Sou So um Palhaco
Eu sou sensível, emotivo e irracional. Quando eu aceitar isso eu serei forte, pois o primeiro passo é não ter vergonha do que eu sinto. É preciso ser forte e corajoso pra se aceitar "fraco".
Eu sou uma mulher e sou latina. Essas são as coisas que tornam minha escrita distinta. Essas são as coisas que dão poder ao que escrevo.
Conta Comigo
Eu sou o sol, tu és a lua.
Se és as palavras então eu sou a melodia.
Se és o coração então eu sou a batida.
E, de alguma forma, completamo-nos.
Ás vezes o meu mundo está triste e a chuva caí.
Mas onde tu estiveres, o sol aparece!
Quando estás longe, sinto-me que estás por perto.
Serás sempre quem eu mais amo.
Estás no meu coração, na minha mente, estás por abaixo da minha pele.
Em qualquer lugar, a qualquer altura que precises, conta comigo!
Não preciso de dizer nem uma palavra.
Pois tu já sabes quando estou feliz ou magoado.
Porquê que me fazes sentir melhor só com um olhar?
Serás sempre quem eu mais amo.
Conta Comigo!
Eu sou o orfão da alma, o navegante solitário,
O homem que habita múltiplos lugares e ainda assim é nenhum,
Eu sou o disperso, o eterno indeciso,
O poeta que se esconde atrás de máscaras. O homem que escreve a sua vida como se fosse épica.
Eu sou a música dos sonhos e das angústias.
Eu sou a busca incessante da verdade e da beleza, o homem que não se contenta com as respostas fáceis, eu sou o cético, o questionador, o provocador, opoeta que escreve para mudar o mundo, ainda que esse mundo nunca mude.
Eu sou o eterno viajante, o eterno aprendiz, ohomem que, através da poesia, busca eternamente a sua verdade e a sua liberdade.
Eu tentei ser um novo Fernando Pessoa, um homem que ainda inspira, ainda emociona, ainda perturba, mas não, eu nasci a contragosto, porém, a morte é tão sem sentido quanto a existência. Sim, eu fracassei, talvez fracassei em tudo, nunca me encaixei, tentei, Pessoa me descreveu quando disse "escrevo mais filosofias em segredo do que Kant, mas serei sempre o que não nasceu para isso, somente o que tinha qualidades". Despeço-me como um fracasso que poderia ser um sucesso, ou um sucesso que foi um fracasso. Não sei, talvez tenha algo errado comigo. Eu paro, penso, mas quem foi que definiu o fracasso e o sucesso? Pois, então, eu sou o fracasso e o sucesso de mim mesmo. O mundo não gosta de mim e eu também não gosto dele.
Sou o poeta e o personagem. Osonhador e o realista. Souo que busca o sentido, eo que se perde na pista.
Em mim há uma infinidadede emoções, sou um mar de contradições que se esconde nas entrelinhas.
Dentro de minha alma residem mil vidas, cada uma com uma voz que deseja ser ouvida. Eu sou mil eus diferentes, cada um com seus desejos e sonhos, todos entrelaçados, que sussurram segredos a cada palavra proferida.
Meu coração, uma tela, pintada com seus matizes, cada pincelada uma lembrança do que já foi. Uma colcha de retalhos de emoções e pontos de vista, um retrato de uma vida vivida interiormente.
Eu sou o poeta, o pensador, o ignorante, o palhaço, o amante, o romântico, o desiludido, o andarilho, o sábio. Eu sou o silêncio, o rugido, o som, a luz, a escuridão, o palco.
Sou uma contradição, um mistério, um enigma que não pode ser resolvido, um quebra-cabeça sem história, uma história que ainda não foi contada.
No entanto, em meio a todo esse caos, encontro, um silêncio que ecoa lá no fundo. Uma quietude que acalma minha mente inquieta, uma paz que habita em minha alma. É o meu Daemon, que me diz o que eu preciso ouvir. Diz-me que não estou só, que todos os meus eus são um no final, que eu sou uma semente que foi semeada, e que vou crescer e transcender.
E assim, vagueio por essas tantas vidas, abraçando cada uma como se fosse a minha. Pois nesta jornada, eu descubro o que sobrevive, a beleza de uma alma que cresceu demasiadamente, mas que habita uma vida que não viveu inteiramente, e um corpo puramente ausente.
Sou a multiplicidade do eu
A incansável busca por mim mesmo
Sou a poesia que nunca acaba
A expressão da alma, que é infinita.
E quando escrevo, não sou eu a escrever, mas uma parte do meu ser que até eu mesma desconheço.
Enquanto a tinta se derrama, é outra parte de mim que se inflama, buscando, talvez, o meu próprio endereço.
Sou serena, sensível e tenho uma natureza extremamente contemplativa. Aprecio apreciar a beleza e a feiura de tudo o que me proponho a tocar.
Gosto de manhãs de sol, de silêncios, de fechar os olhos para sentir melhor o sabor de tudo o que me dá prazer. Gosto de ser boba, de falar besteiras e de esvaziar-me para preencher-me das impressões que o mundo me traz.
Gosto de palavras escritas ou faladas, ditas ou sussurradas, gosto até mesmo das palavras silenciadas. Acho que toda palavra é uma forma de representar temporariamente apenas uma parte do que se pretende dizer. Portanto, para mim, a palavra não serve para definir, pois definir é limitado, mas para nos ajudar a traduzir um pouco do que sentimos no momento.
Minha alma é leve e borbulhante, gosta de se derramar em palavras, pinceladas, toques e olhares, gosta de ressignificar o que conhece e de conhecer o que ainda não alcançou.
Gosto da minha inquietação e dessa coisa que me pede para mudar de lugar constantemente. O que permanece em mim é a mudança, a metamorfose, a transformação. Isso não me faz menos fiel, menos doce ou menos sensível, mas coloca-me em contato com o mundo e com as pessoas o tempo todo, e ao mesmo tempo que transformo coisas, sou por elas transformada.
Sou um ser do mundo e o mundo é um ser em mim.
Minha alma poeta é que me deixa assim
A buscar o que nem sei se existe em mim
Sou esse ser de misturas, não gosto de lamentos
A todo instante eu mudo e a todo momento
E não quero a ilusão de viver ensaiando
Uma felicidade estranha que não passa de planos
Sou essa mistura de rocha com folha ao vento.
Sou assim, metade partindo, metade ficando.
Nada, nem palavra alguma podem me definir, eu sou plural, inconstante e borboleta.
Eu sou isso tudo, essa coisa toda, esse sem fim, essa imensidão.
Eu sou tudo, e nada cabe dentro de mim
sou esse mar invadindo a praia e levando tudo,
Sou intensa e ndecifrável... raramente sou tímida.
Sou esse divisor de águas, o antes e o depois... perto de mim nada permanece igual, porque eu mudo tudo, e mudo junto,
mas somente quando quero, quando me permito essa mistura.
Eu resolvi te escrever a última carta para te dizer que ainda te amo mas sou obrigado a te esquecer só não me culpe foi você que pediu pra te esquecer juras de amor ouvi você falar estava cego de amor por você que aquelas palavras eram da boca pra fora já eu como um tolo cego louco de amor por você hoje sei que entreguei o meu amor verdadeiro a você
segura coração apaixonado viver com você nos meus pensamentos será minha pena sou julgado e condenado no tribunal do amor vivo a pensar que amores são amores onde foi que errei para viver no labirinto do amor sem destino vivo a procura por esse verdadeiro amor
ass: CICERO LYRA
Sei que errei sei que sou culpado por nada fazer por nosso amor nossa história, quando se ama de verdade o tempo passa mas as lembranças ficaram pra todo sempre: ass Cícero lyra
Não tenho culpa de ser quem sou,
De andar diferente,
Minha alma é livre, meu coração é forte,
Não preciso seguir o caminho trilhado. Pelos outros
Meu passo é único, meu ritmo é próprio, essa história é minha,
Não me culpo por ser autêntico,
Sou eu, sem máscaras, sem medo.
A diferença é a beleza, é arte,
É a essência da minha existência.
Não peço desculpas por ser quem sou,
Sou orgulhoso de minha individualidade.
Ass Cícero Lyra
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