Suportar e a Lei da minha Raca
Naõ devemos amr ou gostar de alguém, por cor, classe social, raça ou por algum defeito que vc e os outros veem nela ou coisa do tipo. Mais sim por oq aquela pessoa carrega de melhor dentro de si o amr a simpatia a amizade com todos e por oq ela faz de bom para os outros principalmente para mim. Por isso amo tanto ELA ♥
THAMIRIS AZEVEDO teamoooo!
MASSAI – O FILHO NEGRO DA MÃE ÁFRICA
É na geração dessa grande raça Massai,
Que corre o meu grande sangue africano,
Aos passos duros do meu colorido Quênia,
Vão-se as ilusões e vibrações do meu corpo,
Despindo a alma no solo agonizante e sem paz.
O meu espírito e pele gemem por amor e reinado,
Duma África esquecida e marcada por cicatrizes,
É duro não poder descansar no leito da minha vida,
Que não abastece as minhas distâncias que cruzo,
Sozinho, e com o meu Deus, eu não quero guerra.
Nem mesmo o meu cajado se levanta mais no alvorecer,
E a minha lança não domina as minas, bombardeios e fuzis,
São apenas ferramentas de conhecimento e cultura,
Que vão ao longo do mundo sem qualquer serventia,
Aos gritos do filho da tribo Massai que foge ao além.
Seria aqui o meu território com extensas lágrimas?
Onde a modernidade não alça por aqui socialmente,
Apenas escraviza a minha alegria de não sorrir,
E vou andando por aí, a procura de um novo céu,
Onde as nuvens do meu Deus me guiam na solidão.
É nesta caminhada com aflição que rumo ao horizonte,
Sem entardecer envergo os pés no único solo materno,
Da mãe África aberta com veias e sangues inocentes,
Não... Ali não soa mais o tambor da minha aldeia,
Até parece que o espírito guerreiro me abandonou.
Da caçada humana deflagrada pelos homens brancos,
A minha boca estremece de medo e sem qualquer cobiça,
E as lágrimas já não escorrem no meu rosto como dantes,
Mesmo assim, sou filho da África da grande tribo Massai,
Guerreiro solitário do meu povo, eu vou andando sem fim.
E vou subir no Monte Kilimanjaro e observar a minha vida,
Falar com o meu Deus e pedir o sangue dos antepassados,
Que correm nas minhas frágeis veias no ápice desse espírito,
Perdoando com os olhos negros o silencio que voa no vento,
Levando a cada instante o meu louvor sem um tostão no bolso.
Eu sinto que a montanha branca também se despede,
Do coração de toda a África derramando as suas lágrimas,
Talvez seja o aquecimento global imputado aos brancos,
Do mais belo paraíso que satisfaz todos os africanos,
De onde eu posso gritar do seu topo o meu Adeus.
Porém, revejo que as esperanças são vencidas pela força bélica,
E minha lança já ultrapassada é a minha ferida que adormece,
Não une esforços com a modernidade que me sacoleja,
Do leste Africano, trago as lembranças do meu Éden,
Que se perdeu nas longas influências dos tiranos.
Não sou mais um guerreiro que luta em defesa,
O imperialismo das grandes nações sufoca-nos,
Absorvendo nos olhos a exploração capitalista,
Na corrida multimilionária da riqueza natural,
Marginalizando a minha cultura milenar.
Isto é o capital avarento de benesses pra perdoar dívidas,
Do qual o povo Massai e outras tribos não constituíram,
Por isso, vou subir no Kilimanjaro e rever a minha vida,
E peço-lhes que não façais do povo Massai o sacrifício,
Assim como Ruanda que emanou sangue como fel.
Eu acho que do alto do Monte Kilimanjaro, o sonho acabou,
Para cada lado que olho, vejo em cada fronteira um absurdo,
Da Etiópia, Somália, Oceano Índico, Tanzânia, Uganda e Sudão,
Vejo que não me resta nem mesmo o Lago Victória, tão longe,
Talvez, este poderia afagar o meu tormento nas profundidades.
O mundo não é mais o mesmo dos meus ancestrais,
A guerra, a fome, as pestes são frutos do homem branco,
Invadindo o meu ser que espanca a minha liberdade,
E saiba que eu não conheço outra forma de viver sem o gado,
Que campeiam nas gramas desérticas do meu coração.
Eu sou o homem negro abatido na minha própria África,
Porém, revejo que a esperança é vencida pela força bélica,
E minha lança já ultrapassada é a minha ferida que adormece,
Vejo que nem o meu cajado se levantar mais no amanhã,
E a minha lança afiada não vence as minas e nem os fuzis.
O anjo Gabriel foi enviado a Maria
para preparar uma morada
para seu Senhor.
Nela a raça dos homens
vis e insignificantes
se uniu com a raça divina
que está acima de todas as paixões...
Pela prole de Maria tem sido abençoada
aquela mãe que foi amaldiçoada em seus filhos
(Genesis II,16), trazendo bênçãos, as mais profundas,
a esta mulher, cuja prole destruiu a morte e a Satanás.
E no seio de Maria se fez criança, Aquele que é igual
a Seu Pai desde a eternidade; comunicou-nos Sua grandeza
e assumiu nossa pequenez: conosco se fez mortal
e nos infundiu Sua Vida a fim de livrar-nos da morte...
Maria é o jardim ao qual desceu, do Pai, a chuva de bênção.
Esta aspersão chegou até o rosto de Adão: assim Este
recobrou a vida e se levantou do sepulcro, já que por
seus inimigos tinha sido sepultado no Sheol.
A raça humana tem uma grande capacidade, mas o sistema sócio-cultural, acaba por bloquear a mente, e isso precisa ser desfeito urgentíssimo.
Amor, paz e esperança é tudo que a raça humana precisa. Amor é uma arma, no começo você despara, mas no fim, falta bala e precisa de mais para desparar novamente.
A natureza usa a energia Solar a milhares de anos, e bem usada, só a raça humana ainda não conseguiu, usar em toda sua possibilidade.
O Amor Verdadeiro, aquele que vem do Alto, de Deus, o que não se limita à Raça, crédulo ou Sexualidade Definida.
A vida é um ciclo, e raça humana esta quebrando este ciclo, desequilibrando algo que levou milhões, bilhões de anos para se aperfeiçoá. Não é somente reciclando lixo agua, ou economizando energia, que se vai solucionar o problema, muito menos atitudes tomadas somente por meia dúzias de pessoas, comparada com toda população. Além do mais, a natureza se recupera, mas isso também leva muito tempo, tempo esse que não dispomos mais, é muito poucos os que luta, contra bilhões que não estão nenhum pouco preocupados.
O pior é aquilo que não podemos ver.
A eternidade é apenas um sonho, mas a unica maneira de concretiza-la é propagando a raça humana por todo universo.
Amor? O que é o amor? Amor não se tem cor, raça, sexo ou preferência distinta, é um sentimento sublime que desenvolve no nosso interior.
Gritos guturais separam humanos e animais. Atualmente, a raça que se comporta de forma vergonhosa é o ser humano!
Eu me pergunto o porquê do preconceito
Seja de raça, cultura ou crença
É algo que não serve de nada
Nem tampouco nos acrescenta
Além de nos causar dor
Guardamos assim tanto rancor
Levamos essa dor ao mundo
E carregamos no peito esse sentimento imundo
Um sentimento tão ruim no peito
O coração do homem que inventou
Por que não abusar do respeito
E assim demonstrarmos o amor
Temos tão pouco tempo
E muitas são os que sofrem com isso
Então sai do teu acento
E deixa de lado teu egoísmo
Preconceito pra quê?
Somos todos de carne e osso
Então vamos na paz viver
E por mais amor no mundo, eu torço
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