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O bom caráter não pode ser copiado. Assim, como se extrai a essência mais pura de uma flor, ele vem do mais profundo âmago.
Talvez no último momento em um último olhar.
Quando der para se calar ou gritar.
Quando tiver que ser forte ou fraco.
Quando chegar o momento de ter a gratidão ou mal agradecer.
Quando chegar o último momento de assumir os erros, ou simplesmente pedir desculpas.
Quando no último momento a minha visão se perder...
Desejo que ela se vá...
Deslumbrando-lhe toda a sua beleza pela última vez.
E mesmo que Deus não me permita o tempo de te dizer-te.
Sabereis quando olhar em meus olhos, que apesar de meus erros e anseios, eu sempre te amei.
Apenas olharei nos teus olhos, e apenas espero ouvir no último momento.
_Adeus meu amor.
É Deus que está no comando de nossas vidas, e não o clamor para a nossa derrota que sai da boca do nosso inimigo.
Meus filhos são o meu legado.
E a principal herança que quero deixar para eles e seus vindouros, é o que precisam para serem pessoas que tenham caráter, honestidade, bondade e gentileza.
É a lembrança de tê-los ensinados a serem pessoas boas, para habitar esse mundo.
Mas quase sem esperança vive esse mundo...
Mas sei que o que deixo para eles.
Que se cada um fizer a sua parte, poderemos ter um mundo melhor.
E se eles também ensinarem a seus vindouros, filhos e netos.
A se tornarem pessoas boas nesse mundo, os mesmos tornarão ele cada vez melhor para si e para seu próximo.
Também passe a cada um deles que vale a pena ser e viver o bem.
E no final de tudo fica a duvida?
Como eu sei que será, passado os meus ensinamentos de caráter, honestidade, bondade e gentileza?
_simples, eu estou passando a frente os ensinamento que meu falecido pai me ensinou.
ter um status ou não ter?
ter um cargo elevado ou um cargo baixo?
mostrar que sou...
ou ter que ser o que não sou?
_Na verdade a disputa, só põe semelhante contra seu semelhante.
quando na verdade o mundo a sociedade e o estado, precisa ambos para ser um todo!
Os arquitetos do vazio…
Sob a luz pálida de um sol amortecido, um salão vasto e mal iluminado estendia-se como um campo de batalha velado. As mesas alinhadas eram cercadas por cadeiras que pareciam tronos de um reino que se sustentava em falsidades e segredos. Ali, onde o ar tinha o peso de um segredo mal guardado, seis figuras dominavam o espaço, cada uma com sua própria máscara, cada uma com suas ambições ocultas.
No centro de tudo, havia Lívia, a líder do lugar, embora o título parecesse um adorno mais do que uma verdade. Ela era jovem, mas sua postura encurvada e o olhar vazio faziam-na parecer mais velha, como se carregasse o fardo de uma vida que nunca aprendeu a viver. Sua presença era um paradoxo: uma figura que deveria inspirar, mas que transmitia uma inquietação quase palpável. Havia algo de sombrio em suas expressões, uma tristeza que parecia nascer de um vazio interno, como uma casa grande e rica, mas sem mobília. Ela nutria uma amizade peculiar com Clara, a outra mulher do grupo, uma relação que os olhos mais atentos poderiam chamar de genuína, mas que, nas sombras, era distorcida por interesses e manipulações.
Clara era uma especialista em disfarces. Seu sorriso largo e suas palavras doces escondiam uma mente afiada, acostumada a esquadrinhar as fragilidades alheias. Era como uma serpente, deslizando suavemente, mas pronta para atacar quando fosse conveniente. Enquanto fingia lealdade a Lívia, tecia em segredo uma trama venenosa, espalhando palavras como lâminas, afiadas pela raiva e pelo desprezo que sentia pela líder. Não era difícil perceber que Clara não tinha apreço por ninguém além de si mesma, e seu mundo girava em torno de benefícios que pudesse colher sem esforço.
Entre os homens, destacava-se Elias, vice-líder, o mais jovem da equipe. Sua juventude era marcada por uma habilidade peculiar: a mentira. Ele mentia com uma facilidade que quase parecia arte, moldando realidades paralelas que o favoreciam, como um espelho distorcido. Sua personalidade refletia a de Lívia, ambos unidos por uma escuridão que não admitiam em voz alta. Elias era astuto e sabia que, para sobreviver, precisava jogar um jogo perigoso, mesmo que isso significasse destruir quem estivesse em seu caminho.
Davi, o assistente que ocupava o quarto lugar em idade, era um homem de aparências e fantasias. Ele havia se construído em cima de histórias que não eram suas, pavimentando sua trajetória com mentiras que contava a si mesmo e aos outros. Era um parasita, sugando o que podia de Lívia, que, por motivos que ninguém compreendia, lhe dedicava uma atenção especial. Talvez fosse fascínio, talvez interesse compulsivo e carnal, mas o fato era que Davi sabia como aproveitar-se disso, alimentando as ilusões de Lívia enquanto construía sua própria rede de vantagens.
O restante da equipe era composto por Samuel, o segundo mais velho, um homem animado, de energia leve, mas que escondia inseguranças profundas e uma natureza dúbia, e Heitor, o veterano do grupo, cujo coração puro e espírito resiliente o tornavam um estranho naquele ninho de cobras. Heitor havia aprendido a sobreviver, não por malícia, mas por necessidade. Ele observava o caos ao seu redor com olhos atentos, sabendo que o único caminho seguro era aquele que o levaria para longe dali.
A trama começou a se desenrolar quando Lívia, Clara e Davi uniram forças em uma conspiração intrincada. Eles criaram uma aliança baseada em interesses mútuos, cada um trazendo suas habilidades para a mesa: Lívia, com sua manipulação e capacidade de distorcer a verdade; Clara, com sua falsidade; e Davi, com sua habilidade de se fazer indispensável. Juntos, começaram a trabalhar com um único objetivo: derrubar Elias e promover Davi em seu lugar, garantindo a vontade de Lívia e que Clara fosse muito bem recompensada.
Porém, Elias não era tolo. Ele percebia os movimentos sutis, os olhares trocados, as conversas sussurradas quando pensavam que ninguém estava ouvindo. Ele começou a contra-atacar, espalhando rumores e manipulando situações para parecer estar jogando no mesmo time de Lívia, quando na verdade ele queria o seu lugar. Era um jogo de xadrez sombrio, onde as peças eram movidas no silêncio, e as consequências eram reais.
Enquanto isso, Heitor observava. Ele não era parte do jogo, mas também não era cego ao que estava acontecendo. Ele via as máscaras caindo, os sorrisos falsos, os olhares carregados de intenções ocultas. Ele sabia que aquele lugar não era feito para ele, que sua bondade e honestidade eram qualidades que não tinham valor ali. Mas também sabia que precisava aprender a jogar, não para vencer, mas para sobreviver até que pudesse partir.
Quando o confronto final aconteceu, foi como uma tempestade que há muito se anunciava. As alianças desmoronaram, as verdades vieram à tona, e os segredos que sustentavam o equilíbrio precário daquele reino de falsidades foram expostos. Clara tentou culpar Elias, que, por sua vez, acusou Davi, que tentou se esconder atrás de Lívia. Mas, no final, todos saíram perdendo, exceto Heitor, que, com sua paciência e resiliência, conseguiu escapar ileso.
Quando Heitor finalmente deixou aquele lugar, sentiu-se como um prisioneiro libertado. Ele sabia que nunca mais voltaria, que aquele capítulo de sua vida havia terminado. E enquanto caminhava para fora, sob a luz de um sol que finalmente parecia brilhar, ele sorriu. Não porque havia vencido, mas porque havia sobrevivido. E, às vezes, isso era tudo o que importava.
Cuidado com pessoas que define a personalidade e a índole como caráter, isso é algo natural, não necessariamente precise descrever no curriculum de vida. No tempo de Cristo, Pedro era explosivo, mas não era perigoso, o perigo estava em Judas que sorria e beijava no rosto.
Cuidado com o querer ser você mesmo, e por não ser notado, acaba exagerando pra chamar a atenção.
Por que tudo que é demais, sobra. E se sobra vai pro lixo!!!
Seja simples, mas original, pois tudo que é natural e verdadeiro sobressai a alma!!!
Não a beleza fútil que nem a maquiagem, nem a máscara consegue camuflar!!!
O ser humano falha quando prejudica a outrem, e não tem a capacidade de reconhecer o próprio erro, e redimir-se, e pior, acredita ser a limpeza de Deus em sua vida, protegendo-o e livrando-o de todo mal. Santa hipocrisia. A virtude seria reconhecer as falhas, e corrigi-las. Errar é humano!
Palavras são mais que sílabas e sons, são símbolos de sensações e emoções!
Aqueles que melhor as usam são os bons ouvintes, os que falam com empatia, são os que sabem calar, pois o melhor do caráter se forma em silêncio.
A SOMBRA DO MAU CARATISMO
Se você tiras proveito da situação
E toma para si todas as vantagens
Se pensas somente em ti e seu eu
Quando julgas os outros no mal
Com atitudes de pura vingança
Suas mentiras se tornam verdades
E o próximo é uma peça no caminho
Quando você pisa sem mesmo olhar
onde o escrúpulo é a maior ausência
O molde da personalidade se instala
a consciência vira virtude deformada
A pessoa perfeita de falsa confiança.
Com seu outros vários adjetivos
Cafajeste, canalha, patife, calhorda
Quando ser desonesto soa um elogio..
Tudo parece não ter tal importância
Continuas vivendo na sua tranquilidade.
Quem valoriza os outros, se valoriza. Quem faz o bem, atrai o bem. Quem busca Deus, encontra paz. Faça a escolha certa antes que a vida escolha por você.
Pra que atribuir a autoria da sua obra, que se chama vida, a outrem?
Não precisamos criar autores fictícios que possuem personalidade já que temos nossa própria individualidade consciente.
Se para algumas pessoas não somos reconhecidas em razão das nossas funções ou mesmo feições, elas não merecem nosso préstimo, destreza, talento, pendor...
Nenhum sacrifício vale a pena se ferir nossos princípios, macular nosso caráter e ceifar a nossa fé.
Ao longo do tempo adquirimos a incapacidade perceptiva. Nosso senso de justiça foi veementemente contundido e confundido. Não conseguimos mais distinguir o bom do mal e o mal do bom - o certo do errado - a luz das sombras.
Seu argumento só será válido quando você tirar ele da cabeça e testar o poder da sua ideologia na reação alheia.
Mirar em uma pessoa é tortura.
Como vai ser a sua construção sentimental?
Sem ação não há reação, tudo que está parado não evolui.
A razão da vida é a coleção de sentimentos bons que podemos ter.
Só você sabe sua forma de sentir, e se não souber, vai trilhar a história de alguém.
