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"Ouve a verdade, ler a verdade, há provas concretas, incisivas e coerentes sobre a verdade, sabe que lá no fundo, a verdade é tudo que está diante de seus olhos, mas PREFEREM acreditar na mentira. Agora entendo, com muita precisão o ditado: 'O pior cego é aquele que não quer enxergar' "...
O esperto diz: "Me dei bem"!
O inteligente diz: "Vou me dar bem"!
O sábio diz: "Vou fazer o bem!"
Percebe a diferença? Pois é. Vendo um monte de gente esperta "se dando bem."
Cuidado, pode acontecer que sua esperteza te leve a um lugar bem longe, e você não "se dê tão bem assim".
"As três Marias"
(Para você)
No meio desta infinidade de constelações, as Marias encontram lugar de destaque.
Não vou falar sobre as estrelas, prefiro falar do mito que as envolve. É sabido que segundo a mitologia, Órion foi um gigante apaixonado que lutou para ter o amor da sua amada, mas foi horrívelmente traído pelo rei que, ao invés de cumprir a promessa, deixou-lhes desolado, De-Sol-(a)-dor.
Perdido em seus pensamentos, cometeu um ato delituso...embriagou-se. O segundo ato condenou-o. Como pode um filho de um deus que foi-lhes dado o poder de andar na superfície dos mares, nas profundezas dos oceanos, mergulhar em uma paixão insana?
Furaram-lhe os olhos, e foi condenado a vagar no submundo dos cegos, indo em busca dos raios do Sol, conselho dos deuses, há Ápolo...
Encontrou a luz, voltou a enxergar. Perdeu porém, sua maior preciosidade, o diretito de amar.
Caçador fugaz, não exitou em recomeçar. Ganhou a admiração de uma deusa, ainda que isso não fosse muita coisa (já que os deuses não morrem). Irmã de um deus, sempre causa problemas. Nem os deuses se entendem, pelo amor de Deus!
Novamente, Órion foi vítima de uma emboscada. Um escorpião gigante, (menor que seu amor), atacou-lhes com grande fúria, a mando de Ápolo que sempre manda...Nesta emboscada, fugiu pelo mar, para o mar, a-mar.
Foi atingido por uma lança, uma lança que tanto ele afiou, sim, Ártemis matou-o com sua própria arma, o dardo do amor.
Desolada, ao vé-lo morto, encontrou um lugar entre as estrelas, de um ponto sombrio no ocenao, tranformou-se numa constelação. Com seu cinto, sua espada, a pele de um leão e um cinto, acompanhado de seu cão Sirius, ele brilha, brilha não por causa de uma deusa, brilha por causa de uma fé, por causa de uma crença, por causa de um amor. Há querida Mérope, quanto mal te fiz, quanto bem me fez. Hoje não sou um, hoje sou três, Três estrelas, Três Marias, iguais, porém diferente. Por um amor lutei, cacei, matei, morri, morri novamente, mas decidi ser eterno. Sou incansável, no meio desta infinidades de estrelas sem nome, me chame do que quiser, tenho título de deusa, mesmo sendo humano, não me chamam maias de homem ou mulher me chamam de Maria, a estrela deus do amor.
Das três, você me guia. Para isso você brilha. O universo é pequeno, por isso está no meio. Das três, sou o centro, as outras são coadjuvantes, as outras são meus sentimentos.
Lembranças de quem fui, de quem sou, de quem serei. No mar morri, no céu viverei...
Põe poesia e ouve o som do nosso amor.
Um brinde depois da conquista, foi um prêmio de valor.
Não sei se comemoro, se rezo ou se oro, uma coisa sei, sempre imploro...
Põe poesia que o dia promete. Entre o nascente e o potente, existe o centro do teu ventre.
Entre vertigens e delírios, sonho acordado...permanentemente...
O Eterno!
Ao que está assentado no trono, e ao Cordeiro, seja o louvor...
"Quem ousa chamar o Eterno para um diálogo?
Quem pode perguntar ao Senhor da sabedoria?
Quem pode responder quando por Ele for arguido?
Um homem ousou chamá-lo para um debate. Um homem que mesmo passando pelo vale da sombra e da morte, o unico medo foi o de ter perdido a presença do Eu Sou...
Não terei esta coragem, mas vou fazer algumas perguntas (diferentes do patriarca).
1° Porquê dentre milhões, escolheu a mim?
2° Porquê, mesmo sabendo que ia Te negar, não recolheu sua Sombra?
3° Porque conhece todas as coisas, e não manifesta Seu furor?
4° Porquê, mesmo sabendo do meu futuro, perdoando meu passado,
não condena meu 'presente'? Será por isso que se chama presente?
Ou porquê o Senhor está Presente? (Deus o sabe)
6° De todos os seres, porquê absolve os maiores devedores, e condenas os mais "justos"? (Deus tá vendo).
7° Diante da calamidade, o Senhor é a resposta. Porque não te buscam na bonança? Será que Mamom tem toda essa autoridade diante dos "poderosos"?
Por favor, oh Eterno, não me respondas!
Sou limitado, lembra?
Diante do Seu silêncio (que é minha resposta), te louvo, porque não enxerga como homem...
Se não tenho coragem para ouvir-Te, terei coragem para fazer minha última pergunta.
8° Até quando, oh Verdadeiro e Santo Dominador, não julgas e vingas o sangue dos inocentes? Isso também faz parte de Seus Eternos propósitos? Duas perguntas, uma resposta: TU SABES, OH ETERNO!"
"Há controvérsias, disse o pregador!"
Diante das controvérsias é bom analisar o fato.
Meu nobre pregador, concordo com sua elevada linha de raciocínio.
Realmente há controvérsias. Mas diante de quais fatos?
Mediante quais circunstâncias?
Sim, a vida é formada de controvérsias.
Você acredita, depois duvida. Aquilo que era certeza, já não tem mais tanta convicção assim.
Falamos, falhamos, acertamos, nos calamos, julgamos, somos julgados, mas quem tem razão no final da história? Quem é o certo? O que é certo?
Há controvérsias quando achamos que estamos analisando todos os pontos de vista. Há controvérsias com nosso ponto de vista.
Há controvérsias concernente ao que pensamos, ao que somos, ou quem somos.
Se o mundo fosse feito de certezas, não existiria a virtude dos questionamentos. Não teríamos ricos debates diante das circunstâncias.
Pois é, quando penso que já vi de tudo, percebo que há controvérsias. Quando penso que já viram tudo, percebo que tambem estão em um círculo de ilusão, onde não vimos, não sabemos, não entendemos.
Não há controvérsias diante da integridade; não há controvérsia diante do caráter, não há controvérsia diante da Verdade, ainda que relativa para alguns, será sempre absoluta para ELE, para nós...
Há controvérsia na precipitação, há controvérsia na confiança exacerbada, há controvérsia no "ser" humano. Sim meu amigo, há controvérsias, mas diante delas, é melhor analisar os fatos!
A ninguém responda precipitadamente...
Contra fatos não há argumentos... Será?
Yo soy el canto de los bohemios
Tropezando por allí, a dos pasos de vuelta aquí.
Yo soy la canción de la lujuria
Un suspiro aquí dos sobre allí secretos.
Yo soy, después de todo, la canción de la soledad
Gritos y gemidos de bohemio loco.
Loco por estar solo y consciente.
A complexidade da vida nos leva a pensar sobre assuntos praticamente sem resposta.
O livre arbítrio é uma doutrina bíblica, e o homem tem "poder" de escolher quais caminhos devem trilhar. Porém, fico pensando: Existe um Que é Excelso e Sublime, que está no controle de todas as coisas...
Tenho domínio sobre "minhas escolhas", mas será que tenho domínio sobre meu futuro?
Para onde vai o sol, quando a noite cai?
Julgamentos, pré-julgamentos, senhores de seus próprios "destinos", me respondam quem é dono de seus pensamentos?
Quem ordena suas emoções?
Quem manda no único "aparelho auditivo" que está oculto na "máquina" mais perfeita e mais complexa do "ser" humano?
Consigo ouvir sua voz. Não sei se me ouves, mas onde digo, para quem digo, da forma que digo, me leva a compreender que não estou falando só...Não estou falando somente com você, nem para você.
Não faço de minhas conversas um monólogo, nem um assunto de questionamentos infundados, ou de perguntas retóricas (talvez sim).
Só existe certeza diante das incertezas...Não respondo pelos meus pensamentos, respondo pelos meus atos; ainda que insuficientes, levando em conta a liberdade "condicional" em que vivo.
A sanidade é uma área de risco, lembrando que a insanidade mental, leva o homem a um aparente desequilíbrio. Aí que mora as questões. Se são os "normais" que praticam anormalidades, porque ser louco é loucura?
Se os atos são minuciosamente pensados, porque os psicopatas "não pensam"?
A única certeza que tenho neste mundo de incertezas e de teorias sem fundamentos nem princípios, é que a Verdade é Absoluta, neste mundo de "Relatividades"...
Eis a pergunta que não quer se calar, feita há séculos por um governador: "O que é a verdade"?
Eu sei a verdade, mas não sou portador da absoluta, logo, simplesmente sei...
Se isso não é relativo, a certeza predomina meu "aparelho auditivo indeciso"...
Sou dono de minhas escolhas...Será?
"Encontros"
Percebi minha infinita distância quando cheguei. Tua presença se ausentou e minha ausência não foi notada. Descobri que estava longe de ti, quando sua casa tornou-se um lugar estranho. Já não sabia mais quem o que buscava. Um estranho falando línguas, que de idioma não entende nada. O vazio é mais cortante que antes do inicio, quando seu reflexo brilhava em meio a escuridão. Sem palavras, não consegui conjugar o Verbo. Sendo um presente abstrato e um único futuro certo. Relembro memórias distantes, de uno e trino, faz-se um cálculo perfeito. Três, nunca foram de fato três, mas um. Perfeição divina!
Aos poucos busco encontrar-te ouço uma voz como de um coro algelical, dois não se faz, quando um é suficiente. A sua que também é minha presença, inunda minha já desgastada alma pelas ondas que bruscamente impulsionam meu corpo para perto do Pai. Não o pai Criador, mas o Pai do Verbo!
A jornada esta próxima do final quando ouço a campainha soar, o silêncio da sua voz me faz entender que estou no lugar certo, mesmo não parecendo. Deixo sua luz dominar meu espírito, tomando um cálice de dor, um pão de dúvidas e uma hóstia de eucaristia que, cá pra nós, nunca foi barata.
Entre palavras e sons, permito encerrar minha carreira e guardar o que dizem ser um dom...
Se estás aqui, não te vejo, mas, minha natureza que vem do terceiro, isto é, Sete, me fala que continuo no lugar certo e que como uma fada azul, vais na mais remota das possibilidades, me encontrar. Quando na verdade, um encontro de três com três. De um com um!
Vinde a mim, e eu vos aliviarei...
Passado "mau dito"
Que passa? Perguntou alguém interessado em minha vida pregressa.
Que passou? Respondi-lhe, tentando corrigir sua malícia!
Bem, passei em sua casa e comi. Saciei minha fome sacrificando quadrúpedes...
Atônito, prosseguiu: Que tomas?
Tomo posse! Falei usando minha espiritualidade mesmo sabendo que sua pergunta tratava-se de bebidas.
Que comes? Perguntou-me.
Como assim? Isso não é de sua conta, nem bancária nem colar que você usa no pescoço, para agradar seus elementares.
Me disseram que ouve vozes, é verdade?
Lógico, falei meio impaciente. Estou ouvindo a sua agora, deixando escapar um sorriso meio torto.
És paciente? Perguntou-me novamente.
Sim, muito! Fui muito bem tratado pelos doutores que queriam me curar.
Tomei drogas, tomei chás, tomo até cálice só para provar que milagres acontecem!
Ouvi dizer que faz tratamento?
Quem disse, falou a verdade. Faço, refaço, disfarço, e ainda passo. Contaram um passado "mau dito", mas, como a história sempre foi um edito, vou contar-lhe a verdade, mesmo sabendo suas intenções, que de longe, não são puras.
Fui, sou e serei um ponto de continuação, uma pedra no sapato, Um laço ruim de desatar, um nó na garganta, um entusiasmo passageiro (usando pleonasmos), um ser cético-espiritual, religioso-racional, aquele vivente imortal, sou invisível, mas real, passo despercebido querendo aparecer, desapercebido, sem interesse em ter, pois, meu ser sempre foi mais importante...
Vou usar meu questionamento.
Quem te enviou?
Há, foi só obra do acaso. Respondeu, a alma generosa.
Então diga ao acaso que meu passado é feito de contos, meu presente, de contatos, meu futuro, de boatos.
Dizem que serei empresário, outros, que serei pastor, ainda outros, um trombadinha que cresceu em favelas e nos becos e que nunca cresceu, de fato!
Eu, porém, vos digo, eu vou ser alguém que vai dividir o oxigênio com todos os seres, da plebe a realeza, do louco ao normal, das plantas ao animal. Do bandido ao policial. Esse gás fétido
que sai de suas narinas. E juntos, vamos tornar ao pó, onde todos um dia nos encontraremos, onde o passado jamais será contado novamente!
Reticências...
"Reter essências". Foi meu primeiro pensamento quando li esta palavra!
Não deixa de ser verdade...
Meu primeiro ponto foi de chegada, mas com um enorme desejo de ter sido um ponto de partida.
Sem noção do que enfrentaria, aceitei minha condição de vida!
Pensei em não pensar. Pensei, porque pensava?
Pensei no primeiro medo, no primeiro passo, nas primeiras emoções que de longe me alcançaram.
A maioria das coisas, dos seres, das histórias partem de um ponto, como dizem "quem conta um conto, sempre aumenta um ponto". No meu caso, fizeram um causo, e aumentaram dois ou três...milhões de defeitos que, por mais esforço que faça, não há jeito, o ponto foi marcado!
No segundo ponto vieram as experiências. Este ponto, eu muito acreditei. Falaram de ponto de luz, ponto de encontro, ponto de vista, mas nesse ínterim, meu maior ponto foi o de saturação. Perdi as contas quantas vezes tive que buscar ajuda para remendar o coração, cheio de pontos partidos.
Como não queria chegar a esse ponto...
O terceiro ponto é o resumo das circunstâncias, onde reter essências tem sido meu forte. Me refiro a um lugar forte, um porto seguro, onde há pontos de embarcação. Talvez meu barco está me aguardando, e como já passei do ponto e o ônibus foi embora, não posso passar da hora e perder mais uma oportunidade de viajar... Já fiz duas ou três viagens, pena que não foi de cruzeiro; na verdade, fui escondido no porão, que, além de fétido, havia combustão, lento como todos os navios cargueiros. Pois é, minha vida também foi uma carga. Mesmo tendo cargos, não observei os encargos que me atribuíam para disfarçar os impostos que me cobravam. Indo direto ao ponto, queria ter mais números que provavelmente terei. No meio desse pequeno infinito, faço o possível para não gastar meu último parágrafo em coisas banais. Desejo reter a essência da vida! (Um, Dois, Três)...
Alunos solicitam mais aulas de espanhol, porque a professora é bonita. A falta da beleza será uma barreira à inteligência? Se os professores forem concursados pela aparência como modelos fotográficos, poucos alunos prosperariam para o magistério. Sou feio, mas não como você!
"Meu Estado!"
Para a medicina: Instável!
Geograficamente, Baiano!
Para a Filosofia: Evolução. Sendo que, não chegarei a lugar algum!
Para a Química: nem sólido, nem líquido, tampouco gasoso. Gélido, petrificado, tóxico!
Para a Religião: Questionável! Nem santo, nem profano; nem deus, nem humano; nem profeta, nem insano (clássico)!
Para você: Evolução!
Para mim: Construção
Meu estado depende do seu ponto de vista e formação. Depende do seu estado de espírito, rs
Meu estado é terminal. Há um término em cada relacionamento probatório!
Estado, o deus dos homens... Meu estado é grave!
Está acentuado!
Coloquei, mesmo sabendo que estava errado. Sem prévio aviso nem um breve consentimento.
No lugar incorreto deu um tom a mais, sem esforço para ferir a gramática que no final, feriu todos.
Um acento, sem lembranças, torna-se um ponto de aposento; o futuro que de longe não é obscuro, aguardava um nome escondido atrás do dicionário, que insistem em chamá-lo de "pai dos burros"...
-Acento agudo? Assenti com a cabeça uma pronúncia que parecia minha sentença.
-Tem certeza que é assim? Perguntou-me o pobre rapaz que é um bom ourives, mas não escreve muito bem!
Sim, e não, respondi-lhe com deboche. Afinal, quem nunca assentou para pensar se o acento estava de fato, no lugar certo?
Não rasura a epígrafe pois é um selo de morte, se em vida ainda com ela tiver, nada vai mudar minha pequena sorte...
Senta e espera com paciência. O acento é agudo, mas a pronuncia é demorada! (...)
"Tratamento"
Tratar é uma palavra abrangente, e meio desconfortável, devo confessar.
Trata-se assuntos, peixes, aves, águas, pessoas...
As vezes no sentido de alimentar-se, outras, no sentido de limpar, purificar, como no caso da água.
Quando o negócio é enfermidade, pensamos: "alguém está precisando de tratamento!"
Mas o que dizer dos tratamentos de respeito, de bons princípios, da regra básica do segundo maior mandamento?
Bem, chego a conclusão que tratamos melhor águas porque é para nosso benefício, senão, quem ousa tomar um gole sabendo que o esgoto não foi devidamente tratado?
Aí vem os tratados que fazemos com os homens, com Deus, conosco, no final viram gotículas que evaporam e logo se vai...
Não me maltrate moço, posso ser sua última gota d'agua em fase de tratamento, pode acrescentar-te mais alguns segundos disto que você chama de vida!
(Rabiscos para a minoria)
"O teste"
O teste que testa minha paciência.
O teste que revela minhas imprudências.
O teste testifica sua influência.
O teste que atesta minha impotência.
O teste que dá testemunho de sua Onipresença.
O teste que culmina com condolências.
O teste de exame de consciência.
O teste que dói a testa por inferência.
O teste do Beta que mostra minha incapacidade de entender a segunda letra do alfabeto grego.
O teste da insanidade mostrando que tudo e todos, do QI a idade, precisa dele para vir a ser, o teste da existência!
O teste da esperança.
O teste da experiência.
O teste de um cálculo perfeito: 1+1= 3
O teste que é meu e seu.
O teste do verdadeiro sentimento
O teste do ser pai, ser mãe, ser pai/mãe.
O teste da fé que dá testemunho do Ser Supremo, que nos dá um atestado de óbito para vivermos eternamente, o novo nascimento.
A vida é um teste, precisamos ser aprovados, ou não...
Refaço mais uma vez, para na menor das possibilidades, você esteja lá, ainda que invisível, mas real em nossas vidas.
O teste do amor!
Te esperamos, Emilly, nosso teste de vida!
Fiz bem!
Não é culpa, é punição.
Não é desculpa, nem encenação.
Não é frescura, tampouco sutura, o que chamam de depressão.
A alma não cura com medicação, o suor não verte se não tiver inerte no jardim da solidão.
Fiz caso do que me chamaram.
Fiz desdém do que acharam.
Fiz graça para os que opinaram.
Fiz música, fiz dança, fiz teatro, fiz lambança numa equivocada esperança que tudo isso seria bom, mas, no final do som, quando cessaram o coro e o tom, percebi perplexo que tudo não passava de uma mera realidade.
De tudo que fiz, juro que me arrependo um pouco, mas, existe algo que não fiz, no meio de um sufoco, entre um suspiro e outro, onde o homem fica louco, e o quarto faz-se tonto, sem direção nem ponto, senti-me um herói por fim, quando apareceu uma flor e baixinho sussurrou: "Isso já passou"!
Despertei-me para a verdade, que não fui só vaidades, nem um criminoso habitual, mas no final da história o que ficou na minha memória foi o que a meiga flor me falou: seu crime foi perdoado, por que seu Advogado lhe mostrou sua isenção!
Não fiz, agora me diz: porque pesa a raiz se a árvore brotou?
"A Seita que dói menos"
Foi difícil aceitar a ideia que toda forma de vínculo nos causa dor.
Em busca de respostas, encontrei mais perguntas: Quem sou? De onde venho? Para onde vou?
A inquieta alma, assombrada pelo único fato inevitável que une todos os seres vivos em um só rebanho de condenados, é atraída pelas propagandas de efeito imediato, como se a eternidade fosse passageira. Paga tudo para ter paz. Vende tudo para obter paz.
Fui padre, fui monge, fui frade, fui conde, fui astrológo, fui teólogo, para tentar encontrar a verdade, fui longe.
Para uns, hóstia; para outros, hospício.
Para eles, solução; para mim, sacrifício.
Entre sorrisos e soluços, busquei quase de bruços, a caridade que me faltava.
No final das contas, ouvi uma senhora em prantos dizer assim: a seita que dói menos, é aquela que não existe no campo do pensamento, onde a imagem não criou.
Sigo, portanto sem sossego, pois entre a coragem e o medo, a resposta que encontrei, de fato não alcancei o que minha alma buscou.
Aceita esta verdade, inquieta alma de vaidades, pois um dia sossegada ficarás.
Como disse: vens novamente, inquietas sombras?
Si usted, no puede usar una hermosa sonrisa, intente por lo menos, poner sobre los ojos, las muchas verdades de la sabiduría.
Flores e eu!
Regando flores artificiais, com águas minerais que nascem na fonte da imaginação...
Flores artificiais não crescem... Também não morrem...
Meu eu vive um dilema, quase um sufocado problema que me faz pensar: A dor de ser eu é amenizada pela alegria de não ser os outros...
Enquanto molho minhas plantas, os outros plantam para não molhar...
Sou um ser social que vive em um mundo virtual, totalmente antisocial. Sem transtornos aparentes, vivo uma vida normal.
Meu eu é uma mistura típica. Tipo comida baiana. De tudo um pouco, do nada, acabo em sufoco. Tenho muito que dizer. Fico triste ao perceber que não sei me expressar.
Um sofrimento latente que alcança os lugares mais impenetráveis, onde minhas plantas crescem, os jardins florescem, e a vida não para. Assim como o tempo. Bem, os dois param... Mas lá não...
A flor artificial parece comigo: Muitos admiram, poucos molham, ninguém planta...
Sem almoço ou janta, vivo a vegetar.
Sinto pena da planta que nem isso faz...
Vou contar um segredo, tenho medo da flor secar, um dia meu eu acordar e não mais conseguir dormir. A flor não está triste, não vive em estado vegetativo. Pobre crisântemo, jamais será natural, sem aromas como as rosas do jardim que desafiam por ser perfumada.
Pra mim, você tem cor, cheiro e sabor. Deixou meu dia mais feliz, ainda que não saiba disso, pois a natureza te negou a raridade de não ser parte da fauna nem flora, porém, quem liga agora. No final, vamos acabar em um lixo por não sermos naturais. As flores e eu...
