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Segundo o pensamento de Espinoza, o museu é uma instituição a serviço da sociedade, logo o museu e o colecionismo maçônico também o é. Não deve ficar circunscrito como local físico ou virtual de saberes universais, já que formam uma parte inseparável da verdadeira historia social, politica e cultural de toda sociedade e, por sua vez a sua própria natureza remonta dos caminhos da própria filosofia, pois contém artigos, objetos e elementos pelos quais permitem auxiliar na moldagem da consciência, moral e ética das comunidades filosóficas dos vários ritos praticados os quais ele serve, através do que ele pode estimular as comunidades "iniciaticas" ou profanas e a vários outros grupos de vários lugares e orientes a agir progredirem suas atividades históricas fraternas de modo que culminem com a apresentação de soluções e de problemas para melhor bem estar contemporâneos; isto significa dizer que deve-se ligar o lúdico e o mitológico, o histórico passado e presente, identificando a si mesmo dentro da pratica da Arte Real, da museologia e do colecionismo da cultura maçônica apresentando todo o material simbólico e filosófico dos vários ritos, que foi suprimido, modificado, abandonado, simplificado ou caiu em desuso com as mudanças estruturais indispensáveis para evolução social da filosofia ate os dias de hoje e suscitando outras questões apropriadas para seu aprimoramento no contexto universal e particular dos que fazem parte e de todos aqueles que por vocações particulares querem estudar e adentrarem neste especifico saber sobre o tema ou mesmo fortificar suas opções de escolhas ao se candidatarem para fazerem parte de forma mais consciente, como novos irmãos dedicados desta tradicional filosofia.
Diante de tantas imagens retocadas e de tantos artificiais movimentos, o silencio e o escuro são os principais aliados da verdade e do natural pensamento.
A grande divindade "criacional" universal na arte é a luz que fala por intermédio dos seus canais artísticos pelos movimentos, pelas vibrações, intercessões das formas e das cores.
Na contemporaneidade do século XXI o mundo está cada vez mais em preto e branco, como impactantes curtos documentários de ficção. De um tempo para cá, só consigo ver as cores nas obras de arte.
Para meu conceito não existe o novo na arte. Existem sim novas maneiras de ver o que em submersão, submissão, coexistia, fazia parte mas não era notado como valor e referencia, que de repente por uma nova leitura emerge.
O contemporâneo como o que é do tempo atual, sempre foi contemporâneo em algum momento da historia da arte na evolução humana. Hoje passaram a ser referencias tradicionais mas em seu tempo eram ousadias do que pré existiam e eram concebidas como atuais.
Depois de anos batendo na mesma tecla, me alegro hoje que as artes plásticas e visuais contemporâneas brasileiras descobrem a cultura indígena como tema e minimalismo. Enfim o Brasil conhecendo o Brasil.
Os falsos padrões de mesmice impostos pela sociedade de consumo fácil, hoje, afastam nos das nossas diferentes habilidades, individualistas, criativas, geniais e saudáveis que habitam silenciosamente ocultas por murmúrios em nossas múltiplas personalidades.
A Caixa Econômica Federal no Brasil tem uma divida social com a cultura negra. Pois foi fundada no século XIX, com objetivo principal de guarda de valores monetários dos escravos de ganho para compra de novas alforrias.
Cabe a arte contemporânea e a tecnológica alcançar novos admiradores com interlocuções de todos os sentidos e os museus se adequarem.
Cabe a curadoria de arte, ir além do universo privado e particular do artista e sua obra e encontrar uma nova conexão com o olhar publico inclusivo de todos os espectadores. Com isto provocar novos diálogos entre a obra, o tema, o tempo e o espaço.
Todas as manhãs temos a grata oportunidade de pensarmos e agirmos, diferentes. Parece me mesmo que as mudanças tenham haver com a forma mais límpida, simples e clara, que desponta o sol brandinho aos primeiros instantes da alvorada. O silencio interior ouve em serenidade os pedacinhos dos burburinhos da vida das pequenas coisas que se prosseguem, a vida não para. Devemos criar uma nova rotina, menos rígida, por que tudo está certo na liberdade de existir com esperança e mais amor.
Sim, isto é arte. O ponto redondo em cima do " i ", isto é arte. Não a parte que você observa isoladamente. O tudo que você vê e o que não vê é arte.
No universo acadêmico não existem aptidões masculinas e femininas. Todo conhecimento não tem valor de gênero e é importante para a formação, estudo e desenvolvimento humano nos diversos setores da sociedade.
A ante economia chinesa tem como meta principal derrubar todos os grandes lucros de todos os monopólios internacionais. Não para baratear os custos dos produtos e serviços mas para expandir o caos e desestabilizar os conceitos de todo o mundo globalizado.
A educação integral deve ser constituída na aprendizagem dos valores nacionais da diversidade local e depois mais abrangente, de uma ampla visão global internacional. O antidoto da globalização é um só, o fortalecimento da identidade original.
O ouro por ter vindo do espaço, sempre teve um significado mais sagrado do que precioso para todas as culturas latino americanas originais. Sendo assim era largamente difundido em adornos de adoração e muitas vezes como objetos de oferenda diante as naturais dificuldades da comunidade.
