Subir
Eu só quero saber "qual é o preço da vida?" Mais eu penso subir, mais as pessoas atormentam😥
"Ninguém devia monopolisar a felicidade, sucesso ou a dor". Porque, até, o prato chega pra todos.
Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu.
"É fácil subir ao púlpito para camuflar o preconceito sob o manto de uma falsa moralidade, enquanto os sacos de dinheiro recolhidos no fim do culto parecem ser o único milagre em que alguns pastores realmente depositam a fé. Os fiéis precisam abrir os olhos para perceber que estão financiando um palanque de intolerância e ódio, e não uma casa de oração. Ao profanar o que é sagrado para o próximo em um espetáculo de pura arrogância, esses líderes provam que a verdadeira libertação deve começar por eles mesmos. Isso não é fé!"
Jamais use pessoas de trampolim para subir na vida mais rápido de elevador. Subir de escadas é desafiador mais é enobrecedor.
A minha frase é:
"Podemos subir qualquer escada, não importa quão alta seja. Se tiver um corrimão nela, a gente sobe sem hesitar"
Significa que não importa as dificuldades da vida, se a gente tiver alguém com quem se apoiar, ao menos psicologicamente, a gente consegue atravessar qualquer desafio.
Essa frase é minha.
Estava filosofando com o Raul( Meu amado esposo) há um tempo atrás, e veio essa frase, anotei e levo pra vida. Às vezes, há pessoas que são o nosso corrimão, e há outras vezes, que somos o corrimão de alguém.
Depende das circunstâncias. É uma troca, assim, como tudo na vida.
Escritores da vida! Somos tão filosóficos!! 😂
O mesmo ato de subir. Propósitos diferentes.
Balaão subiu para amaldiçoar.
Abraão subiu para sacrificar.
Moisés subiu para receber a Palavra.
Jesus subiu para orar.
Não julgue como fanático quem sobe para buscar a Deus. Deus sonda o coração.
#DeusSondaOCoracão
Quem precisa subir o tom para invalidar ou sustentar opinião, pode acreditar em qualquer coisa, menos que tenha opinião para sustentar.
Talvez porque a verdadeira convicção não precise gritar — ela se sustenta no silêncio firme de quem compreende o que diz.
O volume, muitas vezes, não é força: é disfarce.
É a tentativa desesperada de preencher, com intensidade, aquilo que falta em consistência.
Curioso como, em tempos tão saturados de certezas, o diálogo se tornou território hostil.
Não por faltar palavras, mas por sobrar imposição.
Há uma diferença muito profunda entre compartilhar uma ideia e defendê-la como se fosse uma identidade.
Quando alguém se confunde com a própria opinião, qualquer discordância deixa de ser debate e passa a ser ataque.
E é nesse ponto que o tom sobe.
Não para esclarecer, mas para proteger.
Não para construir, mas para vencer.
Como se uma conversa fosse uma disputa, e não um encontro.
Quem se atreve a dizer que o outro “não está preparado para uma conversa” muitas vezes diz muito mais de si do que do outro.
Talvez essa seja a forma mais nojenta e sorrateira de se apoderar da razão.
Porque conversar de verdade exige algo raro: disposição para ouvir sem imediatamente reagir.
Exige maturidade para admitir que talvez — só talvez — exista algo fora do nosso campo de visão.
Quem sustenta uma ideia com honestidade e serenidade jamais precisa calar o outro.
Não precisa desqualificar, rotular ou elevar a voz.
Porque entende que uma opinião forte não é aquela que se impõe, mas aquela que resiste ao confronto sem perder a coerência.
No fim, talvez a questão nunca tenha sido sobre estar ou não preparado para a conversa — mas sobre estar disposto a ela.
E isso implica um risco que muitos evitam: o de perceber que não sabemos tanto quanto imaginamos.
E, ironicamente, é justamente aí que começa qualquer opinião que realmente valha a pena ser sustentada.
Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.
Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.
O Abraço da Serenidade
Porque a verdade, quando é vivida — e não fabricada —, fala baixo, mas ecoa na eternidade.
Vivemos tempos em que a força da voz e o volume do discurso parecem ter se tornado sinônimos de autoridade.
Mas a verdadeira autoridade — aquela que não exige gritaria nem dogma — nasce da integridade.
Quem não se assenta sobre “verdades fabricadas” — aquelas construídas para mobilizar plateias, conquistar devotos ou erguer trincheiras — não precisa de plateia, nem de holofotes, nem de frases decoradas prontas para ecoar.
Quando nosso discurso se sustenta sobre fatos claros, sobre o respeito mais que devido à dúvida e à complexidade, ele já traz consigo uma leveza silenciosa.
Não exige acréscimos para soar forte, porque sua força reside justamente em não manipular — em não buscar “inocentes” para transformar em massa, nem “fanáticos” para impressionar.
O impacto autêntico não é obtido elevando o tom ou acumulando citações célebres.
Ele se gera quando as ideias sussurram e reverberam, em vez de berrar.
E há algo de muito profundo nessa serenidade: o que se diz com calma e clareza não entra em guerra com a consciência; ele a convida a despertar.
Ele se abre para o outro, e não o fecha.
Normalmente, ele pergunta mais do que afirma.
Ele permite que a dúvida, em vez de ser inimiga, seja aliada — o terreno fértil em que nascem a liberdade e o pensamento próprio.
Em suma: a integridade do discurso não depende de espetáculo.
Depende de verdade — não da que se monta para impressionar, mas da que se vive para transformar.
A Serenidade sempre abraça os que não precisam gritar.
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