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Mesmo o poderoso carvalho se acha forte, até vir um homem com um machado e derrubá-lo.
POEMAS EM HOMENAGEM A VLADIMIR CARVALHO
Vladimir Carvalho: Voz dos Candangos
Vladimir Carvalho, de fita e sena,
No cinema nacional, faz-se presente,
“O País de São Saruê”, um poema,
Mostra a história do Brasil latente.
“Conterrâneos Velhos de Guerra”, retrato
Dos operários erguendo Brasília,
Morrendo na lida, sem aparato,
Imagens que revelam a dor, sem trilha.
Deu voz aos candangos, aos excluídos,
Revelou as contradições do Estado,
Desigualdades de um povo sofrido.
Na censura, sua arte foi cravada,
Formou cineastas com seu legado,
Sua marca na cultura é eternizada.
- Antonio Costta
24/10/2024
Guardião da Memória do Cinema Nacional
Vladimir Carvalho, guardião da história,
No cinema brasileiro, eternizou,
A memória do país que registrou,
Imprimindo na tela, de forma notória.
Desde jovem, na Paraíba iniciou,
Consagrando documentarista, com paixão,
Filmou injustiças, a censura, a opressão,
Na ditadura a verdade revelou.
Parte do Cinema Novo, movimento vital,
Captou lavradores, violeiros, ceramistas,
E os candangos, na capital federal.
Eternizou o Nordeste, suas conquistas,
Vladimir Carvalho, com seu olhar social,
Fez do cinema, voz dos injustiçados e artistas.
- Antonio Costta
24/10/2024
É simples decorrência da confusão metodológica, quanto à interpretação do processo histórico, comum no Brasil, abrangendo autores da categoria daquele inicialmente citado, a análise que fazem, e que ele faz, dos eventos de novembro de 1889. É a tese da República por acidente, que vive da repetição. O autor referido escreve, a certa altura do seu volume sobre o fim da monarquia brasileira, que ela foi aqui "dissolvida abruptamente", acrescentando o detalhe que isso se deu "por efeito de um movimento sedicioso que, segundo a primeira intenção de seu chefe, visava apenas a mudar o gabinete, mas acabará deitando por terra a Monarquia". Adiante, volta a colocar o problema nos mesmos termos: "Quando, ao proclamar-se a República, a massa da população, tomada de surpresa pelo acontecimento, se mostra alheia ou indiferente a princípio, Pelotas, que pertence, aliás, à velha linhagem de soldados cuja origem data dos tempos coloniais, acha injustificável a omissão das camadas populares e vê nisto o mal de origem do novo regime. Em realidade, a República é obra exclusiva do exército, ou mais precisamente, da guarnição da Corte, embora seja apresentada, também, como da armada, que não teve parte na mudança das instituições e em nome do povo que a tudo assistiu 'bestializado"
A República: uma revisão histórica
O mal maior
As vezes tudo que precisamos é entender as pessoas. Não importa se concordamos ou não com suas idéias, mas se conseguimos escutá-las, dar-lhes um momento de atenção e o mais importante: Verdadeiramente, tentar compreendê-las, sem julgamentos ou conceitos pré-formados, sendo este o mal maior e o princípio da geração de todas as espécies de intolerância.
“Viajou amiga”. Sim, as vezes é preciso viajar para bem longe à propósito de buscar as respostas que jamais encontraremos aqui.
O poder do ato em refletir.
É tudo uma ilusão.
Faça o bem sem se importar com as circunstâncias de vida de cada um 1️⃣.
Apenas faça o Bem.
A sua recompensa virá de Deus, e nem sempre de quem você ajuda.
Vou, mas levo!
Morri...
E você nem me conheceu
Fui poeta e cantador
Violeiro amador
Da Julieta, o Romeu.
Fui o Adão da Eva
Fui profundo e vazio
Causei na pele, arrepio
E tive conduta perversa
Causei tristeza à Bessa
E fiz lágrima virar rio.
Sei que falo algo bobo
Mas que também traz consolo
Para quem perdeu meu bem
Na verdade não sei nem
Se o distanciar é duradouro
Pois pretendo ter no quórum
O chegar de mais alguém
Vizinho, colega, amigão
Eu sei muito bem que então
Estaremos com um só riso
Lado a lado no paraíso
Nos chamando de irmão.
(Edgi Carvalho🍁)
“O papel do filósofo, teólogo ou pensador dentro de uma sociedade profundamente massificada é semelhante ao de um pequeno comprimido de tranqüilizante no corpo de um neurastênico: não vai curá-lo, mas vai lhe dar um breve momento de calma e lucidez no qual ele poderá tomar decisões que mudem sua vida. Se a sociedade souber aproveitar sua presença, melhor para ela. Se não, o pensador, sem recriminar ninguém, irá calmamente para o seu canto ensinar a si mesmo o que os outros não quiseram aprender”
AO POETA FRANCISCO CARVALHO
Meu poeta Francisco Carvalho
Em memória da poesia
Celebro o dia
Com o poema das mãos vazias
Poema dialético
Poema sem metafísica.
Que assim seja o poema:
O enigma da vida
Algo a decifrar
Palavras que transcendem.
Qual a metáfora do tempo?
O ritmo da canção do vento
A rima da eternidade...
O mundo é a barca dos sentidos
Conduzida pelo anjo cego
Na cegueira do tempo
Guarda no bolso
Os segredos do Universo.
Na viagem do tempo
Centauros urbanos mudam de cor
Como as palavras que mudam de cor
Qual é então, a cor do amor?
Meu velho poeta
Quem pintou os mortos de azuis?
Dizem que foi o Senhor do Dia
O Dom Quixote atrapalhado
O homem da máquina de escrever
Aquele que tem o poder da palavra
Aquele que esqueceu os sapatos
Na escada do paraíso
O poeta da eternidade.
Eu hoje parei e pensei:
Que virose tão forte foi essa?
Digo FOI porque já passou
Creio no Deus de promessa
Que cuida dos filhos seus
E não nos abandona jamais
Nos prova porque Ele nos ama
Na prova Ele nos satisfaz
Deus ouve a quem seu nome clama
Cura,salva e nos diz: Ide em Paz
Não é porque pecamos ou mereçamos
Nem tão pouco porque precisamos sofrer
Mas de uma coisa eu tenho certeza
Não vou questionar a Deus por nada
Pois com Ele eu sei que vou vencer.
Tente, tente e tente. Não vai ser fácil, pode ser demorado e até custar lágrimas. Mas quando você conseguir, vai valer a pena e você vai valorizar mais do que você valorizaria se conseguisse rápido. Enquanto maior for a dificuldade, maior será o sucesso!
Silêncio no rádio
Estão escrevendo mais um poema de amor.
Perdão! Silêncio no rádio
Estão escrevendo mais um poema de dor.
É um poema tão quente
Que as vezes me faz muito calor
Ou um poema tão doloroso
Que as vezes causa muita dor
Silêncio no rádio
Não quero ser seu resplendor
Silêncio no rádio não quero mais essa dor
Silêncio no rádio
Perdão se meu tema é amor!
Erguendo um país nos infernos
Aos poucos ergueu - se o orgulho
Às margens do rio do egoísmo
Coberto por nuvens escuras carregadas de ódio
Ventos que sopravam em direção ao fanatismo
Sua economia era baseada no desgosto
O apelo rancoroso de seus Patrícios
Agora são apenas contradições
Ou quem sabe?, Contrações
Do movimentar do maxilar no seu rosto.
A poesia é o passado
Mas já foi presente
Já fez parte da dor, do suor e da mente
Hoje só rabisca papéis de sobras
Escrito "data" num canto.
O que um dia já foi "canto"
Hoje está num canto qualquer
Não tem mais sentido para tanto.
Não existe futuro algum
Neste país
Que um dia foi projetado para ser um paraíso
Não passa de um inferno comum.
Muitos não acreditam
Que Cristo é o Salvador
Falam da boca pra fora
Eu adoro meu Senhor
Mas não querem compromisso
Fazer o IDE da salvação
Anunciar o evangelho
O escape desta nação
Pois somente Jesus Cristo
Pode salvar a humanidade
Que vive de aparência
Enfrentando dificuldade
Aceite a JESUS CRISTO
Este te amou de verdade.
Quanto mais alto um poste for, uma maior região ele conseguirá iluminar. Contudo, sua luz será sempre mais fraca perante a ti do que a de um poste menor.
Carregamos a indiferença conosco para onde vamos, basta escolhermos se a deixaremos nos possuir. Isso é escolher ser ou não ser diferente.
Cada um de nós possui uma ampulheta oculta, a ampulheta da vida. Infelizmente não possuímos força suficiente para a virarmos de cabeça para baixo.
Nem sempre a verdade estará de acordo com suas ações ou pensamentos. Nem a mentira com suas expectativas.
