Tag biblioteca
A biblioteca é o farol de todas as crianças. É o santuário de todas as pessoas. É até mesmo a fortaleza de todas as cidades e todos os condados diante da ignorância, da intrusão e do mau comportamento.
A Biblioteca é o templo do saber, e este tem libertado mais pessoas que todas as guerras da História.
A memória não se restringe apenas àquilo que lembramos, mas a tudo aquilo que o tempo nos permitiu preservar como legado. Ela nem sempre nasce do afeto, do consenso, como afirma Halbwachs, mas das relações de poder que atribuem a memória novos significados. Já a história, que figura no tempo como antítese da memória, sujeita-se à vontade de quem a seleciona, de quem a escreve. Assim, nessa relação dialógica entre a memória e a história, cabe ao espírito inquieto do pesquisador penetrar os silêncios, questionar os vestígios e avaliar tudo aquilo que a história legitimou como digno de permanecer em arquivos, bibliotecas e museus nacionais.
Uma biblioteca não é um conjunto de livros lidos, e sim uma companhia, um refúgio e um projeto de vida.
Uma biblioteca é o órgão que contém todos os sentimentos e emoções de uma unidade escolar, tanto nas páginas dos livros, como em toda a sua estrutura física. Estrutura abalada pelo tempo, pela chuva,pelas infiltrações e pelo descaso.
O vírus que corroeu as entranhas das paredes do coração da escola foi também cruel o suficiente para fazê-la entristecer. Chorava constantemente durante muitos invernos, às vezes encharcando livros e outros pertences,
como estantes e armários. Livros também entristecem quando é um vírus chamado descaso que invade seu
espaço e estremece suas bases atingindo sua real importância.
(Livro: Relatos do projeto de contação de histórias Estrela estrelinha -a biblioteca e a bibliotecária 2° edição)
" Amizade falsas são terrenos férteis para sepultar os sonhos, fale apenas a sua alma sobre seus desejos, uma frase mal falada é capaz de destruir uma biblioteca de realizações"
Gilanio Calixto
PIRATARIAAA!!!
Filósofo, Cientista, Cirurgião
Essência, Religião, Mitologia
Físico, Matemático, Nobre Cidadão!
Ciência, Civilização, Filosofia
Sócrates, Aristóteles, Pitágoras, Platão
A Grécia, a Europa, a supremacia...
Só que não!
Piratariaaaa!!!
Indébita apropriação
Na biblioteca, invasão
Na pele, discriminação
Alexandre, o grande¿
Sim, o grande
invasor, usurpador, ladrão!
Biblioteca
Entre gritos abafados
no silêncio da Babel
Pensamentos empilhados
entre sonhos de papel
Ideais catalogados
deuses, reis empoeirados
Um inferno! quase céu...
Procuro por ti no antigo castelo de paredes coloridas... No circo dos sonhos... Nos versos que componho... Na biblioteca fechada,esquecida... No teatro das ilusões... Entre terremotos, vulcões, furacões... Até mesmo em outros corações... Em montes nebulosos, escuros, vazios... Nas brumas à beira dos rios... Em dias cheios de solidão e medo... Em noites silenciosas cheias de segredos... Em cada solitária dança... No riso de uma criança... No frio vento... Em cada gota de chuva... Em cada flor de ilusão... Pelo caminho a fora... Em cada terrível lembrança... No perfume de tua luva caída ao chão... No passado e no agora... Por que? Por que fostes embora?...
O melhor remédio para a ansiedade não está nas farmácias e drogarias, dentro dos frascos de ansiolíticos, está nos sebos, bibliotecas e livrarias, dentro dos livros.
É preciso aprender a conviver com opiniões diversas e adversas, e acho que o exemplo mais bacana disso é uma livraria ou biblioteca, onde opiniões diversas e antagônicas convivem lado a lado.
Alice, ali sentada, escuta,
a conversa a prende, a alma desfruta.
"Se tudo se move e muda de estado,
O que somos nós, nesse vasto mundo traçado?"
O senhor aponta a estante ao redor, "Somos histórias, poeira e calor."
Não Deixem que as Folhas dos Livros se Apaguem
Vocês que chegarão depois, escutem: os livros não são apenas tinta e papel, são ventrículos de mundos que respiraram antes de vocês. Cada página guarda o suor de quem pensou, o tremor de quem duvidou, a coragem de quem imaginou o impossível. São mapas de sonhos e cicatrizes, e seu silêncio é um sussurro ancestral.
Não permitam que a pressa do futuro transforme essas folhas em pó. Cuidado com as telas que brilham, mas não aquecem; com as palavras que voam, mas não criam raízes. A tecnologia pode armazenar dados, mas não sabe traduzir o cheiro de um livro antigo, o peso da história na palma da mão.
Se as folhas se apagarem, seremos órfãos de nós mesmos. Cada livro esquecido é um véu rasgado no espelho da humanidade. Toquem as páginas, sublinhem frases, emprestem histórias. Façam dos livros pontes, não relíquias.
O futuro será árido se enterrarmos a voz dos que vieram antes. Lembrem-se: um mundo que despreza suas narrativas é um mundo que perdeu a alma.
Não carreguem apenas o amanhã nas costas. Carreguem o fogo das palavras. Assim, quando o vento soprar, ele não apagará as folhas apenas as fará dançar.
Hoje, minha mente desenhou este sonho!
Sonhei que estava dentro de uma sala, e ao olhar pela janela observava que a água, como um oceano, batia na janela. Parecia um navio, mas não era!
A sala era uma biblioteca, um lugar de conhecimento, cheio de livros. Ali era um lugar seguro onde a água não entrava. Pela janela, era possível observar os movimentos de revolta da água, tentando entrar em um lugar que não era seu!
