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Tudo nesta vida são ciclos, alguns acredito que sejam intermináveis dentro de nossos corações, mas isso não quer dizer que não precisem de um ponto final!
Não aí ciclos, porque a vida é linear. No máximo etapas o paradas em uma estrada no caminho de uma só direção.
O tempo, os días, as noites, as semanas, os meses e os anos não existem. A vida é linear, não tem ciclos e sim etapas no caminho que é sempre no presente.
Os estádios da vida são como as complexas redes neurais, a cada ciclo compreendemos as alteridades e aletradamos. Através da destreza passamos a reconhecer nossas verdadeiras aptidões e por sua vez, atinamos quem somos nós.
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A vida é um ciclo. Nela tudo é passageiro, e até nós estamos aqui de passagem. A felicidade, a tristeza, o fim de uma dor, o início de outra, a ausência completa de sofrimento - condições fortuitas. Problemas viram solução até surgirem outros contratempos à espera de resolução. Nenhum conhecimento adquirido cessa a nossa sede de aprendizado, e vamos aprender na sorte e no revés.
Saciamos as curiosidades da infância e entramos nos medos da adolescência, os temores são vencidos e passamos as batalhas da vida adulta, para depois, enfim, enfrentarmos as dificuldades da velhice e fim de vida.
Passamos a vida em loops temporais com intervalos de presença e ausência de dor. É natural surgir em nós o sentimento de impotência, mas não precisamos tê-la em excesso. Exatamente, viver é estar entre o céu e o inferno em equilíbrio.
Cultivamos o autoconhecimento, a criatividade, a convivência, a caridade e o nosso amor-próprio. Criamos bons hábitos e tentamos abandonar tudo aquilo que nos deteriora. Só temos o agora. Desconhecemos o futuro enquanto encarnados e se existe algo além do nosso desencarne, contudo, creio que o nosso loop temporal é infinito e evolutivo.
Os conhecimentos de cunho evolutivo têm se revelado em todos os ciclos naturais e astrológicos culminando nos tempos de hoje com uma cultura que equilibra de verdade, uma Cultura Racional no melhor sentido da palavra.
Às vezes, precisamos deixar ir para que também venha. Às vezes, temos que encerrar para começar. Às vezes, precisamos dar um ponto final ao invés de uma vírgula. Mas SEMPRE, precisamos nos colocar em primeiro lugar.
Muitas vezes, escolhemos permanecer em nossa zona de conforto, embora sombria, do que nos aventurarmos em busca de uma nova estrada.
Há uma parte de nós que está presa a ciclos. Ela não evolui, não se transforma, nem se comunica. Ela apenas se repete.
Às vezes, a gente quer tanto que dê certo e não aceita que é necessário fechar ciclos, que aquele era o momento de dar errado.
Encerrar ciclos nem sempre é uma tarefa fácil. Isso requer muito amor-próprio para poder aceitar que algo chegou ao fim. Mas a verdade é que se não deu certo, é porque algo muito melhor chegará até você.
O fechamento de um ciclo é sempre uma oportunidade de renascimento interior, muito embora não exista necessidade de datas fixadas para nos renovarmos.
Homem desesperado para afirmar e reafirmar a cada instante coisas que uma mulher gosta só na tentativa de agradá-la para não perdê-la é tão perigoso quanto um acidente de carro causado por um bêbado e um desequilibrado sem alma ou coração, você vai sempre acabar saindo machucada em todas as vezes de alguma forma até que vai chegar o dia em que finalmente o sentimento morrerá de vez dentro de você.
Você já não apanhou emocionalmente da vida e psicologicamente dos outros por tempo demais?
Não se cobre se em alguns momentos a sua vida estiver bagunçada. Sempre estaremos em novos ciclos, a desordem é normal.
Desfecho
A vida é feita de ciclos e infalivelmente
para cada ocasião há uma estação
com maduração e contradição do tempo.
Há tempo para fomentar o sentimento
e envolver-se gradualmente
no fascínio da sedução,
tempo de cognição, de apreensão
tempo de desconhecimento.
Há tempo de surpreender e ousar
assenhorando-se do que se semeou.
Há tempo de causar sem se deixar intimidar
e tempo de recuar, de desadormecer.
E tempo de teimar em sonhar e apetecer.
Tempo de se abandonar os hábitos enraizados
que levam sempre aos mesmos tropeços.
E por enfim a estação terminal: the end.
É o tempo do desfecho sem recomeço.
Não ter alguém que ter de ânimo para sempre ser alguém melhor e no final do dia poder compartilhar as suas conquistas. Acaba sendo algo vazio, sem graça! não trás alegria e risadas sobre a trajetória. Se você acredita no amor lute por ele e não deixe que a chama se esfria, depois que ela se apaga ela se torna somente uma esperança para que o novo ciclo seja melhor
Há 5 anos atrás, acordei cedo
arrumei a bagunça
dei comida pro gato
já que ele fora o unico a sobrar
coloquei agua gelada
Depois de tudo, senti algo,
era como se doesse por dentro
imaginei, é a fome
Tratei logo de fazer não um
mais dois sanduiches, coloquei o queijo
coloquei o presunto, passei bastante manteiga
daquele jeito que só nós sabemos
Fiz o sanduiche
Mas no fim, não sabia o que fazer com ele
pois percebi que não era fome
Os sanduiches ja estavam prontos
não da pra descolocar o presunto, o queijo, retirar a manteiga
Senti culpa e dor, pois a dor, continuou ali
Por muito tempo, porém hoje, eu consigo me perdoar por fazer aqueles sanduiches e depois de guarda-los por muito tempo
Finalmente, joguei fora aqueles 2 sanduiches mofados
Que tanto me deixaram culpado
A vida é constituída de ciclos,esses dos quais somos incumbidos de seguir. A vida é determinada antes de nascemos, ou seja escolhemos como queremos viver,muitas das vezes em prol de uma dívida existente de outras vidas.
A vida gira conforme escolhemos para que direção seguir.
Muito se fala sobre o ônus de desistir das situações, relações e pessoas. É como assumir o fracasso diante de oportunidades. Mas poucas pessoas falam sobre o quão cara são as insistências. A insistência é romantizada como virtude, mas note como pode ser violenta!
Ela é efêmera em sua luminosidade, dotada de uma inteligência cortante e inexorável. Sua jornada é brilhante, porém árdua, marcada por uma sagacidade que, embora admirável, não encontra consolo nos refúgios do lar.
Ela, cuja fulgência reside na complexidade de sua mente, envolta em uma aura de imprevisibilidade.
Sua inteligência, como uma lâmina, corta através das camadas superficiais da realidade, revelando a essência subjacente dos acontecimentos. No entanto, essa clarividência não proporciona conforto emocional, pois sua existência é marcada por uma busca incessante por algo que permanece elusivo.
O caminho dessa alma perspicaz é trilhado com determinação e a benção de Iansã, mas, paradoxalmente, carente do calor acolhedor do afeto e de um porto seguro. Qualquer tentativa bem sucedida de preencher esse vácuo, precipita a repetição de padrões já enfrentados, mergulhando-a em uma crise emocional.
Seu potencial, vasto como um horizonte inexplorado, desmorona diante da vulnerabilidade de suas emoções. Cada ciclo, uma espiral descendente que desafia suas resoluções. Torna-se um eco doloroso da busca incessante por algo que permanecia inalcançável.
Assim, sua figura efêmera se desdobra em um drama emocional, onde a fugacidade contrastava com a fragilidade das relações e a busca incessante por algo mais. Em meio à aridez de suas experiências, desbravando um terreno intricado e, por vezes, hostil, em busca de uma redenção que teimava em escapar de suas mãos.
Os ciclos se desenrolam, repetindo-se, como uma sinfonia inaudível. Nas entrelinhas do quotidiano, a superficialidade obscurece a visão, impedindo que as pessoas percebam a sutileza dos ciclos que moldam suas vidas. A falta de consciência e discernimento age como uma venda nos olhos, tornando-as subjugadas pelo automatismo, inconscientes dos matizes da existência. Nesse estado de letargia, perdem oportunidades que poderiam transformar simples atos em experiências profundas. Romper com essa inércia é desvendar a riqueza escondida na essência, é despertar para a vida além da superfície, onde cada ciclo é uma oportunidade de crescimento e compreensão mais profunda.
"Iniciar novos ciclos e novos projetos de vida, às vezes pode assustar, porém esse é o caminho que nos possibilita encontrar o sentido de nossa luta e enfrentar tudo com coragem e perseverança."
Aproveite os revezes da vida. Pois quando está bom, está bom sim. Mas quando está ruim, estará ruim de verdade.
E a vida é assim, cheia de altos e baixos e a "natureza" sempre agraciou os mais adaptáveis a essas mudanças.
