Tag alvo
CERTEIRO
Eis um baita problema
Refoge ao controle
Pronunciar a blasfêmia
Não te faz melhor homem
Sobrará só felema
Dispara: não amole
Vai na mira o teu lema
Que o alvo te engole!
ALVO PESQUEIRO
São flores a mira do horizonte
E o seu alvo o despertar do sol
N’algum lugar não se sabe onde
Ajeita na alma a ceva pro anzol
Cedo ou tarde já não mais se esconde
Fisgando amor antes virar pó!
Quero ser um alvo do teu desejo,
quero matar a tua vontade,
saborear o teu beijo
com uma porção saudável
de insanidade
num momento tão intenso
que o tempo pra nós,
pareça uma eternidade.
Diamente frequentemente lapidado, uma simetria interessante, coração abrasado, emoção abundante, ardente, noite significante, sonho realizado, fragmentos exuberantes, mulher formidável, austeridade elegante, um encanto alvo revestindo a sua pele, olhar que reflete a sua profundidade, a lua de um rico céu estrelado, arte que floresce na escuridade noturna, amor que resplandece, destacando a sua intensidade e a sua doçura, portanto, demasiada é a sua raridade, uma instigante aventura.
Ter um culpado…
Colocaram fogo no restaurante comigo ainda lá dentro. As chamas lambiam as paredes como línguas de uma ira que nunca foi minha, mas, de alguma forma, sempre me escolheu como alvo. O calor não me assustou. Pelo contrário, senti uma espécie de familiaridade com ele. Eu, que vivi tantos incêndios na alma, agora era apenas mais uma peça no cardápio do caos.
Enquanto o teto ruía e o ar se tornava pesado, percebi: não valia a pena gritar. Quem acendeu o fósforo já havia saído pela porta da frente, talvez assobiando uma melodia de inocência fingida. E quem passava pela calçada, ao ver as labaredas, não pensava em salvar quem estava dentro. Pensava apenas no espetáculo da destruição. Porque é isso que as pessoas fazem, não é? Elas assistem.
Então eu olhei ao redor. Louças estilhaçadas. Mesas tombadas. Cortinas em chamas. E, pela primeira vez, senti uma espécie de alívio. Uma certeza incômoda, mas libertadora: se é pra me chamarem de culpado, talvez eu devesse ser. Não me restava mais nada pra salvar — nem o restaurante, nem a mim. Peguei o que sobrou de força, virei o gás no máximo e, com um fósforo que achei no bolso, devolvi o favor. Explodi aquele lugar como quem assina um bilhete de adeus: com firmeza, sem remorso, mas com estilo.
Saí pela porta de trás, enquanto os destroços ainda voavam pelo ar. A fumaça subia, preta como os julgamentos que viriam. E eu sabia que viriam, claro. Sempre vêm. “Por que você fez isso?”, perguntariam. “Por que não tentou apagar o fogo? Por que não pediu ajuda?” Ah, os paladinos da moralidade, tão rápidos em condenar e tão lentos em entender. Mas eu não queria me explicar. Explicações são como água despejada sobre um incêndio: às vezes apagam, mas quase sempre só espalham mais fumaça.
Ser o vilão era mais fácil. Mais honesto. Assumir o papel de quem destrói é menos exaustivo do que tentar convencer o mundo de que você foi destruído. Porque, no final das contas, ninguém realmente escuta. Eles só querem um culpado. E, se é pra ser apontado de qualquer jeito, que seja com a dignidade de quem escolhe o próprio destino.
Não estamos falando de restaurante. Nunca estivemos.
Existe o alvo da perfeição aos olhos de Deus, onde todos os cristãos devem mirar a Sua vontade e fazer o que Ele quer.
Lute com disposição e acerte o alvo com determinação, usando sua força, sua destreza e sua confiança.
O avo da eternidade foi colocado no coração de toda criança, porém, na fase adulta, Satanás retira esse alvo durante a sua vida, impondo-lhes dúvidas e dificuldades.
Todo alvo do cristão é pensar, falar e agir sempre com sabedoria para ter conhecimento, inteligência e entendimento de como andar abençoado, bem-sucedido e feliz na terra.
Nenhum propósito divino praticado pelo cristão perde o seu alvo, pois ele será cumprido à risca, com foco, força e fé.
A vida é como uma flecha atirada à curta distância, porém a humanidade atira às cegas, perdendo as oportunidade de acertar o soberano alvo da perfeição e da Vida Eterna.
Uma simples espiadinha no mundo é como colocar seus olhos em um buraco com pregos. Seus olhos podem nunca mais enxergar Jesus.
Inverno
Como é majestoso contemplar
Os horizontes nevados e alvos
Da janela me concentro na sua bruma
Enquanto meu corpo é aquecido
Pelo fogo intenso da lareira
Que flameja incessantemente.
O inverno chegou e as rosas feneceram
Tudo alvo ficou de repente
Agasalhamos nossos corpos e ficamos
À espera da primavera que logo chegará
Trazendo as rosas de volta
E nosso jardim dar vida novamente.
"Indireta profissional é aquela que ninguém sabe o que se trata, mas o alvo se toca rapidamente."
—By Coelhinha
