Sumir
Sinto-me mal pelos acontecimentos
E gostaria de sumir por um infinito
Sem saber a hora do perdão
Não sou o que sempre sonhei;
Mas tenho o medo de quando apanhei
Apanhei da vida! Sem socos ou pontapés
Somente lições da vida que vieram com dificuldades;
Sou agora o que me enxergam e não o que imaginam
Pois respondo pelo que sou, quero e falo e não pelo que acham;
Quase uma sobra que me faz sumir da sua vida, faz com eu o teu desconforto me apague para que você possa dizer de que ainda não é tempo;
E me pergunto entre as nossas loucuras que sou? Eu e mesmo no escuro te assisto;
Perco me nas horas em jurar que o teu coração é meu e inteiramente meu;
Hoje estou preocupado em sumir, desligar, ficar sozinho, silenciar.... Pois às vezes é preciso do mundo se afastar
Porque só assim que irei conseguir.... Com o coração me escutar, e das minhas inspirações, escrever citações que irão fazer a minha autoestima melhorar;
É realmente um jeito de fazer uma pessoa se transformar, com criatividade e personalidade, mexer com o seu imaginar
Só quero a discrição, escrever com muito amor e paixão escolher as melhores palavras para iluminar um coração;
Com o passar do tempo, as memórias de todo mundo começam a sumir. Porém, o que continua no coração nunca vai mudar.
CLAREANA
Um dia toda a tristeza vai cair como a chuva,
E toda a dor chorada vai sumir no esgoto,
E a solidão chegará como alívio
Abrindo portas e vidraças
Clareando e esclarecendo que esse mundo é teu...
Esses medos, um dia serão só segredos de um passado remoto,
Teus olhos brilharão mais que Vênus...
Mais que a rua quando passas na manhã ensolarada de verão,
Então o desejo guardado em teus lábios,
Beijará por paixão e amor
E o que foi dor será esquecimento...
E o pardal vai virar beija-flor...
"Se um dia eu sumir, não se preocupe; já me encontrava morto há muito tempo, perdido na sombra dos dias que se foram."
Superar um grande amor não é fácil, a vontade de sumir ou de até mesmo que o mundo acabe é grande... Mas neste momento dolorido, difícil, triste e escuro, devemos olhar para nós mesmo, ver a beleza que existe em nós percebendo assim que o amor está aí. e quando menos esperarmos alguém que realmente nos ama vai aparecer e mostrar o amor verdadeiro fazendo assim as lágrimas que antes caiam de tristeza agora virarem flores que embelezam o jardim do coração.
"Às vezes a gente só quer sumir pra alguém perceber que tá sofrendo. Mas mesmo quando tá tudo quebrado, só o fato de continuar em pé já é uma vitória. Então, se precisar chorar, chore à vontade, porque chorar também é uma forma de resistência."
O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.
O PESO DE SUMIR.
Sumir não é desaparecer do mundo. É retirar-se do excesso. É calar onde o ruído se tornou moralmente insuportável. É um desejo que não nasce da covardia, mas do cansaço antigo de existir sem abrigo. Há quem deseje sumir não para morrer, mas para finalmente respirar fora da vigilância alheia.
Na vida a dois, o desejo de sumir assume outra densidade. Não se trata apenas de fugir de si, mas de ausentar-se do olhar que cobra constância, presença contínua, resposta imediata. Amar também cansa quando o amor é vivido como obrigação de permanência absoluta. O convívio diário pode transformar-se em tribunal silencioso onde cada gesto é julgado e cada silêncio interpretado como culpa.
Sumir, então, passa a ser um pensamento recorrente. Não como traição, mas como defesa. Um recolhimento íntimo onde a alma tenta reorganizar-se longe das expectativas. Há amores que não percebem quando o outro precisa recolher-se para não quebrar-se. E há silêncios que não são abandono, mas súplica por compreensão.
O peso de sumir é carregar a ambiguidade de querer ficar e, ao mesmo tempo, desejar não ser visto. É amar e sentir-se exausto. É desejar o colo e, simultaneamente, a solidão. Na vida a dois, esse peso se agrava porque o sumiço nunca é neutro. Ele sempre fere alguém, mesmo quando é necessário.
Entretanto, ignorar esse desejo é mais perigoso. Quem nunca pode sumir um pouco acaba desaparecendo por dentro. O afastamento consciente pode ser mais honesto que a presença vazia. Às vezes, amar exige a coragem de permitir que o outro se recolha, sem transformá-lo em réu, sem exigir explicações que nem ele mesmo possui.
Desejar sumir não é negar o amor. É tentar salvá-lo do desgaste. É compreender que a vida a dois só permanece digna quando respeita os intervalos da alma. Permanecer não é estar sempre. Permanecer é voltar inteiro.
E somente quem aceita o peso de sumir com lucidez descobre que o verdadeiro compromisso não é com a presença constante, mas com a verdade silenciosa que sustenta o vínculo mesmo quando o mundo exige máscaras.
"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.
Eu já quis fugir dos problemas, sumir no mundo, mas quando você tem que enfrentar algo, não tem pra onde fugir.
“Além do impossível”
Quando tudo parecer ruir,
e o chão sumir sob os pés cansados,
lembre-se: o escuro da noite
é o berço dos sonhos mais iluminados.
A dor que hoje aperta o peito,
não veio pra te derrotar.
Ela te molda em silêncio,
pra te ensinar a levantar.
Caminhar com feridas abertas
não é fraqueza, é coragem crua.
Quem já caiu mil vezes na estrada
sabe o valor de cada rua.
Você é mais do que o tropeço,
é cada passo que insistiu em dar.
Mesmo com medo, com dúvida, com frio…
decidiu não parar.
Há força em cada cicatriz,
há vitória onde antes foi choro.
O que hoje parece difícil,
amanhã será seu tesouro.
Então erga os olhos, respire fundo,
há um novo dia pra recomeçar.
A vida não pede perfeição —
só coragem pra continuar.
SUMIR, uma palavra de designa falta, desnecessária!!
SUMIR, uma ausência no absoluto espaço perdido,
SUMIR, um profundo silêncio que cala a o nada,
SUMIR, um pensamento sem vida que a memória apaga,
SUMIR, os segundos são loucas jornadas,
SUMIR, os fatos são fotos passadas,
SUMIR, cada passo é atraso no relogio da vida!
A temperatura subiu
Era pra você somar, mas você sumiu
Você me deu um gelo
E ficou tudo gelado, gelado
E nesse dia frio (e nesse dia frio)
Quem é que tá do seu lado, seu lado?
Mas eu largava dela, nunca mais beijava ela
Sumia da vida dela se ela não fosse esse
Mulherão da porra
