Suor Sangue A Lagrimas
Se tem uma coisa que eu aprendi é que a família nem sempre é definida pelo sangue.
Eu amo a cor vermelha
Ela me lembra campos de flores
Mas também me lembra sangue, fogo, fúria e paixão.
Eu amo a cor vermelha,
porque me lembra coisas românticas, coisas terríveis e intensas, assim como tudo que sinto.
Onde o ego, a insegurança e a indiferença obscurecem a luz de qualquer vínculo, há um tecido profundo de conexão que espera ser redescoberto.
A história não se lembra do sangue. Ela se lembra de nomes.
(Corlys Velaryon)
Não importa o quanto a sanguessuga engorde com o seu sangue, ela sempre sentirá fome.
(Daemon Targaryen)
"Tudo aquilo que interrompe as tradições nos força a recomeçar do início. E toda gênese é sanguinária."
Sei que o riso me faz feliz, contudo, muitas vezes, é no choro que eu cresço. Não que eu queira chorar mais do que sorrir. Não é isto. Apenas não quero me esquecer de que, são nas dificuldades que eu me levanto mais forte. São nas cicatrizes que aprendo a estancar o sangue das minhas próprias feridas, pra poder seguir em frente sem medo, afastando de mim um dos sentimentos mais destrutivos que existe: ter pena de si mesmo. É das quedas que alço voo sem tapete mágico, sem asas, sem paraquedas, num impulso incontrolável de abraçar o céu, percorrer oceano e pisar firme no chão, porque é dela que brota a raiz do meu progresso. Sobretudo, quando Deus me diz: vai lá, colhe o que plantou!
Sangue tóxico
Em pensamento já feri milhares
Em minha alma reina obscuridade
Se ser jovem significa se intoxicar
A juventude não pode me representar
Nenhuma droga me acalma
Nenhum vício me sustenta
Dispenso os falsos abraços
Prefiro beijos prolongados
Há quem ache prazer no veneno
Outros reclamam de tudo
Como se o destino tardasse
Ele decide bater na porta
Não há devedor para acertar
Nem a conta pode ser quitada
Diversas bocas querendo falar
Mas eu não quero ouvir nada!
Um sangue que contagia
A honra sendo confrontada
Um truque que parece magia
E várias famílias desabrigadas
Inferno é jogo, sofrer é treino
Juro que agora não mudo
Mesmo se me obrigassem
Sou eu que traço minha rota.
Deu-me uma rosa
Ela era vermelha como sangue
A segurei firme
A quis muito bem
Mas alguém cobiçou seu jardim
Como uma raposa sorrateira
A roubou
E você ainda deixou a porta aberta
Para que ela retornasse
Aí então percebi
Que aquela rosa não murchou
Porque era falsa
Quando a cabeça está cheia
O sangue se esvai
E o corpo esvazia
Aí, a alma e mente se perdem !
Da-se então, o princípio ativo da tragédia.
Nossa condição de pecadores não é porque pecamos, mas porque depois da queda, todos nasceram pecadores! Pecamos porque nascemos pecadores! Romanos 3.23; Romanos 5.12.
Alguns laços não são de sangue, mas sim de uma forte afinidade, rara, mutuamente, reconhecida, após momentos partilhados, tristezas divididas, choros derramados, olhares que falam a mesma língua, risos simultâneos, felicidades somadas, uma amizade bem desenvolvida, que só foi se fortalecendo com o passar dos anos, um elo de almas, de sentimentos num mesmo ritmo, que sobressaem as falhas, dádiva inestimável, amor expressivo, corações que se abraçam, decreto divino.
A minha inspiração é parte do que sinto a partir daquilo que ouço e também do que vejo, dito poeticamente em poesia através de alguns versos e a tua identificação com muita maestria vem para somar e assim, permití-los fluir como correntes de sangue por um organismo vivo, constituído ricamente de palavras e sentimentos, portanto, cada trecho adquire mais sentido, um acréscimo cativante que é muito significativo.
Inconcebíveis
Inconcebíveis palavras são ditas
No silêncio do pensamento
Exulta, ó sensível coração!
Tua essência é como uma árvore frutífera e sedenta
Que alimenta e sacia os pobres famintos;
Vem a mim, ó doce e apetecível vinho,
Deixa o teu líquido verter pelos córregos
O teu veneno imortal;
Deem-me numa taça as borbulhas
Deste intenso vermelho sanguíneo
Manchando minha consciência
No cume da minha eterna felicidade.
Esconde no recôndito de teu coração
O jardim que tanto cuidaste
Para a farta produção dos nobres parreirais.
Nunca mais esquecerei aqueles gritos de socorro,q ecoam pelos corredores,
a angustia de uma mulher sem saida,sem socorro,trancada e meio a socos.
Corri,tropecei,levantei...mais o portão não destranquei,volto cega com os gritos dela,
bem cá perto como se fosse novela,cena aquela q nunca ninguém espera,
desnorteada,corri,tropecei,levantei...adrenalina a mil ,destranquei...
-Eiii Solta ela...Deixa ela em paz !!
Teus olhos amedrontados faz com q ligue o carro,acelerou e fugiu...
Meus pés descalços não resistiu,correu,correu,com coração na mão fui guiado na escuridão...minha visão se abre e o q vejo??
''ELE''botas sujas,camisa suada,alucinado por um tal psicopata,sai sorrindo de leve como se nada fosse sério.
Os olhos cegos não viu,toda aquela força bruta q uma jovem garota sentiu...
bate,rebate,numa partida de baseball me senti,em cada dente q eu estourava a minha mão não cansava,mais parei pq um tal psicopata me controlava e ainda sai como errada.
Do minha alma como cortesia,mais não seja louco de se meter com a fonte da minha vida.
