Sou uma Filha da Natureza
A Verdade que a Natureza Revela
A natureza não precisa provar nada…
Ela simplesmente é.
No silêncio das folhas, no ciclo das águas, na dança do vento, existe uma verdade que não se corrompe:
há uma força maior conduzindo tudo com sabedoria perfeita.
Sem pressa, sem erro, sem intervenção humana…
apenas a harmonia de uma criação que se sustenta por si só.
E quando a alma silencia,
ela reconhece:
o mesmo Deus que rege a natureza
também habita dentro de nós.
Por Simone Cruvinel
É relevante enfatizar que a natureza da esperança diz respeito ao futuro! Logo, esperar o que se vê, não é esperança! Saiba que Deus contempla nossa confiança, esperança, convicção e fé! Por menor que seja, Ele vislumbra e recompensa, pois Ele não deve nada a ninguém!
Cogito eu que a depressão pode ser por questões:
1 - Químicas (alimentação, exercícios e natureza);
2 - Espirituais (igreja, palavra e oração);
3 - Psicológicas (profissionais, medicina e amigos)
Mas nunca por frescuras ou infantilidades!
A retórica não altera a natureza dos fatos; quem usa o discurso para fugir da própria substância só prova que a inteligência, sem honestidade, é apenas um truque de cena.
Deus é bom, mas o mundo é mau; a natureza do homem é pecaminosa, pensa em si mesmo e vira o rosto quando alguém precisa de apoio.
A natureza estabeleceu limites físicos que a tecnologia humana não pode ultrapassar verdadeiramente.
Quem vê maldade na bondade alheia apenas revela a própria natureza. A suspeita é o espelho de quem não tem pureza no coração.
"O trilhão de respeito é o capital que se comporta como a própria natureza: ele sustenta a vida sem exigir aplausos, apenas continuidade."
Dizem que o magnetismo de Maxx esconde uma natureza de Escorpião que poucos conseguem decifrar antes de serem envolvidos
Auto-psicossociologia
Espero que não me leve a mal...
O poeta, fingidor por natureza,
tem nas palavras tal destreza
de, sem ser, tornar-se pessoal...
Suas dores: cálculo intencional,
destilam lâminas com sutileza,
e nos conduzem, sem defesa,
à própria incisão emocional...
O mero comum intelectualizado,
sangra versos que julga seus,
e unge o próprio ego exaltado...
E o poeta ri... Artífice dos véus...
vê-se no espelho do flagelado
e brinda, frio, ao caos que ergueu.
Eu luto contra minha própria alma e a natureza humana que há em mim minha mente luta para entender que voltar ao criador é natural, e é onde a luta começa porque os meus olhos te vê onde não estás , os meus ouvidos te escutam onde não estás, é tão surreal e triste quando noto que são saudades tuas, e a realidade é que já não tem o teu barulho na cozinha, aquela cadeira na sala está sempre vazia, do nada ecoa tua voz na minha cabeça e ainda te escuto gritando me chamando pra comer quando chego em casa, as vezes me perco quando volto tarde e tenho de mudar de janela pra alguém abrir as portas , dói porque entendo com a cabeça mas sangro com o peito.
___________________________________
A pessoa acredita que o Cristianismo distorce a natureza de Deus ao tratá-lo como algo externo e separado do ser humano, exigindo arrependimento. Para ela, Deus não é um ser que cobra ou compete, mas sim uma presença interna — a própria vida dentro de cada pessoa. Por isso, entende que não faz sentido esperar o retorno de Jesus Cristo, pois Ele já estaria presente em todos.
__________________________________
Não! Absolutamente não!
A sua colocação parte de uma premissa equivocada e, portanto, conduz a uma conclusão igualmente equivocada.
O Cristianismo não coloca Deus como concorrente do homem — isso é uma interpretação distorcida, superficial, que ignora dois mil anos de construção teológica, filosófica e moral. O que o Cristianismo faz, na verdade, é estabelecer uma hierarquia ontológica: Deus como princípio absoluto, e o homem como ser finito, limitado, em processo.
Quando se fala em arrependimento, não se está afirmando que Deus “precisa” de algo — isso seria um absurdo lógico! Deus, por definição, não carece de nada. O arrependimento é uma necessidade humana, não divina. É um mecanismo de consciência, de ajuste moral, de reconhecimento da própria falibilidade.
Portanto, inverter isso — dizer que o Cristianismo ensina que Deus depende do homem — é não compreender a estrutura fundamental da própria doutrina.
Agora, quanto à afirmação de que “Deus já habita em nós” — sim, há correntes teológicas que abordam essa dimensão interior, essa experiência subjetiva do divino. Mas transformar isso em negação de toda a transcendência divina é reduzir o absoluto ao psicológico. É confundir experiência interna com totalidade metafísica.
E mais: afirmar que Jesus Cristo “nunca voltará” porque “já vive em nós” é uma interpretação específica, não um consenso. O Cristianismo histórico — das suas bases até suas principais tradições — sustenta uma distinção clara entre presença espiritual e realidade escatológica.
Misturar esses planos é, no mínimo, uma simplificação perigosa.
O que está ocorrendo aqui não é uma refutação do Cristianismo, mas uma reinterpretação pessoal — legítima, sim — porém apresentada como verdade universal. E isso, do ponto de vista lógico, não se sustenta.
Se há algo que precisa ser preservado, é a coerência: ou se discute a doutrina como ela é, ou se admite que se está propondo outra coisa.
Porque, no fim, a maior responsabilidade intelectual não é concordar ou discordar — é compreender corretamente aquilo que se pretende criticar.
A natureza segue seu curso, o tempo passa, e o sujeito continua ali, parado na própria estupidez, achando que está abafando.
A natureza não pede licença para florescer,
E assim é a alma que carrega o peso da luz.Você mulher Guerreira, que sabe no silêncio se fortalecer,
Transforma em semente a dor que o mundo produz.
