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A poética da arte contemporânea desafia a tradição superior de valor atribuída à arte.
Lilian Morais

Inserida por lilianmorais0803

A obra de arte pode acessar nosso inconsciente, despertando estranheza e desconforto ao resgatar conteúdos reprimidos. O deslocamento do olhar revela o confronto com significados ocultos, convidando-nos a explorar e simbolizar esses conteúdos.
Lilian M.Dutra Pugliese

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A empatia é uma ponte para a compreensão mútua, permitindo que nos conectemos além das diferenças.
Lilian Dutra Pugliese

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Enxergar a beleza nas pequenas coisas é um sinal de perspicácia, pois é nos detalhes que a magia da existência se revela.
Lilian Dutra Pugliese

Inserida por lilianmorais0803

A coragem intelectual reside em desafiar nossas próprias crenças e estar disposto a aceitar a mudança diante de novas evidências.
Lilian Dutra Pugliese

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Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.

Inserida por lilianmorais0803

A arte contemporânea é a fenda por onde escapa o indizível, uma denúncia em núcleos e formas que expõe a violência.

Inserida por lilianmorais0803

Estamos vivendo em tempos de profunda superficialidade, onde o espetáculo devora o sentido e nos priva da pausa necessária para existir. A sociedade do cansaço exige um desempenho extenuante, enquanto a validação momentânea alimenta ansiedades que ficam sem nomear. A violência, tanto física quanto mental, molda relações e silencia almas, fragmentando aquilo que poderia ser inteiro.
Nossas interações se transformaram em vitrines e nossos afetos, em mercadorias. Nas redes que prometem conexão, encontramos distância; na busca por relevância, nos perdemos de nós mesmos. Vivemos no teatro do vazio, onde tudo parece urgente, mas quase nada é essencial.
Resistir é um ato de coragem e cuidado. Precisamos reencontrar o silêncio que nos reconcilia, o olhar que acolhe, a arte que inquieta e a palavra que nos devolve ao real. Só assim poderemos escapar das armadilhas do espetáculo e resgatar a integridade de quem realmente somos.

Inserida por lilianmorais0803

Quando uma pintura ultrapassa a matéria da tinta, ela deixa de ser apenas imagem e se torna poesia que pulsa, uma crônica que narra silêncios, um manifesto político que inquieta, um grito que atravessa o tempo e uma denúncia que insiste em não calar. Ela não está no quadro, mas nos olhos de quem a sente, nos mundos que transforma e nas feridas que expõe para que jamais sejam esquecidas.

Inserida por lilianmorais0803

Minha boca é livre. Não se pinta por vaidade, mas por escolha. O batom não me adorna, me arma. Uso quando o desejo é meu, quando a festa exige cor ou quando a arte pede impacto. Minha boca não deve nada ao espelho, mas deve tudo à palavra.

Inserida por lilianmorais0803

A arte me distanciou dos corpos, mas me entrelaçou às essências.

Inserida por lilianmorais0803

Que a complexidade da simplicidade desmascare o vazio das cores que a arte contemporânea insiste em exaltar.

Inserida por lilianmorais0803

Transfiguração das Cores

Sempre fui fiel às primárias,
à urgência do vermelho,
ao azul que carrega o silêncio,
ao amarelo que arde sem pedir licença.
Cor pura, sem concessão.
Cor como grito inaugural.

Fugia das misturas —
como quem foge do engano.
Preto e branco?
Nem isso.
Ausências demais.
Um, silêncio sem fundo.
Outro, claridade que cega.
Preferia o mundo onde tudo começa:
a cor em estado bruto.

Mas algo mudou.
Veio um verde que cheira a memória,
um lilás que murmura coisas que não sei.
Um rosa — que nunca convidei —
se assentou na borda da tela.

Será que estou virando romântica?
Será isso… ou será que a cor
também sabe onde ferve o inconsciente?

Não sei se é hora de confiar.
Quem pinta com tons que não conhece
não caminha, atravessa.
E o que vem por aí —
não vem calmo.
Vem pirando tudo.

Porque criar
é deixar que a ausência fale,
que o excesso se cale,
e que a cor — enfim —
nos revele
onde estamos por dentro.

Inserida por lilianmorais0803

INSURGÊNCIA

A fome e a seca no Nordeste não foram tragédias naturais — foram estratégias. Sintomas de um projeto político que tem donos: da terra, da água, do poder.
Desde o período colonial, o Nordeste foi desenhado para sangrar. As mãos que aravam a terra nunca foram as que a possuíram. E, assim, condenaram um povo inteiro à miséria.
E o que ficou no Nordeste? A terra rachada… e as mulheres.
Elas não migraram. Ficaram.
Ficaram para segurar o mundo nos ombros, com os filhos no colo e a esperança entre as mãos.
Mesmo quando não havia farinha, comiam palma. Enganavam o estômago das crianças com caldos ralos, enquanto rezavam para que a noite não levasse mais uma vida.
E é aqui que começa a insurgência.
A insurgência dessas mulheres foi não morrer. Foi não ceder.
Foi insistir em existir onde tudo ao redor pedia silêncio e desaparecimento.
Suas mãos calejadas, seus pés rachados, seus olhos secos de tanto chorar — tudo isso é marca de uma luta que nunca foi reconhecida como deveria.
A verdadeira insurgência nordestina tem o rosto dessas mulheres.
Elas são a terra que não cede, a raiz que não morre, a memória que não se apaga. Lilian Morais

Há momentos em que a arte não representa.
Ela confronta. Ela insiste. Ela se ergue.
Insurgência, como nos propõe Lilian Morais, não é revolta ruidosa, mas fogo subterrâneo que ascende em silêncio e cor.

Esta exposição não se limita a apresentar obras: ela se recusa a calar afetos.
Cada traço, matéria e composição é um fragmento de um corpo que pulsa — corpo individual, corpo social, corpo-mulher, corpo-luta.
A insurgência que Lilian nos convoca é ao mesmo tempo íntima e coletiva: nasce de dentro, mas se espalha para fora, como se cada tela estivesse tentando respirar pelo mundo.

Numa época marcada pela normatização dos gestos, dos desejos e das imagens, sua arte desvia.
Desvia do esperado, do domesticado, do permitido.
E ao desviar, revela:
revela o que foi silenciado, o que foi esquecido, o que nunca teve nome.

A escolha do título Insurgência não é aleatória: é afirmação.
É o reconhecimento de que a arte pode — e deve — ser território de fratura e reinvenção.
Aqui, as cores não decoram; elas denunciam, acolhem, provocam.
Os vazios não são ausências; são respiros.
As formas não obedecem; elas insistem em ser o que são.

Lilian Morais entrega sua insurgência com elegância firme, com delicadeza dura, com beleza que não fecha feridas, mas as mostra com dignidade.
É arte que se posiciona sem se explicar.
É arte que não se curva — e por isso toca.

Numa cidade como Salvador, onde os tambores da história ainda ressoam nos corpos das ruas, a exposição Insurgência não poderia encontrar lugar mais vivo.
É nesta Bahia de lutas e encantos, de dores e reinvenções, que a artista instala sua travessia.
E convida:
não apenas a ver, mas a sentir.
A escutar o que vibra dentro de cada imagem.
A insurgir-se, também — ainda que só por um instante.
Por Humberto Silveira

Inserida por lilianmorais0803

⁠A dialética não é a arte de refutar, enganar ou de convencer, mas de compreender 

Inserida por RandersonFigueiredo

São poucos os que sabem que a política é a arte de tentar enganar sem se deixar iludir

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠Nossa principal obra de arte é tentar pintar com maestria a tela da vida

Inserida por RandersonFigueiredo

Poucos dominam a arte de fazer silêncio, vai ver porque já nascemos chorando nesse mundo doente ⁠

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠A arte é o registro de um sentido.

Inserida por Mel-Bie

⁠"A arte é a testemunha da divindade." 

24/12/2023

Inserida por danielantoniosp

Fui capacitada para capacitar.

Inserida por ARRUDAJBde

A arte está acima de qualquer patamar mensurável, qualquer valor seria meramente simbólico.

Inserida por luisfernandosantana

“⁠Eu Me deito”, na ‘calmaria’ Da “Alma”, me “acordo na serenidade do corpo” harmonioso! Me vejo; ao“ relaxo do existencialismo” Mental, e ‘fisicamente’ me “preparo” para o formal!

Inserida por Jeo

⁠A vida é um conceito singular que todos nós compartilhamos e experimentamos de maneiras únicas. É o ponto comum que nos une e nos torna iguais, independentemente de nossas diferenças pessoais. A vida é uma jornada que começa com o nascimento e termina com a morte, e durante todo o caminho, somos confrontados com desafios, oportunidades e experiências que moldam quem somos e quem nos tornamos.
Embora cada pessoa tenha sua própria jornada, estamos todos conectados por nossa humanidade compartilhada e nossa busca pela felicidade, realização e significado. A vida é uma oportunidade para aprender, crescer, amar e fazer a diferença, e cabe a cada um de nós decidir como aproveitar ao máximo essa oportunidade. Para mim, a vida é o que fazemos dela. Podemos escolher viver com propósito e paixão, ou podemos simplesmente passar por ela sem sentido ou direção. Independentemente das escolhas que fazemos, a vida continua a ser o ponto de encontro comum que todos nós compartilhamos.

Inserida por NINALEEMAGALHAES

A verdadeira arte acorda a alma que dorme em você.

Inserida por marcio_js