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Todos temos problemas, a vida é composta com vários problemas, tendo que solucionar.
O nosso dia a dia ultrapassamos várias barreiras e etapas.
O problema é consentido quando vivido, no seu todo.
Há problemas que se resolvem, com facilidade, os difíceis também se resolvem.
Os impossíveis levam mais tempo, mas o tempo os resolve.
A solução do problema está dentro de cada um de nós.
Exercendo força e boa vontade, nossa mente acaba por se abstrair e construir outros universos percorrendo, por outros locais, trocando outras energias que canalizam a confiança em nós e no que está para vir.
Por muito teneo o caminho a sempre esperança e nessa virtude devemos nos reunir e subir a montanha em passos largos, para chegar o mais rápido possível, não dormir, para não se perder e depois desistir e não prosseguir, ir avante a pé, ou trote, ou a galope, o que interessa é ir andando e conseguir suprimir o furacão com uma verdade sempre no coração e dizer que também é um irmão ou irmã que veio para vigiar e ajudar a prosperar e tudo solucionar.
O que se deve esperar de uma sociedade que prioriza a reabertura de shopping, mas esquece da educação?
Há muitas pessoas alfabetizadas, diplomadas, mestradas e até doutoradas, mas... há poucas Almas com Educação.
Quando vou ao Supermercado fico estarrecido ao encontrar CARRINHOS largados em VAGAS do Estacionamento, muitas vezes eu tenho que descer do carro e tirar o CARRINHO da VAGA para eu estacionar!!!
Devolver o carrinho revela muito: educação, empatia, ética, disciplina e respeito coletivo.
Já quase no final da minha existência comprovei que: Respeito e Educação não tem nada a ver com Cultura, Religião, Posição Social e dinheiro, quem tem tem e quem não tem não tem!!!
Difícil é ter RESPEITO e EDUCAÇÃO, num País que a grande maioria nem sabe que isso existe!!!
Apenas um exemplo: Estacionam nas vagas de CADEIRANTES, GESTANTES e IDOSOS!!!
Ensinar matemática é, para mim, mais do que transmitir fórmulas ou resolver equações. É plantar sementes de lógica, raciocínio e confiança. É um privilégio guiar os passos de quem, no início, muitas vezes se vê perdido entre números, mas que aos poucos começa a enxergar padrões, soluções e possibilidades.
O educador é aquele que no cumprimento de um currículo engessado, consegue desenvolver uma práxis capaz de mediar uma educação emancipadora.
INCLUSÃO
Quando se entende que é necessário incluir
é porque o direito de estar incluso tem sido negado
e no caso de seres humano que são rotulados como “normais” e “deficientes”,
cria-se nessa “não inclusão”, a desvalorização do ser, quanto humano, onde
atribui-se a este ser considerado diferente, não “normal”, valores negativos que
lhes suprimem as igualdades de oportunidades de serem.
Excluindo-lhes o direito constitucional de exercer a sua cidadania,
retirando-lhes a oportunidade de viver como ser social,
estigmatizando-os em um fardo pesado para a família e a própria sociedade que o exclui.
O grande problema é que o "normal" não é normal dentro da própria
realidade social que exclui os "não normais", pois ambos exigem da educação sistematizada
uma atenção intrínseca ao ser, que é a capacidade de aprender que cada um de tem a sua forma própria de ser.
Dessa forma, a educação, ao corroborar com o classificação conceitual de "normais" e "deficientes" dentro
da sua responsabilidade educativa e formadora, falha no tratamento igual que ela destina para os "normais", que não são normais, pois são diferentes.
Educar é muito mais que ensinar,
é fazer com que o educando internalize
os conceitos aprendidos,
transformando-os em atitudes.
A educação que se resume no acúmulo de informações,
é mera instrução que informa, mas não educa.
O educador é aquele que enxerga
no fracasso do aluno,
o insucesso de sua práxis,
a falha na sua metodologia,
o erro em sua avaliação diagnóstica,
a necessidade de repensar a sua educação educativa.
Incluir por incluir, simplesmente, na educação
é legitimar a exclusão formalizada,
onde quem é incluído,
sente-se excluídos pelas práticas igualitárias.
A educação é uma relação cultural
onde quem faz a intermediação
e quem é o alvo dela
trocam experiências vividas,
de realidades distintas,
havendo uma ruptura de velhos saberes,
para a construção do novo conhecer.
A visão de educação como meio de produção,
com metas a cumprir e recompensas a ganhar,
caso consiga, estas alcançar.
Faz da escola um a instituição de resultados a questionar.
Os propósitos de mediar
a construção de indivíduos críticos capazes
de sua realidade interpretar
e transformá-la se assim desejar,
a escola, infelizmente, não tem conseguido concretizar.
Somos seres em constante evolução e para tal precisamos enxergar que nossos atos dizem mais do que qualquer palavra, portanto, na educação o que tranforma não é o que se rediz, mas o que se faz.
A educação verdadeiramente efetiva é aquela que transforma, não para a sociedade, mas para a humanidade, pois o ser social pode atender aos interesses da sociedade que o formou, mas isso não assegura que o mesmo seja socialmente humano.
O exaustivo discurso que ouvi, quanto educador, durante toda a pandemia foi que "temos que nos reinventar". Na verdade, acredito que a educação nunca saiu do passado porque estamos apenas nos reinventando e mantendo a práxis distorcida da fala.
No mar revolto de desafios da educação,
somos marinheiros, tripulantes de uma
mesma embarcação, lutando pelos os mesmos objetivos
e o sucesso de nossa empreitada
reside na união de nossos esforços.
A educação é um caminho sem volta, quando o adentramos o fim não tem fim, sempre é um recomeço, onde cada um faz a sua parte para que no final estejamos dispostos a recomeçar novamente em prol de um recomeço sempre melhor. Sendo assim, a educação é uma constante união de esforços para que tudo aconteça da melhor forma possível para que não tenhamos que recomeçar do início, mas sempre de um ponto logo a frente.
O maior desafio que enxergo
Para a educação no mundo atual
É fazer com que os sistemas de ensinos
Percebam o que verdadeiramente importa
Dentre a extensa lista
de habilidades e competências
Que a BNCC estipula como metas.
