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Os cristãos sempre foram intolerantes. A história nos mostra isso. As cruzadas é o maior exemplo de intolerância. Na primeira cruzada, que produziu uma onda de entusiasmo religioso e aumentou o poder papal - houve uma matança atroz de judeus. Até os maometanos foram mais tolerantes que os cristãos. Quando conquistavam um território, deixavam o povo natural continuar com os seus deveres religiosos, conquanto que pagassem os tributos.
Infelizmente hoje, os fiéis ou ovelhas estão sendo doutrinados para frequentar igrejas e fazer números, do que ensinados para o verdadeiro evangelho de Cristo.
Os cristãos, sobretudo os mais abnegados fiéis têm uma diferença crucial: uma pequena parcela adora o Cristo que perdoa o soldado que o crucifica, enquanto a maioria prefere aquele que amaldiçoa a figueira . E é em seu nome as suas ações.
Para os cristãos, a afirmação bíblica de que Jesus não pecou muitas vezes leva a uma compreensão artificial de sua santidade, de modo que a sua humanidade se perde. Dificilmente conseguimos imaginar um Jesus que tenha sido “realmente” tentado. Ora, as tentações de Jesus são “reais” e “ferozes”. Aliás, os momentos mais fortes de tentação estão nos dois extremos: ou quando já abrimos a porta e preparamos a nossa queda, ou quando estamos mais próximos de Deus, mais empenhados em sua busca. Por isso, temos de entender que Jesus “podia cair”, e que sentia uma tremenda vontade de cair, de aproveitar aquela oportunidade que o seu ambiente lhe oferecia. Precisamos humanizar a nossa imagem de Cristo; caso contrário, nosso cristianismo não nos servirá.
Cantar um hino é expressar técnicas musicais estudadas e ensaiadas. Louvar ao Senhor é se conectar com Deus e durante a canção se encher do espirito de tal forma que esta unção transborde teu ser e seja distribuída abundantemente para os ouvintes.
Aparentemente, ao defender as Cruzadas, São Bernardo estava defendendo a existência de um território estritamente cristão e Jerusalém deveria fazer parte desse território. Num primeiro momento, então, a finalidade dessa defesa era de ordem política. No entanto, a finalidade ia muito além disso. A raiz da defesa de São Bernardo estava fincada, inicialmente, em sua contemplação da cristandade. Em segundo lugar, estava em sua percepção de que era estritamente necessário dar para as pessoas de índole aristocrática um direcionamento espiritual.
Não podemos esquecer que na Idade Média a Europa era composta por várias tribos guerreiras. O mesmo acontecia entre os índios da América do Norte. São Bernardo, então, questionou-se acerca de como essas pessoas de índole aristocrática poderiam assimilar o cristianismo e alcançar a santidade. O anseio de orientar espiritualmente os guerreiros europeus foi a motivação principal para a defesa de São Bernardo às Cruzadas, para a fundação da Ordem do Templo e para o delineamento dos ideais de cavalaria. São Bernardo foi o primeiro santo que delineou a imagem do legítimo cavaleiro cristão. Ele percebeu que a vida estritamente monástica e contemplativa era inconcebível para a maior parte dos aristocratas europeus. Compreendeu que o centro mais elevado e concebível para uma imensa parte da população européia era a nobreza de caráter e decidiu fazer desse centro uma via de santificação para os europeus.
Os aristocratas europeus, apesar de professarem sinceramente o cristianismo, idealizavam suas virtudes como oriundas de figuras mitológicas não-cristãs. Essa dualidade foi um grande problema na Europa. Os aristocratas europeus possuíam dois conjuntos de valores positivos, porém incompatíveis. São Bernardo foi o responsável pela solução dessa incompatibilidade. E para pôr em prática essa solução, São Bernardo defendeu as Cruzadas.
As pessoas podem achar qualquer coisa das Cruzadas, mas o número de aristocratas que alcançaram a santidade nesse processo foi incalculável. E santidade sempre é bom. É claro que São Bernardo sabia que as Cruzadas possuíam uma certa ambigüidade e não durariam para sempre. Mas ele também sabia que as Cruzadas definiriam a imagem exata do guerreiro cristão, sendo isso indispensável para a civilização cristã. A convicção profunda que nós temos hoje de que a força deve ser usada em nome da generosidade, da justiça e da nobreza é herança de São Bernardo. Se não fosse por São Bernardo, até hoje acharíamos que existem os brutos e inescrupulosos de um lado, e os cristãos que aceitam apanhar passivamente do outro. Não haveria qualquer possibilidade de solucionarmos essa dicotomia. O cristianismo não teria assimilado uma boa parte da sociedade e a sociedade não teria assimilado uma série de valores cristãos. São Bernardo foi o responsável pela existência de muitos santos e pela existência de um mundo cristão.
De repente a gente vê que o caminho que outrora seria a maior idiotice é o caminho que Deus colocou para te ensinar a viver no futuro!
Ao invés de "eu nunca saberei o preço", vamos cantar que não sabemos o peso, porque o preço foi de sangue. O Sangue de Jesus!
Neste mundo imediatista, os cristãos tem entrado no esquema e não se conformado em não ter o controle das coisas. Contudo, se alguém é cristão, precisa aceitar, com alegria, que é Deus quem tem o controle de todas as coisas.
Em certa medida, fico incomodado com atitudes de muitos cristãos, ao atribuírem ao demônio todas as coisas que porventura dão errado em suas vidas, até mesmo no cotidiano. Não é que estou desconsiderando o poder do mal agir nas nossas vidas, todavia sabemos que Deus nos dotou com imensa capacidade e nos deixou o livre-arbítrio. De tal sorte que muitas das coisas erradas que nos ocorrem, dependem em grande parte das nossas atitudes e decisões equivocadas. Devemos sempre buscar intimidade com Deus e discernimento para vida neste mundo.
Sê-lo-emos cristãos desvirtuados e incompletos se professarmos a fé, mas não demonstrarmos amor ao próximo.
Se somos cristãos e Jesus é o nosso único e SUFICIENTE salvador, qual a importância dessa busca incessável que temos visto através dos líderes e membros? Fujam dessa teologia da prosperidade, busque o que realmente é importante: as coisas do alto (Cl 3:1). Não é tempo de buscar dinheiro, é tempo de buscar a Deus, enquanto ainda pode acha-Lo.
Tenho profundo desprezo por gente oportunista mas ás vezes, quando eu estou de bom humor eu oro por elas, para que tenham a oportunidade de conhecerem a Deus até mesmo quando se dizem cristãs.
Assim como há cristãos experientes, sábios ou prudentes, há também aqueles que comem pela mão dos outros! A imaturidade reina na mentalidade deles! Ignorância é sua roupa diária!
A sexta-feira santa nos convida a refletir sobre: a importância de sermos pessoas altruístas, nossas falhas como seres humanos e nossa missão como cristãos.
A história da perseguição aos cristãos remonta aos primeiros dias da Igreja, quando os cristãos eram frequentemente perseguidos pelas autoridades romanas. O Império Romano considerava o cristianismo como uma ameaça ao seu poder e à sua religião, e os cristãos eram frequentemente presos, torturados e mortos por sua fé.
O primeiro grande período de perseguição ocorreu sob o imperador Nero, que culpou os cristãos pelo grande incêndio de Roma em 64 d.C. Durante seu reinado, muitos cristãos foram mortos em espetáculos públicos, incluindo o apóstolo Paulo e o próprio Pedro, que foram crucificados.
As perseguições continuaram sob outros imperadores romanos, como Domiciano e Trajano, que exigiram que os cristãos adorassem os deuses romanos e, em muitos casos, os forçaram a fazer sacrifícios aos deuses. A recusa em adorar os deuses romanos resultou em prisão, tortura e morte.
No século III, a perseguição atingiu o seu ápice sob o imperador Diocleciano, que ordenou a destruição de igrejas e livros cristãos, e exigiu que os cristãos renunciassem à sua fé. Milhares de cristãos foram mortos durante esse período.
No entanto, a perseguição não impediu o crescimento da Igreja, e muitos cristãos se tornaram mártires por sua fé. O imperador Constantino, que se converteu ao cristianismo em 312 d.C., tornou-se o primeiro imperador a tolerar a religião cristã, e em 380 d.C., o cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano.
Embora a perseguição oficial dos cristãos tenha acabado, a história mostra que a perseguição aos cristãos continuou em várias partes do mundo, em diferentes épocas. Mesmo nos dias de hoje, muitos cristãos são perseguidos por causa de sua fé, enfrentando prisão, tortura e morte em muitos países ao redor do mundo. No entanto, a Igreja continua a crescer e a prosperar, mesmo diante da adversidade.
"Especialmente aos cristãos, não cante, grite e escreva aquilo que você não quer dar ao próximo. Por favor, faça primeiro. É mais humano!"
Viver é como estar em um barco, em um rio, conduzindo-o.
Viver em Cristo é estar no mesmo barco, escolhendo estar à deriva, no rio de águas vivas que é Cristo.
