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O medo é uma prisão voluntária
Retire o medo da sua vida ... ouse, mergulhe ... se cair levante, olhe adiante. Faça uma "faxina" na sua mente, elimine as falsas e antigas crenças. É preciso dar o primeiro passo ... ele é sua responsabilidade e está sob seu comando. Não terceirize seu sucesso!!! Quando você começou a andar, certamente alguém segurava sua mão, mas o comando de seus pequeninos pés, eram seus. Então retome a coragem que você talvez tenha esquecido lá atrás ... perdida nas falsas crenças que nos cercam ao longo da vida: "você não pode", "você não vai conseguir" ... SIM, você deu os primeiros passos, caiu, teve alguns arranhões, mas levantou e andou. O medo é uma prisão VOLUNTÁRIA ... então faça sua parte, retome o comando, que o Universo lhe dará a parte que complementa ...
Levar um susto! Quando nos deparamos com algo que vai além do nosso entendimento, 'assustamos nossas crenças', fazendo com que se sintam ameaçadas. Em vez de assustar, escolha assistir e presenciar o momento em que a verdadeira expansão e crescimento começam.
Sabe aquela criança? Ela ainda vive aí dentro. Foram as crenças que envelheceram. Não se preocupe em fazer algo específico ao se definir como adulto; foque na realização pessoal e em ser fiel a quem você realmente é, uma eterna criança sonhadora.
Saltar de paraquedas de um balão é uma experiência que redefine os limites da adrenalina e da liberdade. A sensação de altura é avassaladora, oferecendo uma perspectiva panorâmica inigualável. Ao se lançar em queda livre, você não está apenas caindo; está rompendo com as limitações, experimentando uma sensação verdadeiramente sensacional e libertadora. Esse salto é mais do que um mero desafio físico; é um convite para redescobrir o que significa superar barreiras e redefinir os limites da coragem e do espírito.
A sensação de altura e os saltos em queda livre redefinem o sensacional, ultrapassando todas as crenças limitantes.
As suas crenças criam o seu mundo.
Os seus pensamentos revelam as suas crenças.
As suas palavras revelam os seus pensamentos.
As suas ações revelam o seu caráter.
Portanto, não se preocupe com o que os outros acreditam, pensam ou falam sobre você.
O que você faz é o que realmente revela quem você é!
Não são as crianças que envelhecem; são as crenças que nos aprisionam e nos desgastam. Renove sua mente e redescubra a alegria e a liberdade de ser como uma criança. Como está escrito em Mateus 18:3: "Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus."
Reflita sobre sentir-se envelhecido. Nem átomos nem almas envelhecem; o que realmente envelhece são as crenças. Renove sua maneira de pensar, pois aquela criança divertida ainda vive em você.
A imaginação, partindo da experiência, antecipa conceitos acerca de futuros aperfeiçoamentos. Os ideais, em todas as crenças, representam o mais alto resultado da função de pensar.
Vivemos na crença de que somos tudo o que pensamos, na ignorância dos processos involuntários da mente.
Prejudicar outra pessoa em nome de nossas próprias convicções é uma violação da essência da empatia e da compaixão. A verdadeira grandeza é ter a coragem de defender nossas crenças sem causar danos aos outros, honrando o valor e a dignidade de cada ser humano.
Se você acredita em Deus, e diz que tem amor por Ele. Entretanto, é uma pessoa de difícil relacionamento com os outros, de nada adianta a sua crença, nem o seu amor.
"Eu sei, eu consigo, eu tenho e eu devo" são apenas crenças limitantes disfarçadas que obscurecem a verdadeira essência do "EU SOU". Talvez seja por isso que nascemos desprovidos de roupas, dinheiro, memória e pudor, para redescobrir nossa essência mais pura e autêntica.
O ditado popular "não seja 8 ou 80" nos lembra dos extremos opostos da vida. No entanto, o que realmente importa é o momento presente. Uma pessoa de 8 anos não tem mais tempo do que alguém de 80 anos; ambos têm apenas o dia de hoje. Acredito que essa mensagem seja uma orientação de vida para que as pessoas abandonem crenças relacionadas à idade ou à velhice. Em vez disso, é um convite para que deixemos de ser tão rigorosos conosco mesmos e, que abracemos a perspectiva de viver intensamente o presente, independentemente da idade, valorizando cada dia como uma oportunidade única.
O universal é a expansão exponencial do pessoal. É o intencional abandono das crenças limitantes para alcançar uma dimensão universal. Por isso, sempre considerei a palavra “indivíduo” contraditória, pois não implica individualização ou unificação.
As pessoas preferem escolher o mais fácil, dentro de normas induzidas pela pela sociedade e possível para ela dentro da crença que ela aprendeu e acha que isto é a unica verdade.
Você fala como se suas velhas crenças fossem de algum modo culpadas. Mas suas crenças não eram. Você é o culpado.
Ter opiniões, ter crenças ou apoiar-se em alguém, ou a alguma coisa, jamais lhe colocará no verdadeiro caminho, pois só aquele que vivencia, sabe, tem o frescor da união com o TODO em sua essência.
Kairo Nunes 02/02/2019.
Algumas pessoas parecem viver em um universo diminutivo, com a mente tão rasa quanto um grão. Elas se prendem a ideias preconcebidas e a julgamentos superficiais, incapazes de enxergar além do próprio umbigo. Para elas, o mundo é preto e branco, sem nuances ou complexidades. A empatia é uma palavra desconhecida, e a compreensão de diferentes pontos de vista, uma tarefa impossível.
Essas pessoas, de mente pequena, frequentemente se sentem ameaçadas por aquilo que é diferente. O novo, o desconhecido, tudo que foge ao seu padrão limitado, é visto com desconfiança e até hostilidade. Elas preferem a segurança da ignorância, evitando qualquer coisa que possa desafiar suas crenças restritas.
A mente rasa se manifesta em conversas vazias, em fofocas banais e na incapacidade de se aprofundar em qualquer assunto que exija um mínimo de reflexão. É um tipo de cegueira voluntária, onde a riqueza do mundo e a profundidade das relações humanas são trocadas por uma existência superficial e sem grandes significados.
