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Jesus quer ter comunhão conosco mas, para isso, precisamos ouvir Sua voz e abrir nosso coração para Ele.
Jesus Cristo nunca desejou que nos tornássemos religiosos legalistas e tão pouco ainda libertinos, tudo o que Ele sempre buscou através de seus ensinamentos foi que todos sejamos irmãos e que possamos chegar ao amadurecimento da vida cristã por meio dele mesmo e da fé que nos fora doada. Toda e qualquer forma de prisão religiosa que é formada por pretexto de santidade e zelo por Deus pode ter alguma aparência de piedade, no entanto, só contribui e muito para o afastamento do ser humano para com o seu Criador. Emfim amados é melhor termos um povo que ame a Deus de forma espontânea, algo que só pode ser gerado pelo Espirito em nós do que termos um montão de reféns da religião que apregoa um deus assombroso que tem prazer em destruir a sua crianção por mero egoísmo. Este não é o meu Deus e creio que também não seja o seu. Cuidado com os hipócritas e que Deus em Cristo nos proteja!
Mais do que atrito de epidermes, fricção de carnes, união de corpos, o amor é sobretudo interpenetração de mentes, comunhão de almas, no espaço e no tempo.
"Es Jesus e PONTO.
O PONTO que eu não preciso ver,
o PONTO que eu não preciso tocar,
o PONTO que eu não preciso entender.
És Jesus e PONTO.
Minha alma se alegra,
meu coração se anima,
meu espirito se rejubila.
És Jesus e PONTO!"
"Fiz um acordo comigo mesmo: jamais vou negociar a minha paz e a minha comunhão com Deus".
Anderson Silva
PAREJA
Lancei as cevas pra vida
Prum espinhel solidário
Na esperança que fisga
Um esforço paritário
Na comunhão pretendida
Se tem um justo ideário.
Pessoas incríveis…
Há almas que caminham conosco como estrelas em noite sem lua, iluminando horizontes que antes pareciam inalcançáveis. São vozes que entoam verdades simples, mas profundas, como rios que jamais cessam de fluir. São mãos que se entrelaçam, não apenas na carne, mas no espírito, construindo pontes onde antes havia abismos.
Essas pessoas, jóias raras que habitam o âmago da existência, carregam em si a força de testemunhos que erguem montanhas e desatam nós de incredulidade. Suas palavras, tecidas com fé, nos recordam que para YHWH não há barreiras insuperáveis, apenas lições que lapidam a alma.
Quando famílias se unem, formando um só corpo, o ar se preenche de uma paz que sussurra ao coração: "Aqui está o reflexo do Eterno." Os risos ecoam como canções de esperança, e as histórias compartilhadas tornam-se sementes de confiança, plantadas no terreno fértil da comunhão.
Quem tem o privilégio de cruzar com essas vidas sente nascer dentro de si um calor inexplicável, como se o próprio céu se inclinasse para abraçar a terra. É o milagre da união, o testemunho vivo de que, com fé, o impossível é apenas um eco distante que se desfaz diante da grandeza divina.
No fervor das multidões, na adoração coletiva e nas nossas obras diárias, é comum sentirmos uma sensação de proximidade com Deus, mencionando Seu nome com frequência. No entanto, é no silêncio e na solitude que percebemos um distanciamento sutil e um certo constrangimento. Em particular, surgem dificuldades em confessar nossas falhas, buscar orientação e desejar conhecer sua vontade. Falta-nos motivação e entusiasmo para compartilhar com ele todas as nossas realizações e projetos, o que nos faz questionar essa aparente relação de intimidade...
Amizade,
é um Elo espiritual,
que dispensa presença física.
É uma sintonia de Energias,
em comunhão com o Universo.
A comunhão com o mundo a nossa volta
enriquece nossas capacidades
e nossos horizontes se estendem
a perder de vista.
A morte provoca nos vivos um misto de emoções; pavor, ira, tristeza, mas também esperança.
A morte ateia fogo até nos mais frios corações e estes têm a chance de viver uma mudança.
A morte de outrem ativa em nós um alerta,
um desejo de trilhar um caminho sensato,
valorizando cada um que nos cerca, e buscando comunhão com o Dono da Vida.
A verdadeira comunhão com Cristo está em recusar as trevas e sentir a presença de Sua luz entrar no coração.
Uma família forte expressa apreciação e comunhão uns com os outros, resolvendo problemas nas crises e fortalecendo sua mutualidade espiritual.
Não há como ter comunhão associativa com o pecador quando a minha alma investe na santidade do Espírito Santo.
De onde virão a comunhão e o crescimento espirituais entre irmãos, se não existirem acordo de paz entre eles?
A sociedade, a família e a igreja estão vivendo crises de identidade aguda, agônicas, endêmicas e sistêmicas; mas, a solução é voltar à reciprocidade da Educação da Justiça de Deus, onde a fé, o amor e a confiança podem unir as três classes em um ambiente de paz, alegria e comunhão.
Jovens multiplicam jovens pela multiplicação da simpatia, da koinonia e da sabedoria e colando um ao outro em comunhão.
Lembrar de Jesus, mais do que um Natal comercial, é de fato um memorial, no qual o ano inteiro celebramos em comunhão o presente que Deus nos deu na cruz como festa da nossa salvação em família.
