Sou So um Palhaco
Eu não sou um artista qualquer, eu sou diferente da maioria, faço minha própria Música sem imitar a ninguém.
Vozes em Ruínas
Eu sou dor que ninguém vê
Um amor que já fora amado
Triste alma que já nada crê
Fumo de um fogo apagado!
Sou sofrimento impossível
Que ninguém quer compreender
Dor e tristeza intangível
Cada vez mais a crescer!
Sou um viajante do tempo, viajando do passado no presente, que pode pegar um vôo a qualquer momento e não voltar. Viver é viajar e morrer também.
Sou um viajante do tempo, vindo do passado e viajando no presente, e que o futuro pode ser um vôo a qualquer momento.
Eu sou um beija flor
Que a muito tempo
Sonhou com um belo amor
E o tempo todo esperou
O amor onde foi, que se escondeu
Eu sou um beijo que muito amor
E o tempo passou!
Shirlei Miriam de Souza
Sou lúcido quando, tendo que escolher entre dois males, escolho o menos ruim. Me torno um imbecil, no entanto, quando passo a chamar de bem o mal que escolhi.
Eu
Eu não sou uma estrela, sou uma constelação. Eu não sou um livro, sou uma biblioteca. Eu não sou um lobo, sou uma alcateia. Eu não sou um soldado, sou um exército.
Por que sempre volto lá?
Continuo e continuo voltando. Sou um aparato temporal, com os ponteiros travados sempre no mesmo tempo e lugar.
- PauloHSSantana -
Quando arrumo a minha casa,não significa apenas um cômodo limpo; sou eu arrumando a minhacasa existencial e as minhas emoções, colocando tudo em seu devido lugar.
Em busca da alegria
Voei...
É claro que voei,
Pisei na terra,
Andei pelo mar,
Agora sou um tisiu sem asas que em outrora cantava alegre
Sou talvez um pardal que ainda busca forças para voar,
Me perdi pelo espaço,
Sou uma ave desconhecida,
Sou,
Eu prefiro ser um pássaro desconhecido chorão,
Do que um alegre falso sem paz,
Certamente amanhã eu voarei,
Se eu pudesse apenas,
Eu certamente seria,
O emaranhado dos fios elétricos,
Cheios de energias,
Conduzindo forças para gerar a luz,
Busco uma floresta perdida para um ninho eu construir,
Enquanto não acho,
Estou na rua que fiz minha história,
Sim, eu gostaria
Se eu pudesse,
Eu certamente seria tudo,
Por cima ou por baixo,
Estou vivendo em busca da tão esperada alegria....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Rimas vazias, linhas cheias de sangue de uma outra vida. O que sou agora é um mero retrato do que já fora. Será a vida agindo com maus tratos para comigo? Ou serei eu tão mal acostumada a me destruir com retratos de outrém? Vale a reflexão no espelho da atualidade para sempre me lembrar que a vida é uma folha lisa sendo datilografada pelos dedos frenéticos do tempo e suas decepções.
Extensa inspiração.
Sou um Poeta refém,
Refém da minha vasta imaginação,
Sou um Poeta sem rumo,
De algemas em punhos,
Estou preso,
Trancafiado e condenado,
Talvez amanhã,
Posso dar meu testemunho,
Mas até o momento,
Não tenho data marcada,
Que me liberte desse mundo,
Eu mesmo me prendi,
Me tranquei e perdi,
E esqueci o caminho de volta,
Escrevi ontem e escrevo agora,
Não tenho ceteza se escreverei amanhã,
E se isso acontecer,
Escreverei para todos a minha volta,
Sou um Poeta assumido,
Nem sei como se deu isso,
Talvez seja,
Essa minha extensa inspiração...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Mas ainda assim, sou um poeta de silêncios
De inquietudes flácidas
Um coração que respira letras
E pulso, que pulsa palavras ainda não escritas.
Infância...
Deixarei os versos
Deixarei de ter o pensamento
De que nada sou além de um pensar
Tantas vezes tenho sido infantil e absurdo
O mundo hoje feito em pedras
Eu ainda moro num castelo de areia
Resistindo ao sofrer de coisas ridículas
Vejo nos olhares cegos dos que me rodeiam.
Nasci num ontem de muito tempo
Eu queria estar hoje aqui,
Hoje, gostaria de estar lá na criança de onde vim
Não contenta-me ver tanta gente que se afoga
Sem a gerência dos sentimentos.
Meus versos deixarei
Para que não me perturbem
Para que não sejam eu.
Não quero ser o que sinto
O que só os meus olhos veem
Pereço a dor de um sobrevivente
Um pedaço de cada dor do mundo
Não aprendi com a dor
Não mudei com a decepção
Não deixei de ser o meu pensar
Nem vejo o que "penso" ver.
Ainda um menino nas mãos de um gigante
Não são fadas e princesas
Apenas o morrer de um eu
É apenas o mar da ilusão a tocar o meu rosto.
[Onde está a Vó Madrinha Laura /?]
[Onde está o poço dos fundos/ ]
"A goiabeira do quintal e meu cão Duque?"
"Onde estão os figos/"
[Onde está o Padrinho Vô Luiz/ ]
...Onde estão todos Mãe/?
Minha casa não é mais portuguesa
Não há fadas príncipes e nem princesas.
Somente um pequeno Portugal em mim
O que me faz sentir uma Tia.
O que me faz viver e sonhar.
Talvez o verso que ainda vive em mim.
Mas...
Foi um delírio da alma.
Um estúpido delírio da antiga alma,
Que ainda é criança...
Que morrerá criança.
"Não posso mais guardar o tempo"
Ninguém pode!
Zé Poeta.
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