Suor Sangue A Lagrimas

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Faça o meu sangue correr antes que eu me desfaça. Salve-me do nada que eu me tornei.

Evanescence

Nota: Trecho da música "Bring Me To Life"

Não há um único bruxo ou bruxa no mundo cujo sangue não tenha se misturado ao de trouxas

"Amar é a única forma de traduzir o idioma das constelações para o dialeto do sangue."

Hoje é aniversário da minha amada irmã! Minha irmã de sangue, minha irmã de alma, minha eterna amiga, meu aconchego, minha parceira e cúmplice! Quando estamos juntas, parece que nada mais acontece em volta, somos capazes de ficar horas a fio conversando sem nem mesmo notar! Abrimos nossos corações e alma sem medo de reprovação ou julgamentos, podemos ser nós mesmas sem restrições! E mais, podemos falar dos maiores defeitos sem nos sentir culpadas por eles! A compreensão e amizade leal rege nosso relacionamento e é a base de amor profundo e invariável que sinto! Irmã, desejo dias de sol, brisa suave, canto dos passarinhos, balançar de folhas ao vento, céu estrelado, fé, muita fé, amor até transbordar, colo constante e acolhedor, mimos da natureza e das pessoas que vivem ao seu redor! Desejo sua felicidade, pois a sua felicidade também é a minha felicidade! Amo você imensamente, e pra mim só posso desejar ter você do meu lado sempre! Feliz aniversário!

Se o sangue for derramado, deixe que seja nosso sangue. Cultive a coragem silenciosa de morrer sem matar. Um homem vive livremente apenas quando está pronto para morrer, se necessário for, nas mãos de seu irmão, nunca matando-o.

Devo ter algum problema, pois esse sangue frio não é normal.

Você sabe a sensação, quando o seu coração está tão ferido que você consegue sentir o sangue escorrendo?

Aqui se concentrando em representações gráficas de sangue e violência. Criando um interesse na mutilação do corpo humano de forma teatral.

Eu quero ser possuída por você, pelo seu corpo,
pela sua proteção, pelo seu sangue.
Me ama!
Eu quero que você me ame e fique eternamente me amando dentro de mim.
Com sua carne e o seu amor.
Eternamente, infinitamente dentro de mim
me envolvendo, me decifrando, me consumindo, me revelando...
Como uma tarde dentro do elevador, no verão, voltando da praia
e você me abraçou e eu te abracei...
E quanto mais eu me entregava, mais nascia o meu desejo,
Mais sobrava só o desejo, e mais eu te queria sem palavras, sem pensamentos...
A vida inteira resumida só no desejo da tua boca dizendo o meu nome,
Da tua mão conduzindo a minha mão,
Do teu corpo revelando o meu corpo,
Como se o mundo fosse pela primeira vez,
Você o meu ponto de referência nessa cidade...

Já estou morto, mas não há sangue nem uma cena do crime. Já estou morto, mas ninguém percebeu — e nunca irá perceber. Por dentro, já sou vazio; minha alma se esgotou. Meus olhos perderam o brilho, e minha mente encontra-se no limite. Minha decomposição já se iniciou, não a da pele ou dos órgãos, mas a da minha pura e única essência. Estou lentamente me esvaindo, perdendo de mim mesmo, sem poder fazer nada além de espectar o meu próprio sofrimento lento, duradouro e mortal."

Tudo que faz o seu sangue correr provavelmente vale a pena ser feito

E nesse bate e volta da vida... resolvi bater mais do que apanhar... afinal , tenho sangue sadomasoquista e pra dar conta de tudo isso.. tem que ser homem com H

Morte, negritude

A violência está no ar
Rubra a se banhar
Em sangue, e cadê
A misericordia...
Os dias estão rotos,
E o coração pulsa
Tristezas escuras
Como o fim de uma sisterna.
Sentir! Cada elemento
Morrer em partículas,
Que não se juntam mais,
Cair no abismo,
E tudo, e tudo acaba
Não se encontrando
Mais.

Um besouro se agita no sangue do poente.
Estou irresponsável de meu rumo.
Me parece que a hora está mais cega.
Um fim de mar colore os horizontes.
Cheiroso som de asas vem do sul.
Eis varado de abril um martim-pescador!
(Sou pessoa aprovada para nadas?)
Quero apalpar meu ego até gozar em mim.
Ó açucenas arregaçadas.
Estou só e socó.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

As rosas brancas, agora manchadas de sangue, completando a bela imagem da morte em sua melhor face. O amor. Uma forma de morte. Uma forma de morrer. Uma forma de matar. Mata-se por tão pouco. Morre-se por tão pouco. Por que não por amor? As rosas apodreceram, o sangue secou. Talvez nada tenha restado ali, talvez não para olhos superficiais. Talvez aquele amor nem tivesse existido, talvez não tivesse tido tempo para isso. Mas eles tentaram. Tarde demais, mas tentaram. Como dizem? Nunca é tarde demais.

O deboche é a virtude do asno que se imagina um puro-sangue.

Tudo na vida tem seu lado bom e ruim. Em uma batalha de esqueletos não tem sangue, mas em compensação toda fratura é exposta.

As guerras não derramaram tanto sangue. A malária não fez tantas vítimas.
Cólera não levou muitas vidas.
Tuberculose não ceifou tantos homens.
Peste negra não aniquilou nem metade.
Já, falar demais, intrometer-se e cobiçar a mulher do próximo, foi, e continua sendo, a principal causa de mortes de toda história.

Queima o sangue um fogo de desejo,
De desejo a alma é ferida,
Dá-me os teus lábios: o teu beijo
É o meu vinho e minha mirra.
Reclina para mim a cabeça
Ternamente, faz que eu durma
Sereno até que sopre um dia alegre
E se dissipe a névoa noturna.

Isso é escrever. Tira sangue com as unhas. E não importa a forma, não importa a "função social", nem nada, não importa que, a princípio, seja apenas uma espécie de auto-exorcismo. Mas tem que sangrar a-bun-dan-te-men-te. Você não está com medo dessa entrega? Porque dói, dói, dói. É de uma solidão assustadora. A única recompensa é aquilo que Laing diz que é a única coisa que pode nos salvar da loucura, do suicídio, da auto-anulação: um sentimento de glória interior. Essa expressão é fundamental na minha vida.