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que eu me divirta nas minhas diferentes formas,
que eu tenha sabedoria em cada processo,
que eu esteja preparada para todas as mudanças,
que eu possa encantar e alegrar por onde passar.
que essa metamorfose seja diária,
e que tudo tenha o seu próprio tempo.
Leticia Canova
Desde que eu te vi pela primeira vez me perdi no brilho do seu olhar, que me encarava tão profundamente que senti a famosa BORBOLETA no estômago.
Será que isso é o amor a primeira vista?
Bom a resposta eu não sei...
fique perto dos meus olhos
e veja eles refletirem os seus...
e os seus pés coloque sobre
os meus, e vamos flutuar
frio na barriga não é pela subida
são as borboletas que te fazem voar
lá do alto vemos a cidade
que dorme a cintilar
sem saber que estamos lá
lá no alto repousamos sobre
as nuvens de algodão
eu abro sua mão
te dou meu coração
Poema: Leve.
24/08/2018
As borboletas
Ah ! As borboletas
Você pode até achar que não tem nada haver uma coisa com a outra.
Mas, pelo menos por um instante, pare para pensar e façamos uma comparação entre o amor que nasce e esse bicho que assusta uns e encanta outros.
Elas sempre aparecem no ar, nas árvores, nas paredes, sempre esvoassantes e do nada encanta e assusta pela beleza.
E quando o amor acontece, elas aparecem de forma imaginária dentro de nós, provocando calafrios deliciosos, auxiliando nosso coração quando a pessoa especial aparece.
Podemos afirmar então que elas são como uma espécie de bússola, nos norteando e direcionando quando o sublime AMOR está para acontecer.
os animais que mais possuem formas de defesa são os mais sensíveis;
tais como as tartarugas em seus cascos ou as borboletas antes de se desprenderem de seus casulos, assim são os seres humanos: Passam parte de suas vidas amedrontados fechando seus corações para o mundo afim de se protegerem, e na esperança de que algum dia possam se libertar e voar.
Se observar o poder que a natureza tem de reciclar, você reterá das coisas a sua volta, somente aquilo que te faz prosperar
Plenitude
Noites vazias que se despedem
Nas manhãs de luz do seu bom dia
Seu abraço grudado
A doçura do seu sorisso
Trazem alivio para o fôlego perdido
O frio na barriga
Levanta vôo das borboletas
Que invadiram meu corpo
Elas quando ouvem seu nome
Bagunçam meu estômago
Me fazendo levitar até o altar
A rota do seu olhar
Me faz rainha
Sua mão na minha
Selam uma celebração
De paz e união
Eu e você
Sem fim
Sem começo
Apenas vivendo a plenitude
De corações que pulsam sem medo.
Fases e metas, metamorfose,
com esperança e experiências,
as perdas em ganhos se transformam
como o vôo liberto das borboletas
provando que todo o processo importa.
E se as borboletas forem o retrato da perseverança travestidas de flores, que o vento tirou para dançar?
“Me faço de folha
Disfarço-me
Aproveito a brisa
E alço voo.
Escrevo belezas
Enquanto despercebem-me.
Concentram-se na folha
Não veem minha poesia.
Por fora
folhas de outono
Por dentro,
borboletas de primavera.”
Suas Borboletas
Você se distanciou tanto do nosso mundo...
Você deixou borboletas para trás...
Borboletas não sobrevivem no espaço.
Mas eu posso ir até você...
Eu levo milhares delas em meu capacete
Eu faço qualquer coisa para ver você sorrir
Mesmo que isso signifique a morte.
Abelhas e borboletas...
Aqueles que gostam de aventuras emocionais são as que mais se esforçam para alimentar um amor que nunca estão disposto a perpetuar.
Constroem emoções e expectativas alimentasse do néctar e abandonam o estigma... buscando outras emoções.
Será que as borboletas no meu estômago se alimentam do néctar da flor que cresceu no coração, por isso nunca se vão.
Não existem borboletas
Poxa….
Acreditei em borboletas, acreditei
Acreditei em janelas abertas, acreditei
Acreditei em amor, acreditei
Acreditei no incondicional Acreditei
Agora descobri: borboletas não existem
Agora descobri: sonhos são ilusões
Agora descobri: janelas abrem
Agora descobri: meus sonhos se foram num daqueles balões
By Jacque Accioly
Queria escrever um poema
Sobre borboletas
Mas tem um problema
Seria muito cruel
Tentar prende-las no papel;
Será impressão minha?
Ou virou coisa rara?
Porque até vejo flores,
Mas borboletas, nada!
Na minha infância era diferente.
Elas estavam por toda parte,
Brincávamos com elas
Com redinhas,fazendo arte.
Nos canteiros de margaridas
A presença era constante.
Via-se umas maiores
E pequeninas aos montes.
Era tanto amarelo
Que confundia o olhar.
Eram centenas delas
A nossa frente a bailar.
Não muito raro se via
De outras cores também
Que mais tarde, num papel
As representávamos tão bem.
O mundo era mais colorido,
Mesmo na infância regrada
Sem tecnologia
A alegria não nos era tirada.
Hoje infelizmente
O mundo de cores esta ausente.
Para tantas e tantas crianças
É em branco e preto somente.
Saiba que você é maior que a primavera, você me oferece mais flores, mais perfume, e as borboletas sempre vem... Você é meu infinito jardim!
