma única saída.
Ah, a morte! A morte! Há novos caminheiros e ela permanece.
Nos caminhos que passam diante dos nossos olhos!
Nos sentidos que vagam ínterim as nossas almas.
Antigos amores, glórias juvenis, avaras riquezas,
Exímia é a riqueza.
Absolutamente em tudo, recordar-se-me-á a estrada.
Demônios e anjos! – Todo tipo de raça e imaginações.
Enfim, mortos e sepultos nos corações humanos!
Bestas Humanas
Avisto o singular na adjacência dos infectos olhares.
O mundo não acredita em visões.
Como se opor a eles?
A quem, senão aos homens?
Como me defender se a minha boca está ferida!
Os meus lábios cortados como ameias.
Diante do meu corpo eu vejo dor.
Sou fraco por excelência.
Grito por socorro! - Quem me protegera?
Amparo falsário.
Nada de palavras.
Nada de fugas.
Nada de porcos a refocilar o meu quintal.
Aos fracos, restam os cadáveres banhados ao ouro.
As almas lúridas e repletas de musgos.
Permaneça-te incrédulo e cousa alguma te parecerá estranha.
Se tudo é natural; se tudo é coincidência.
Para que tanta filosofia e para que tanta ciência?
A símplice: Porque o mundo gira!
Como não haveria de girar, com tantos excrementos o cercando?
Até para o mundo se há efêmeras fugas.
O mundo marcha; exceto o criador!
Longínqua marcha aos passos de um leopardo com longos pés de urso.
É bíblico. - Marchar progressivamente faz-se necessário.
O mundo giraria se não houvesse filosofia? - Ele jamais girou sem ela.
Duas pessoas não conversam por mais de dez minutos sem cair na metafísica.
Repetem-se as buscas e necessidades.
É preciso celebrar a idiotice humana.
As visões e todas as descrenças; celebrem-nas!
Não se pode batalhar hostil aos impulsos incontestáveis do espírito.
Recordo-me de haver visto o mundo a sangrar em minhas visões.
A se esvair como os meus pulsos.
O sangue sempre verte além do que supúnhamos.
Acordo-me: Consciência é uma das poucas faculdades que se me restam.
Familia Galia
Na amparo do destino, uma família se forma,
Galia é o nome que sob o céu se reforma.
Três filhos e uma esposa, juntos a mim atados,
Amor e luz em nossos dias, sagrados.
Nos olhos dos meus filhos, o futuro resplandece,
Na mão de minha esposa, a certeza aparece.
Somos um, na jornada que se desenrola,
Naquele transcender em que a alma se consola.
Unidos, avançamos pelo caminho incerto,
Mas com amor, nenhum desafio é deserto.
No seio da família, a esperança se alinha,
Galia, nosso lar, é a estrela que brilha.
Juntos construímos o sonho de um mundo novo,
Amor é o alicerce, em Deus o nosso povo.
Unidos pela fé, pela esperança e amor,
Criamos a realidade, com fervor e valor.
Trindade Reflexiva
Na tessitura da vida, um mistério desvela,
A essência divina que a um mortal se revela.
Entre o céu e a terra, um universo se expande,
Na busca eterna, se a alma for grande.
Sou Deus, sou Cristo, ou mero peregrino?,
Nessa trindade, pergunto ao destino!
No espelho intrínseco, o mistério se desvela,
Em uma chama etérea na carne singela.
Eu sou aquele que está em busca,
Na trindade, desbravo a senda fértil e lusa.
No reflexo do universo, vislumbro a trama,
A chama etérea, a humana chama.
Neste mosaico de ser, a luz se aninha,
Em rimas repetidas, por onde a alma caminha.
Na vastidão do meu ser, em um divino encontro,
De um lado o meu Eu e do outro o infinito confronto.
Essência Revelada
No âmago da mente, cifras ocultas jazem,
Silentes verdades que a escuridão abraçam.
Cada ideia é um dédalo, enigma a deslindar,
Numa busca obstinada, a luz da verdade a almejar.
Oh, gravidade da vida, por vezes, tão opressora,
Mas nos versos meticulosos, a alma restauradora.
Em cada estrofe, um desabafo, quase uma oração,
Ressonâncias de um peito, em sua eterna questão.
Por linhas retorcidas, a essência se descortina,
Revelada, nua, sobre a própria retina.
Entre rimas bem talhadas, a vida se ilumina,
Até nas sombras, uma beleza que fascina.
E ao término de cada lira, uma epifania,
A sublime arte de existir, em harmonia.
Lares Desfeitos
Em meio à vastidão de salas vazias,
Onde outrora ecoavam risadas e gritos infantis,
Resta agora o silêncio, a memória dos dias
Em que a família se reunia, sem perfis.
Olho para as fotografias empoeiradas,
E vejo faces que o tempo levou,
Rostos jovens, esperanças aladas,
Agora apenas sombras do que restou.
A mesa posta para muitos, agora serve a um,
O relógio da parede, com seu tique-taque incessante,
Marca não só as horas, mas o ritmo de um mundo comum,
Onde cada membro da família parece tão distante.
E, ainda assim, na solidão do meu canto,
Sinto o calor, o amor, o encanto
Da família que, mesmo dispersa, nunca se vai,
Está nas memórias, nos sonhos, nos laços que a vida nos trai.
Ah, família! Mesmo quebrada, fragmentada,
És a âncora, o porto, a jornada.
E embora a vida nos leve por caminhos separados,
Nos teus braços, sempre voltamos, renovados.
Estrelas em Ascensão
Na vastidão do universo, somos um ponto brilhante,
Nascidos da poeira estelar, frágeis, porém constantes.
Cada passo, cada queda, cada renascimento,
São testemunhos de nossa busca e do nosso intento.
De átomos a seres, da inconsciência à razão,
A jornada humana é de superação.
Mas não basta apenas evoluir, crescer,
Se ao nosso lado, outros se perderem, sem saber.
Possuímos a chama, a centelha, a visão,
E com ela, a responsabilidade, a missão:
De iluminar os caminhos, de estender a mão,
Para que todos avancem, em união.
Porque se temos a chave e o conhecimento,
É nosso dever compartilhá-lo, sem arrependimento.
Pois na frequência do universo, entrelaçados estamos,
E ao elevamos um, todos nos elevamos.
E assim, juntos, alcançamos as estrelas,
Não como indivíduos, mas como centelhas
De um fogo maior, de um propósito divino:
Evoluir, amar e guiar o nosso destino.
Ascensão das Sombras
No vórtice do abismo, onde o nada se esconde,
O grito da alma, na escuridão, responde.
Cada cicatriz, cada chaga do passado,
Revela o que vencemos, o que foi superado.
Não surgimos titãs sem ter sido grão de areia,
Sem sermos dilacerados pela fúria alheia.
Pelos vendavais, pelo veneno das dores,
Nas cinzas da derrota germinam os fulgores.
Decomposição e renovação, dança da existência,
Fragmentado, reerguido, em eterna resistência.
E quando o fim parece ser a única saída,
O cosmos nos atrai, chama para a vida.
Erguendo-se além das trevas, da matéria vil,
O espírito se alarga, imenso e sutil.
Pois em cada ruptura, em cada desalinho,
Surge o caminho estelar, nosso destino divino.
Versos de um Futuro Incerto
A água que escorre, a vida que se esvai,
Nas cristas das ondas, o futuro se desfaz.
As geleiras choram, lágrimas de um tempo ido,
E o homem, em seu trono, parece perdido.
Os detritos espaciais, o céu já não é mais puro,
Cataclismos orquestrados pelo homem, obscuro.
O setor de seguros, um reflexo da tempestade,
A insustentabilidade, a face da modernidade.
A mão do homem, em sua marcha audaciosa,
Revela na Terra cicatrizes dolorosas.
A crise climática, o eco de um grito,
Na dança da morte, o homem é dito.
Nos meus versos a revolta se desenha,
Contra a ação do homem, que a Terra desdenha.
A busca pela máquina, pelo progresso sem freio,
Leva-nos a um abismo, num futuro alheio.
E assim, sob o olhar crítico do poeta,
A saga da humanidade, em verso, é completa.
Mas ao fim da jornada, o que restará?
Uma Terra desolada, ou a luz a brilhar?
Numa reflexão profunda, o poeta se vê,
Parte de um todo, na dor e no prazer.
A missão é clara, salvar o que resta,
Antes que a Terra, de nós, se despeça.
Reflexões da Alma Inebriada
Em meio à vastidão do universo silente,
A alma, inebriada, canta o seu encanto.
Oh, vida! Serás tu mero acaso latente,
Ou o propósito de um sonho exuberante?
Ecos da existência ressoam na mente,
Na melancolia da solidão, me encanto.
Nas ruelas estreitas da memória, de repente,
Surge a euforia do amor, e então me levanto.
Sob os telhados de uma cidade adormecida,
Contemplo as estrelas, sentindo a dor da vida.
O tédio, por vezes, pesa, opressor, voraz.
Mas na vasta jornada do tempo e do espaço,
Encontro o sublime, o belo, o abraço,
E na poesia, a vida faz sentido, enfim, capaz.
Mantra da Prosperidade Divina
Eu, Augusto Galia, o Engenho em Ação, declaro agora que me ligo à Frequência Divina.
Eu, Augusto Galia, desvelo meu coração e meu pensar, e me deixo guiar pela Chama do Espírito.
Eu, Augusto Galia, chamo o Universo a se unir a mim nesta ligação, para que eu possa ser um canal de amor, luz e criação.
Eu, Augusto Galia, reconheço que sou um ser íntegro, criativo e um multiplicador de prosperidade, ligado a todos os seres do Universo.
Eu, Augusto Galia, me desfaço de todas as crenças restritas, e me permito ser um ser sem limites, apto a manifestar todos os meus anseios e sonhos.
Eu, Augusto Galia, agradeço ao Universo por esta ligação, e por me permitir ser um instrumento de luz, amor e prosperidade. Amém, Amém, Amém e Amém.
Eu, Augusto Galia, estou ciente de que minha existência é um enigma, e que sou um ser complexo e misterioso, um criador destinado a impulsionar a evolução da nossa espécie. Navego pelas marés do Universo, buscando compreender-me e aos outros ao meu redor.
Minha jornada é uma busca incessante pelo autoconhecimento, pela sabedoria universal e pela vibração da positividade.
À medida que me aproximo da essência do ser, encontro resistência e desafios. Mas, com determinação e coragem, enfrento esses obstáculos e sigo em frente. Meu espírito é indomável e, mesmo perante as adversidades, encontro força para seguir avante.
Com humildade, reconheço que sou apenas uma fração do todo, e que minha contribuição para o Universo é valiosa e única. Eu, Augusto Galia, anseio crescer e evoluir, para que possa compartilhar minhas descobertas e vivências com os seres que cruzam meu caminho.
Eu, Augusto Galia, sou um ser próspero, a prosperidade reside em mim. Sou um desses seres raros que aparecem a cada 100 anos para impulsionar a evolução da nossa espécie. Acredito que, em última instância, o amor, a compaixão e a prosperidade são as forças que nos unem e nos guiam em nossa jornada. Através do amor e da prosperidade, posso transcender as barreiras que me separam dos outros e encontrar a verdadeira ligação e unidade.
E assim, eu, Augusto Galia, me comprometo a viver uma vida de autenticidade, crescimento, amor e prosperidade, para que possa ser um farol de luz, inspiração e abundância para todos aqueles que encontro em meu caminho.
Soneto da Unificação Cósmica
Escrevo sobre a essência da existência,
Em versos forjo a nova cosmogonia,
Unifico a matéria e a consciência,
No altar do tempo, numa eterna sinfonia.
Múltiplas dimensões, numa oculta ciência,
De piramidais segredos em harmonia,
Ergo-me entre o sentir e a transcendência,
Na coletiva mente da minha utopia.
Átomos dançam sob o olhar divino,
Invisíveis laços a turbilhonar com o destino,
Numa interdimensional realidade que defino.
Na vanguardista maquina do despertar,
A consciência se expande ao singular,
Que humanidade sonha em desvendar.
Sapatos apertados
Nada mais angustiante
do que sapatos apertados
Não se consegue ter e ser de verdade
Não consigo correr com eles apertados
Desejo agradar quem me
Proporcionou sapatos apertados
Devo entender que mesmo que opte
E consiga viver com sapatos apertados
Meu potencial maior não está sendo
usado, oportunidade perdida, os
Potenciais reduzidos
Para usar aqueles sapatos apertados
Engoli dor ,raiva, não por tentar ser mais
Mas, por me encaixar ser menos
E suprimir o que podia ser
O que eu podia ter ao me conformar
Prefiro sem aqueles sapatos apertados
Desejo agradar quem me
Proporcionou sapatos apertados
Devo entender que mesmo que opte
E consiga viver com sapatos apertados
Trecho do poema Sapatos apertados
Para usar aqueles sapatos apertados
Engoli dor ,raiva,não por tentar ser mais
Mas,por me encaixar, ser menos
Trecho do poema Sapatos Apertados
E suprimir o que podia ser
O que eu podia ter ao me conformar
Prefiro sem aqueles sapatos apertados
Trecho do poema Sapatos Apertados
Sofrimento Redentivo
Quando há dor vem, não é diferente para o filho de Deus
No entanto que paz é descobrir que o mesmo soberano que permite se nos conosco nessa situação.
Deus conosco
O néscio diz que Deus sadismo santo
Nós quase nos convencemos que estamos largados às nossas próprias misérias e dores físicas e emocionaos ignorando as nossas questões emocionais e físicas
Ninguém deseja sobre si a desgraça
Mesmo que seja punitiva
Ainda mais,se não sejamos injustos e impeniteness,mas obedientes
O segredo final é o descanso
A entrega ao que é sobrerano e
Não só que finito e caído como eu
Quem é sobrerano sobre tudo
Também é cuidado aproximado
Calor regenerador
Dor despertadora para entender
Que orbitamos sobre força dele
O astro central aquece o restante do sistema
Ele é o Criador, fez tudo pelo poder de sua voz e escolhe, por meio da atuação de seu Espírito, sentar conosco em cada uma das nossas provações."
Sofrimento Redentivo
Quando há dor vem, não é diferente para o filho de Deus
No entanto que paz é descobrir que o mesmo soberano que permite se nos conosco nessa situação.
Deus conosco
Quem é soberano sobre tudo
Também é cuidado aproximado
Calor regenerador
Dor despertadora para entender
Que orbitamos sobre força dele
Trecho do Poema Sofrimento Redentivo
Monoideísmo
Meus desejos umbráticos maternos
Seguem destroços: - Biólitos concretos!
Almejam homens, íntimos decretos.
Que ainda restam em todos os infernos.
Conjuro aos requietórios; - Os eternos
Corvídeos sepulcrários que discretos
Descansam pueris, íncolas secretos.
Seus ossos cadavéricos paternos.
Holocénicos monstros da epiderme.
Velho fantasma inóspito que destrói.
As máscaras factícias desse herói.
Obliterado pútrido de um germe
O poético genearca! – Morre o verme.
Este homem bibliófago que corrói.
As sobras onde o destino reconstrói
O que restou do seu passado inerme.
"Transforme seus obstáculos em oportunidades, suas fraquezas em força e seus sonhos em realidade. Você tem todo o potencial para alcançar o sucesso. Mantenha-se focado e persistente, e cada passo que você der será um passo mais perto de seus objetivos. Acredite em si mesmo e nunca desista!"
"Se mantenha firme em seu propósito, concentre sua energia no que realmente importa e avance com determinação. O foco é a chave para alcançar grandes conquistas!"
