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Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.

William Shakespeare
Hamlet, tradução de Millôr Fernandes. São Paulo, Editora Peixoto Neto, 2004.

⁠O sol nos traz sempre um novo dia. A lua nova, um novo mês.

Na dúvida, pergunte ao "tempo" e espere sua resposta, em alguma passagem dos astros, ele esclarece.

Me veio aqui uma duvida. Quando você estava no céu, as pessoas daqui mal via as estrelas existentes nessa galaxia graças ao seu brilho, que era mais forte e sobrepunha as outras, né minha estrela?

⁠Passamos a vida com medo dos desastres, mas sempre foi da natureza dos astros se chocarem. O verdadeiro desafio nunca foi evitar o choque, mas aprender a dançar sob o impacto.

Amanhece o dia como qualquer outro. Liga-se a televisão como qualquer outra. Jornais televisivos entram no ar. Manchetes replicantes frustram as expectativas de um dia de paz: são os bandidos soltos de novo, os mesmos astros dos noticiários que repetem a ousadia de agredir a sociedade desarmada. São os mesmos protagonistas diários das iniquidades, se valendo da impunidade para derrotar um estado fraco, incapaz e alienado, e sobrepujar um governo inútil no combate eficaz. Bandidos mandam no país e governos elaboram cartilhas de espertezas, no intuito de ensinar as pessoas a manter a vida como bem maior, em custa da perda da soberania, do orgulho próprio, e da noção de direito. Não há responsabilização civil para o bandido, e pouco há de responsabilização criminal. Não é possível continuar assim!

Os astros do universo estão conectados com a vida aqui na Terra.
Através de seus movimentos e sua luz, pode revelar segredos e verdades que estão escondidas no fundo do coração dos seres humanos...
Somente com boas vibrações e sensibilidade se conseguira entender os recados que o universo envia todas as noites para a Terra.

Luto dos astros *icarus

O Sol apontou mais alto que tudo
grandioso, acompanhado por uma halo dourada
brilhou o dia todo
e saiu sem dizer nada

A Lua passou a noite encabulada
escondeu-se sob as nuvens
afastou-se das estrelas e do mar
e a penumbra não teve luar

Ouviu-se do galo o canto
o Sol vem chorando
e o dia foi de pranto

A Lua desaba no chão
o Sol desbota em tons de cinza
e a Terra arrependida grita pedindo perdão, perdão!

Inserida por icaro_sales

Me apaixonei quando vi, que meu signo combina com o seu.

Inserida por babyjeh

Além do infinito

E o mundo se relacionou
Com os astros
Pra tirar de mim
As minhas asas

Cortar em mil pedaços
Minha alma

Me fazer de mago
Só pra ver se acabava
Tamanho amor que sentia
E tão pouco provava

Quebraram a cara
Já que muito mais além do infinito
Eu já te amava.

Inserida por Cleison-Melo

É chegada a lua para o descanso do sol.

O céu da cidade é claro demais para conseguir deslumbrar a beleza dos astros, os encantos das estrelas e do universo.

Inserida por F5

Me lembro da contrariedade, das conquistas de cada amizade em que pelo bairro subjuguei.

E das pequenas solenidades em família, da caricia por ver felicidade aos olhos de quem amo, sorria ao espelho dos astros em meu quarto.

Confiante deste conforto, me ampliava com a hiperatividade desta minha alma jovem.

O lar que conduziu minha infância e viu o nascer da minha amada irmã, o lar que ficou junto e deu as mãos para evitar discussões e todo o desdobrar da paixão dos meus queridos pais.

Uma amada casa brasileira.

Que fez de nossos animais membros eternos da família.

Inserida por FabianoHenriet

Vontades

Ah! as minhas vontades.
São tantas, tenho que pensar bem.
Vontade de tudo eu tenho, vontade
de alto subir, ver de perto as estrelas.
Vontade, de pelos céus passear, aos
astros cumprimentar.
Ah! vontade de retornar, ao canto que estás,
vontade de viajar, pelo teu rosto, beijá-lo,
acariciá-lo tê-lo.
Vontade de nos teus olhos parar, e descansar
em teus cabelos.

Roldão Aires

Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

Não sei a explicação de ser tão presa ao passado e insatisfeita comigo mesma.
Ainda não aprendi a ser calma.
A natureza e os astro me movem.

Inserida por Encantos

Ela é fria. E talvez por obra dos astros, horóscopo ou simplesmente ironia do destino; ele ama o inverno.

Inserida por lanilson_amaral

La noire, assim seja o despido céus.
Com sorte de nenhuma mágoa
Que surge sobre os desatentos mirantes
O lampejar dos astros é perdurável.
La noire, que enfeitiça quem te olha.
Com teus infinitos vigilantes
Que no teu intimo orbitam.
Perpetuam por olhares extasiados
La noire, faz da noite, tua arte.

Inserida por ShandyCrispim

Era quase penumbra total,
Numa noite de clamor,
Quando um brilho no céu fez crescer,
A esperança em meu coração,
Num incêndio interior.

Um meteorito que passara,
Lá em cima, na atmosfera terrestre,
Como estrela cadente o conhecera,
E mesmo que eu fale a verdade,
Não confiaria se eu dissesse.

Lá de cima me sorriu,
Como alguém a anunciar,
Uma grande notícia proferiu,
Com leveza e sutiliza,
Venho a me comunicar.

Meu amigo, caro amigo,
Um pedido lhe concedo,
Faça certo, meu querido,
Porque quando eu me for,
Com certeza teu amor,
Pra você terás surgido.

Oh estrela bela, bela e passageira,
Tu conheces minha tristeza?
Aí de cima, oh linda, sábia,
Pra minha vida, alguém trará,
Uma alma nobre, com certeza!

Eu ando só, tu sabes disso,
Na companhia de vielas
tenho andado cabisbaixo,
Sem saber pra onde ir,
Sem conhecer o meu caminho,
Não posso dar nem mais um passo.

Se ao menos alguém me acompanhasse,
Minha mão a segurar,
Maior leveza teria ao andar,
E quando perto estivesse a chegar,
Meu coração se faria acelerar.

Tic-tac vai passando,
O tal do tempo avançando.
Confiei naquela estrela,
Que tão bela e passageira,
Fez a esperança me acender.

Num sopro do vento olhei pro oeste,
De forma despretensiosa e até muito respeitosa,
Vi uma moça vestindo preto.
Ela andava ou flutuava?
Em um instante eu já surtava,
Na bagunça de seus medos

O medo da vida lhe acompanha,
Vou crescer ou vou cair?
O amanhã só cabe aos astros,
Que guiando nossos passos,
A esperança faz surgir.

Tenha calma, nobre alma,
O sol brilha pra todos,
Não permita que a chuva longa,
Da sua vida tome conta,
E entristeça seu belo rosto.

Confia em mim, olha pra cá,
Mostre-me a janela de sua alma,
Por favor, mantenha a calma,
Deixe-me contato fazer,
Deixe-me seus olhos desvendar.

Segurei a sua mão, a medida que me encarava,
Senti na pele um calafrio,
Uma sensação em mim surgiu,
Ao tatear suas mãos frias,
Como uma triste enseada.

Reconheci o seu olhar, que brilhava como poucos,
Oh estrela bela, bela e duradoura,
Meu coração é sua morada, fique quanto precisar,
Enfim quando se cansar, tu poderá ao céu voltar,
Pra lá de cima enxergar, minha derradeira morredoura.

Inserida por marco_s_souza

Os astros não mentem jamais; exceto quanto à idade, quanto às cifras do contrato assinado, quanto ao valor das luvas, dos direitos de arena, dos direitos de imagens, dos bichos...

Inserida por josecoutinho

Mesmo diante de grandes dificuldades, não perca as esperanças,pois; nem o sol, o mais caloroso de todos os astros, brilha constantemente

Inserida por CristinaDeutsch

Procuro um caminho
procuro sem saber que estou perdido
sou a inexistência existente
assim como os astros, preciso da minha estrela
nascido para obedecer
destinado a morrer.

Inserida por Gilvam

Fazem longas filas por seus "astros", mas pra doar sangue não tem meia dúzia!

Inserida por EDERHOSS

esta noite espera-se que uma profecia muito velha possa se realizada.
uma lenda muito antiga ela ja tem mil anos: "a noite da estrela o filho do comtemplador dos astros,virá de uma terra muito distante e libetará o templo da luz, o demônio será banido e o filho voltará para casa".
pergunte ao filho do comtemplador dos astros !

Inserida por pupillaverde

"Ao recebermos a essência que os astros nos oferecem com amor, fortificamos nosso espírito para o saber pleno".
Luiza Gosuen

Inserida por LuizaGosuen

Fizemos uma fratura na terra.
Eu ouvi o barulho do chão se abrindo.
Duas placas se chocaram
e fizeram um buraco que dá para o céu.
Coisas estão sendo lançadas
para fora do buraco.
Estamos flutuando agora.
Deixamos expostos
o que há no centro de nós.
Todo mundo nos vê.
Agora somos um espetáculo celeste.
Estão nos contando antes de dormir,
como quem conta as estrelas.
Foi a primeira vez que contaram amor
em vez dos astros.
Não há sorte nem azar
para quem conta amor.
São todos espectadores
da sorte que temos
em viver um amor estratosférico.
E a fratura, aqui de cima,
é tão pequena,
que já nem existe mais.

Inserida por pensador