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Vindo o ENCCEJA, com que ânimo os outros jovens frequentarão paulatinamente a modalidade regular? E a Educação merecendo o respeito que a sua injustiça conquistou!
Esses favorecidos de notas mínimas, depois de "SISURADOS" para os cursos de licenciaturas de baixa procura se tornam professores! E a educação de mau a pior. Se a qualidade da mesma depender só destes.
Um grande problema é que as pessoas confundem educação com paciência.
A diferença é que a nossa educação acaba com a nossa paciência e a nossa paciência acaba com a educação dos outros.
A gratuidade enfraquece a vontade, porque nivela todos por baixo! A abundância, o excesso, a facilidade, roubam a dignidade, porque tiram o valor das coisas. O governo oferece o estudo gratuito, e isso tira a vontade de estudar. A dificuldade desenvolve tônus no caráter. E como se não bastasse, agora a escola é de tempo integral: o mais educação: mais isso e mais aquilo, exagero! E a EJA e outras modalidades condensadas privam os jovens da espera, treinado-os para a impaciência.
A Educação escolar vai mal justamente porque aqueles que se vestem de sábios acabam se cristalizado em caduquices.
Enquanto nao sairmos das aparências sem medo de errar , nunca chegaremos ás essências. Prefiro ser condenado ppr buscar a segunda opção do que viver na mediocridade.
Como seria bom se os profissionais da educação estivessem interessados realmente em serem como tais. Mas em um mundo de cegos quem tem um olho acaba sendo rei.
Quem pensa que educar filho e esperar que o tempo ensine. Vai morrer vendo seu filho ser mais um irresponsável!!!
E tudo de ruim na educação e por tudo que não deu certo, a culpa é imputada ao professor que está em regência na sala de aula sempre lendo na cartilha dos coordenadores!
Uma das grandes chaves em ser professor está em mostrar para o aluno aquilo que ele já é e ainda não sabe, ainda não viu e não acredita ser.
Regozijo-me pelo que tive na infância: educação familiar e escolar. Entristeço-me ao ver a banalização da educação brasileira, visto que a educação é o sustentáculo de uma nação
Todo mundo fala, alguns escutam e poucos realmente se comunicam.
Falar é prata, ouvir é ouro, mas saber como utilizar a fala e a audição da forma certa é a grande fortuna.
No mundo dominado pelo ego, a educação ensinada as nossas crianças servem apenas para a vida no mundo exterior. O mundo interior, o mais importante, fica totalmente ignorado.
Assim, fica difícil crer na escola como a salvadora da sociedade com a educação de seu umbigo. Bons alunos da escola sistematizada são fracos o bastante, comparados com os alunos da escola da vida rotativa.
Em um lugar como o Brasil de precariedade e falta de vontade politica nos investimentos para com a educação, a arte e a cultura. É imperativo que se a população não vai aos museus, a arte e a cultura deve ir as ruas. Com ações simples e de baixo custo operacional, pode se espalhar em eventos públicos, praças e logradouros de grande passagem e movimento cotidiano, imagens digitalizadas de obras celebres da arte nacional brasileira que se encontram engessadas nas instituições .Dentro da nova economia e industrias criativas é importante levar de forma fácil a arte e a cultura a população simples, democratizar verdadeiramente a arte em seu vigor. Que o homem comum o trabalhador possa ver que a arte de sua nação espelha grande parte de suas emoções, sonhos, realidades e sentimentos.Por meio deste projeto ideia eu já vinha propondo a democratização da arte junto a RioArte na década de 1970, dentro dos projetos de arte publica para a cidade do Rio de Janeiro junto ao saudoso amigo Gerardo de Mello Mourão, mas na época a vontade politica não alcançou a força do projeto e da valorização de nossa identidade. Mas ainda o projeto vivo, sei que dias melhores virão, na mão certa da arte, da cultura e da educação.
Mesmo depois do Brasil chegar ao triste patamar de primeiro lugar de maior consumo de crack do mundo, as politicas publicas de educação, segurança e saúde publicas não avançaram por falta de especializações e vontade politica. Inquestionável, o que venho proclamando a vários anos, e é vergonhosa a falta de iniciativa das governanças para a fundação estaduais e nacional de um Centro Nacional de Referencia de Tóxicos, um local especial de estudo, catalogação, mapeamento, pesquisa e gerencia para o combate ao uso das drogas, e das substancias químicas, como também um centro de informações tecno-cientificas medico-farmacológico para guiar o pronto atediamento na rede publica e privada nacional nos vários setores da saúde. Assim como a criação de programas para diminuição e combate do uso, consumo em ações sócio-educativas de saúde e segurança para o setor. Um inimigo social que se agiganta rapidamente em tristes e alarmantes patamares. E o Brasil ensurdecido todos este anos, sem querer ver e saber, não entendendo que a pior da luta é quando se combate um inimigo que não se conhece.
