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Coisa boa é refletir sobre a vida não acham? Você já se perguntou por que o ser humano sempre quer ser diferente um do outro? A resposta mais lógica seria:
- Há, é porque ninguém gosta de ser igual a ninguém. E realmente não é legal, mais nem por isso explica-se o fato de que ser diferente é ser estúpido ignorante ou até mesmo um tremendo idiota. Pessoas se sujeitam a tantas coisas para se destacar dentre o mar de seres imperfeitos que buscam a satisfação pessoal. Acredito que pra ser diferente basta ser você mesmo. Seus dons, qualidades e defeitos nunca será igual ao de ninguém, cada um de nós vem a este mundo com um propósito, seja lá bom ou ruim. Sempre alguém será destaque em alguma coisa, sempre haverá algo em que você seja o melhor; não tente apresar as coisas, não tente correr tanto, Uma hora ou outra você será o destaque!
O cristianismo é simbolizado por uma cruz para indicar que o propósito não é engrandecer o "eu" e sim mata-lo
Há um Deus tão maravilhoso e grande em bondade, que por mais que tentemos não conseguimos conhecê-lo por completo, por isso nos ofereceu a eternidade, com preço já pago na cruz.
Tem gente, que tem a alma leve
e voa com o vento
Que vive o agora
em todos os momentos
Que conhece a cruz
e o renascimento
pois morre de amor
e continua vivendo...
Não peça que Deus diminua a sua cruz. Peça a Ele forças para carregá-la. O rio das nossas vidas é extenso e se a cruz for larga, lhe servirá de ponte para atravessar. Se a cruz for curta, não alcançarás o outro lado!
Prossiga sem desanimar. Você é vencedor(a)!
Sempre lembre-se de quem o ama e deu a vida por você. Assim, você poderá amar a si mesmo, sem depender da aprovação de quem não o conhece.
Jesus disse: Eu sou o caminho a verdade e a vida. Quem o seguiu até a cruz, viu ele morrer, mas quem acreditou e continuou a seguir, está vendo ele ressuscitar.
A expiação limitada no calvinismo limita o amor divino a uma classe eleita de antemão, tornando a Cruz de Cristo uma causa secundária, superficial e desnecessária na eleição.
JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.
A cruz é o simbolo da nova aliança. Alguns tem pavor da cruz, pois pelo que parece, ela é uma exaltação da morte de quem não está morto; mas e se for? Os costumes cristãos com crucifixos e imagens da cruz apareceram por volta do ano 370 D . C, justamente em memória da ascensão do Rei Jesus. Independente da presença de Cristo na cruz, ela sempre será um troféu para qualquer cristão. A cruz vazia representa o resplendor do Messias, mas a cruz preenchida representa a maior expressão de amor que a humanidade já viu.
Pessoas que passaram por situação de rejeição, passam a vida inteira esperando pela oportunidade de provar que tem valor!
Uma das mais bonitas coisas sobre Jesus não é apenas o que Ele PODE FAZER por nós, mas o que Ele JÁ FEZ por nós na Cruz.
Não discuta se Deus te ama. A cruz manchada do sangue de Jesus é mais que o necessário para provar isso a você.
Cristo morreu completamente em uma cruz, e é nosso chamado viver plenamente para ele. Ele não é uma adição – Ele é a solução.
A cruz é mais do que um acessório de moda. Jesus não morreu para que alguém simplesmente usasse uma cruz no pescoço sem honrar o sacrifício que foi feito sobre ela.
Percebi que preciso das minhas tempestades. Não espero que alguém me regue, faço a minha própria chuva.
É estranho quando chegamos naquele momento da vida em que todos estão indo embora. Não partindo, mas morrendo. Você começa a sentir um vazio. A vida escorre por nossas mãos.
