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A ruptura com a infância muitas vezes acontece de forma tardia e tende a ser muito dolorida, mas necessária! Um dia todos teremos que nos despedir de nossa bela infância e partir pra realidade da vida adulta. Bom é que poderemos fazer um breve retorno de vez em quando... sem esquecer que a partir dos dezoito anos, podemos as vezes, até brincar de ser criança... mas consciente de que isso não nos pertence mais e que dependendo dessa "brincadeira" adulta, alguém pode se tornar um "inocente" muito perigoso!
Nunca ter sido um pai ou uma mãe faltosos não quer dizer que vocês não sejam ou que não serão um dia.
A vigilância é para sempre, e ainda assim poderá não ser suficiente.
Todos nascemos com o HD zerado, pois é como se fôssemos um computador novo que ainda não tem qualquer programa instalado. Ao longo da vida, portanto, é papel dos pais acrescentar programas para moldar a "máquina" de acordo com os valores que acharem mais adequados.
Quando bebê ou criança, a personalidade, as características, os valores, os erros ou os acertos devem SIM estar sob os olhares dos pais, que não devem, sob nenhuma hipótese, terceirizar essa responsabilidade ou permitir que "vizinhos" tomem para si a criação de seu filho.
Medos sempre vão surgir.
A criança tem medo pois não conhece a verdade, mas, e o adulto?
...Ele tem medo porque abandonou a criança dele em algum lugar.
A confiança da criança está num adulto.
Mas se o adulto não confia em si mesmo, como ele pode passar confiança a criança?
Pense nisso!
Minha paciência com crianças se esgota exatamente em cinco minutos e muita gente acha que por este motivo eu não gosto de crianças. Essas pessoas estão cobertas de razão. Mesmo assim, são os mesmos cinco minutos que reservo também para os adultos, se é que você me entende
O que define Maturidade em adulto é sua capacidade de dominar seus instintos mais primitivos e tomar a melhor decisão
A única besteira que pode sair da cabeça de uma criança é o desejo de ser adulto. (Anderson C. Sandes)
Ouvi falar que se ficarmos maduros demais, vamos cair... O que você acha? Eu sorrio até disso, porque a nossa maduridade está em não envelhecer tudo, você apenas decide fazer com seriedade aquilo que da minha maneira por vezes é infantil. Acaba que nós caímos mesmo sem sermos maduros, porque nem eu quero ser criança, nem você o adulto, mas tudo se submete ao inesperado. Daí que você traça nossa vidas feito cigana seguindo as linhas das mãos, onde se revela o alvo que se quer atingir. Faz do nosso amor uma trama de promessas acumuladas, enquanto só precisávamos dar razões a nosso corações e deixa-los seguir adiante ao inesperado.. O AMANHÃ.
Caiu do ninho quase que expulso, cambaleou para um lado, cambaleou para o outro, abriu os olhos e se viu perdido. Estava na hora. Inúmeras opções, muitos "nãos" mas o que precisava era de apenas um sim. Recém-adulto, cheio de ideias e sonhos, sem saber por onde começar e já exausto de viver.
O TEMPO
-Pode se a chuva, raios e trovões...
-Pode ser a hora, minutos e segundos...
-Pode ser a criança, jovem e adulto...
O tempo pode ser TUDO.
Não se irrite quando alguém te chamar de criança, saiba que para ser um ser um bom adulto, precisamos ser tão grandes quanto nossos pequenos.
O amor universal é tão simples e traz uma sensação tão incrível! Quando você passar a olhar um adulto e se ligar que este adulto já foi um inocente um dia, já foi uma criança, você passa a tolerar muitas coisas e até mesmo perdoa-lo... Aceita-lo do jeito que é... Faça este exercício gente é maravilhoso e a alma agradece. Desperta um sentimento maternal, - e mãe sempre perdoa um filho.
Medo
Vamos perder o receio, vamos soltar esse freio e falar do medo.
Medo...primeiro a gente tem que perder "o", pra depois falar "do".
Ele é fácil de se achar mas também costuma se camuflar,
disfarçar...
Está presente na vida
e na vontade de se aventurar.
Companheiro fiel, não paga aluguel, mas fixa moradia em muita gente desde a infância.
Tem muitos nomes, substantivos, adjetivos, pronomes.
Medo de rua, de bicho-papão, de escuridão,
as vezes chega de mansinho, outras vezes de supetão.
Medo é forte, é poderoso, tinhoso, insinuoso.
Na juventude aparece como o medo de não agradar,
de ser alvo de deboche,
de não ser aceito pela maioria ou de virar um fantoche.
Jovem tem medo até de falar, de expressar sua covardia,
Tem medo do pai, da mãe, da tia e da filha da vizinha,
da sexualidade, da espinha, de sua própria rebeldia.
Jovem tem medo de tudo, mas contudo se arrisca.
Essa talvez seja a atitude mais inteligente pra lidar com o medo.
Se pra se livrar é cedo,
o melhor é reconhecer que se tem, mas enfrentar.
A vida é um risco, um cisco, é uma poeira, um instante, um caminhar
e durante toda vida, há medo o bastante.
Na idade adulta ele piora, vem sob a forma de doença e de morte,
(que não demora).
Adulto tem medo de queda, de solidão, de desamor, de sentir dor.
Medo de hospital, medo irracional, medo do jovem que desafia
(vendo nele o próprio jovem que também já foi um dia).
Adulto tem medo da velhice e se envolve na tolice de a tudo criticar.
Adulto tem medo até de um dia ficar sem lar
e passar pela vida sem deixar sua marca, seu rastro,de ficar perdido a divagar.
Adulto tem medo devagar.
Se todos temos medo de alguma coisa, pessoa ou situação,
o melhor a fazer é reconhecer isso e matar de vez o leão.
Mas de que jeito?
É simples e perfeito:
basta acolher e esbanjar
todas as formas de conjugação do verbo amar.
Porque onde existe amor o medo não cresce.
A medida em que se ama mais e mais,
o medo se esvanece e a verdade aparece (pra quem merece).
Medo é ilusão e amor é a tradução
do sublime.
Amor é prece.
Medo é crime.
quando eu era pequeno gostaria de me tornar adulto pra entender esse lance de responsabilidade
hoje percebi que ser adulto é somente resolver os problemas que você mesmo criou
