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Obedecer a Deus é um desafio. Mas maior desafio é obedecer e honrar a Deus. Para isto que fomos designados. Todo homem foi designado para honrar a Deus acima de todas as coisas.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Com o advento e crescimento da teologia da prosperidade, tem sido natural a satisfação de muitos em obter as benesses de Deus. Infelizmente, somente uma pequena parcela dos que são agraciados por Deus em suas conquistas permanecem com a fé solidificada e voltam em busca da verdadeira graça, como fez o ex-leproso Samaritano.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Jesus tem uma promessa maravilhosa para os que permanecem e honram-no acima de qualquer cura ou conquistas materiais. Jesus espera por aqueles que retornam em sinal de gratidão, Ele recompensa com a salvação, com o manancial e com a satisfação eterna.
Livro: Servir, o maior dos desafios
O desejo incessante do coração de Deus são pessoas, Deus tem amor incondicional por vidas e a prova disso está em Ele ter dado “... o seu Filho unigênito, para que todo o aquele que n´Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo3:16). E como tal, nosso dever e o nosso desejo incessante deve ser o de pregar o evangelho.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Tempo é estratégia de Deus para conquistas.
Tempo é a tecla que Deus usa para o preparo de um ministério.
Tempo é o antídoto do ministério desejado.
Tempo é ordem de Deus para cura da alma.
Tempo é a palavra que confronta o caráter de um Cristão ao chamamento ministerial.
A busca do ministério desejado, com a pureza e simplicidade cristãs, requer diligência.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Aprenda com paciência e perseverança a esperar o tempo da concretização da vontade de Deus em sua vida e ministério.
Livro: Servir, o maior dos desafios
A vontade de Deus é impenetrável à razão humana. Incapaz de explicar ou compreender humanamente sem um legado do alto.
Livro: Servir, o maior dos desafios
O que vivemos hoje é fruto do plantio dos ministros do evangelho de ontem. Muitos deram suas vidas por amor ao evangelho, muitos deixaram os prazeres, os confortos de suas casas, por seu chamado. Eles renunciaram o tudo de si para obter o tudo de Deus. Eles sonharam com o despertar da igreja e alguns com trabalhos penosos. Eles tinham em seus corações a simplicidade e a pureza, tinham um sonho e mesmo sabendo que possivelmente não vissem em terra o realizar desse sonho, não deixaram de semear suas vidas por amor do evangelho. Eles permitiram que Deus fosse o único herói de sua fé.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Servirmos ao Senhor no ministério de almas é um privilégio, mas um privilégio que requer mais responsabilidades que qualquer “status proeminente”, que muitas vezes faz-nos encarar o serviço do evangelho como meros empregos.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Sinto-me extremamente triste ao conhecer cristãos que entraram no clímax do conformismo religioso. Cristãos que perderam (ou que nunca encontraram) o foco e encaram o ministério pastoral como único meio responsável pelos serviços de salvação e consolidação de almas. Isso é cláusula de mente velha, mente que precisa de renovação, libertação das cadeias de conformismo.
Livro: Servir, o maior dos desafios
O ministério pastoral é um dom, uma dádiva divina, e temos a responsabilidade de praticar essa ordenança dada do alto, quer sejamos um pastor ordenado ou não. Por mais que não sejamos pastor - líder ordenado, devemos também orientar, proteger as almas, levá-las ao conhecimento do evangelho e ajudá-las a desempenhar os dons do Espírito. Todo crente em Jesus pode e deve ter um coração pastoral.
Livro: Servir, o maior dos desafios
A poesia se manifesta nas nuances e nos detalhes que muitas vezes não são ditos explicitamente, mas que carregam profundos significados. É nas entrelinhas que encontramos a verdadeira essência e emoção do poema.
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As surpresas da vida trazem cor e emoção, assim como a poesia. Elas nos desafiam, nos encantam e nos fazem sentir vivos. A poesia, com sua capacidade de capturar a essência dessas surpresas, nos ajuda a apreciar a beleza e a profundidade das experiências inesperadas.
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A poesia traz encanto, beleza e profundidade à nossa existência. Ela nos ajuda a ver o mundo com outros olhos, a apreciar os pequenos detalhes e a encontrar significado nas experiências cotidianas.
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O descobrimento da poesia é realmente um dos maiores encantos da vida! Ela nos permite ver o mundo com novos olhos, encontrar beleza nas coisas simples e expressar nossos sentimentos mais profundos.
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A união da filosofia e da poesia cria um elo poderoso que combina a sabedoria com a beleza, oferecendo uma compreensão mais rica e completa da vida. Essa combinação nos permite explorar as profundezas do pensamento humano enquanto apreciamos a estética e a emoção das palavras.
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Escrever pode ser tão essencial quanto se alimentar, pois é uma forma de nutrir a alma e expressar o que sentimos e pensamos. A escrita nos permite explorar nosso interior e compartilhar nossas experiências com o mundo.
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Assim como a chuva é essencial para o agricultor cultivar suas plantas, a inspiração é vital para o poeta criar suas obras. Sem inspiração, a criatividade do poeta pode secar, assim como a terra sem chuva.
Quando acordo pela manhã, a primeira coisa que meus olhos procuram é o céu. Abro sonolenta a cortina de tecido pesado e fito a sua imensidão. Nem todos os dias as cores vibrantes permanecem, e hoje o que me esperava era um céu cinza. As nuvens cobriam o que de fato meus olhos esperavam ver. Mas sabia que ali por trás de algum jeito, o céu permanecia. Venho tentando sempre imergir na certeza de que tudo é passageiro. Porque afinal, até mesmo as nuvens pesadas acinzentadas no céu são. Uma hora ele abre e o céu azul volta. E em outros momentos ele se fecha de novo e abre de novo. É o passageiro que sempre espera de alguma forma o retorno.
Encaro os meus olhos no reflexo penetrante no espelho. Vejo o rosto em brilho que dizem ser belo, mas o que vejo de verdade são as cicatrizes que ficam por baixo dele. As grossas, as mais profundas. As que revelam o monstro que modelaram com mãos ensanguentadas. Aquele que tento matar, mas que permanece por trás da bonita pele que agrada aos que olham. Prefiro deixar as cicatrizes que me revelam monstro escondidas, afinal é assim que insistem para que eu ainda exista. Para que ainda me sinta amada. Porque ninguém quer olhar profundamente nos olhos e enxergar não só apenas a capa que cobre para proteger de cair e quebrar ainda mais. Ninguém quer ver as cicatrizes monstruosas por trás da face que faz de mim ser quem também sou. Querem o bom, o belo apenas. Sem saber que todos de algum jeito também estão marcados pelas mãos ensanguentadas. Eles se afastam, eu os afasto. Afinal, ando me perdendo dentro do monstro que existe dentro de mim porque ando cansada de viver pela metade. Cansada de viver me escondendo.
Os galhos estão secos e é difícil imaginar de novo a copa da árvore em roupagens prósperas. Os olhos cansados e vacilantes só conseguem ver o que é fato. E de uma forma aumentada, a secura e a devastação. Mas no fundo sabe, não é destruição. É cíclico, eu sei. E também sei do viço do verde vital, e do sabor na língua do doce que me faz salivar da cria que vem dela. Volta. Os dias de queda e de renovação vão e vem. A flor que brota, a folha que cai. Vão e vem. O que sempre precisa permanecer é a espera e a certeza da esperança, que com força ou sem força, logo ou tardia, sempre chega. Uma hora chega. E permaneço esperando a minha chegar.
O mal maior
As vezes tudo que precisamos é entender as pessoas. Não importa se concordamos ou não com suas idéias, mas se conseguimos escutá-las, dar-lhes um momento de atenção e o mais importante: Verdadeiramente, tentar compreendê-las, sem julgamentos ou conceitos pré-formados, sendo este o mal maior e o princípio da geração de todas as espécies de intolerância.
Ando também aprendendo o silêncio. Hoje entendo que quando uma tempestade parece querer se aproximar, preciso manifestar a calma, para com doçura olhar bem dentro do olho do furacão. Aprendi que, assim, posso escolher se será uma luta que vale a pena travar. Se será uma tempestade, que na rua, enfrentarei seu despertar. Mas quando se descobre certos silêncios, às vezes é necessária essa busca por um teto. Essa busca por se acolher e se proteger do mundo caindo sobre sua cabeça. Não, não vale a pena enfrentar certas tempestades e sair delas toda ensopada. Não, não vale a pena logo após pegar um resfriado. Quando se escolhe o que de fato vale a pena ser travado, se torna menos pesado viver vestindo a própria pele. Mesmo que nesse silêncio seja preciso ocasionalmente, engolir o próprio vômito.
No desespero, correr não me fará chegar mais rápido. Só fará com que tropece em meus próprios pés. A queda na pressa é inevitável.
No jarro em cima da mesa, flores de corte que já passam de uma semana. Algumas direcionadas a janela, exalam perfume que manifesta vida. A suave luz as manteve ainda de pé. Quando giro de leve o jarro, encontro algumas murchas, que mesmo do lado das sombras, já não mas com tanta força, esbanjam um perfume discreto mesmo exibindo seu próprio cenário fúnebre. Elas já encarnavam a não vida. E estranhamente, mesmo estando no fim, mesmo coberta por sombras, o seu perfume ainda é perceptível. Em um mesmo jarro, dois lados. Que cumpre de forma orgulhosa o seu papel. Uma em condições favoráveis, outra em desvantagem. E naquela que já padecia, encontrei a força que sempre lhe era residente. Totalmente murcha e perdendo a cor, mas não deixando de encantar. Afinal, até mesmo quando as pétalas se vão, o perfume da beleza também nos encontra.
No amor também se aprende. No amor também se cresce. A gente se perde em acreditar que é só na queda e no rasgar dos joelhos que fazem os nossos músculos se esticar. A cicatriz medonha nos faz lembrar do sabor amargo e por isso tudo se torna mais enfático. Porém, o amor também nos marca de diversas formas. A diferença é que o seu toque é suave como o vento no crepúsculo do verão. Toca, te molda, e ainda deixa a pele que veste teus ossos intacta, e ainda assim, não mais a mesma.
"O Menino que Admirava as Estrelas"
Certo dia, um jovem, cansado da vida, se jogou à beira de uma estrada deserta e começou a refletir sobre sua existência. Nesse mesmo dia, algo aconteceu que o deixou cabisbaixo, e tudo isso por causa de palavras. Mas naquele momento, ele não apenas admirou as estrelas. Ele criou o seguinte poema:
Quando eu olho para o céu
velho como nós dois,
vejo que somos iguais às estrelas,
pois, embora pareça estarmos perto,
estamos, na verdade, muito longe.
E pensar que éramos como casais,
um ao lado do outro,
sempre perto, sempre juntos.
Mas, por causa de palavras, tudo se transformou
no que nunca queríamos que fosse.
Cada um seguiu seu caminho,
mas eu continuei aqui, te amando,
cada vez mais, muito mais do que
eu imaginava.
Pensava que iria te esquecer tão rápido,
mas até hoje, te amo!
E, no fim, não passamos de estrelas no céu.
"Apenas Arrisque"
Vamos viver a vida como ela é,
vamos passar o tempo como ele é,
vamos passear por aí, vamos comer por aí,
vamos descobrir o que tem por aí!
Na vida, só precisamos arriscar.
Mas eu sei o quão hipócrita estou sendo aqui,
mas é que, se eu conseguir, pelo menos, fazer você arriscar,
eu achei o meu lugar. Então, se arrisque.
Aprendi que verbalizar onde dói não necessariamente será aberto espaço para colo. Navegando nessas nuances, ficamos totalmente dependentes do ouvido que nos ouve. Se ele está limpo, verdadeiramente aberto, encontraremos mesmo que um simples conforto. Mas quando as portas estão fechadas e sua principal segurança é a ofensa, o espaço é aberto para a inferiorização dos sentimentos colocados sobre a mesa. A fala é sempre importante. Mas, depende muito de quem se fala. Depende muito do ouvido que se ouve.
"Temos que ter sempre motivações necessárias dentro de nós. São elas que nos compelirão constantemente aos atos que nos levarão às vitórias."
