Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Eu queria fazer um texto, todo fofinho e bonitinho, pra explicar o que eu sinto..
Mas é tão intenso, e foi tão rápido que me dá medo.
Eu só sei que se eu pudesse..
Eu te abraçaria todos os dias.
Eu te falaria que o seu perfume não sai da minha mente.
Eu te falaria o quanto eu amo os seus olhos e o seu sorriso.
Eu te falaria como eu amo e ao mesmo tempo odeio te ver chegando.
Eu te falaria que você mudou completamente os meus planos, a minha forma de pensar e ver a vida.
Eu te falaria que desde aquele dia você não sai da minha cabeça.
Eu te contaria que desde que você chegou eu esqueci o que me me deixava mal.
Eu te contaria todas as vezes que sonhei com você.
Eu te contaria que eu amo quando você olha nos meus olhos.
Eu te contaria que eu amo ouvir sua voz.
Eu te contaria todas as vezes em que ouvi uma música e lembrei de você.
Eu te contaria todas as vezes que eu tentei te esquecer pq tive medo, mas meu sentimento falou mais alto.
Eu te contaria todas as noites e manhãs em que eu me ajoelhei na beirada da minha cama e orei por você, por nós.
Eu te contaria todas as vezes em que eu falei de você pras minhas amigas.
Eu te contaria todas as vezes em que eu quase morri de saudade. Todas as vezes que a saudade apertou tanto que eu te via em todos os lugares, no rosto de todas as pessoas.
Eu te contaria todas as vezes em que você quase me deixou louca
Eu te contaria todos os arrepios que eu já tive só de pensar, só de te ver.
Eu te contaria que te acho melhor que todos os outros.
Eu te contaria todas as vezes que eu neguei isso tudo, pra mim mesma. Todas as vezes que eu neguei isso tudo, pros meus melhores amigos. Neguei pq tenho medo.
Ordenou-me que ficasse; e eu, como boa submissa, obedeci ao meu senhor.
Somos o encontro perfeito do amor; ele a ordem e eu uma submissa sem pudor.
A nossa história de 30 anos juntos,
não se acaba aqui, não se acaba assim...
A morte que nos separou agora, é a mesma
que irá nos reencontrar. O meu amor por você é tão grande, que vive em nossos filhos, que irei criar à sua semelhança, com caráter , hombridade e retidão. E quando a minha missão cumprida estiver, em teus braços, irei me aconchegar. Que eu suporte os dias de saudade e as noites de dolorosa solidão...até o dia em que finalmente, contigo, de novo, irei estar.
Para Márcio Miguel Zorio, meu esposo falecido em 17/07/2016.
Quando eu saí de casa, bem que o coração me avisou
Leva um guarda-chuva que hoje pode ser
Que chova amor, que chova amor
Mas eu não dei ouvidos, saí desprevenido
Achei que nunca ia acontecer comigo
E aconteceu
O destino deu um empurrãozinho
Colocando o seu caminho no mesmo que o meu
Preparando um jardim
para uma linda borboleta pousar,
e ficar, sem pressa.
Que queira ser cuidada
e que também saiba cuidar.
Onde o amor se torne uma proposta
e não uma imposição.
Onde não somente haja interesses,
mas um sentimento que faça
valer à pena
ser apresentado
a Deus...
Beijar seus lábios é como mergulhar em um oceano calmo e claro, que me tira o fôlego, mas não me afoga.
Amar-se é ter paz interior o suficiente para não precisar da aprovação dos outros.
A vida é breve demais para ter medo de dizer as coisas bonitas que transbordam da gente.
CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.
Nossos olhares se cruzam, os lábios se tocam.
O calor, o cheiro e fluidos se fundem a ponto de nos tornarmos um só, enquanto o ambiente se perfuma de amor ao som de dois tambores.
Respiração ofegante, um sorriso suave, nossos corpos suados e trêmulos largados lado à lado; exaustos mas ainda conectados pelos mesmos sentimentos.
Falsário
O acaso é o abraço
Quando o perdão não é achado
Me afasto
E invoco o passado
Desfalecer só para lânguidos
Eu me despedaço
E desfaço
Mas peço que perfaça
Vai doer
Mas tenho que contradizer
Não acredito em você.
Para os que desejam meu mal, que falam mal de mim, que tentam por vezes me derrubar, que na minha frente são uns amores mas nas costas apunhalam, a eles desejo AMOR. Que seja amor próprio, amor ao próximo ou que sejam amados de verdade, mas que seja amor. E também desejo que Deus entre em seus corações. Peço a esse mesmo Deus que continue me permitindo enxergar isso e saber quem está ao meu lado. Então senhor, novamente lhe peço em oração: Livrai-me do MAL, Amém.
Ela nunca procurou a metade da laranja, a tampa da panela, o chinelo velho do pé torto, o queijo da goiabada, ela só queria ser uma laranja partida, panela sem tampa, chinelo sem pé e sem contar que não gostava de queijo e goiabada.
Esse lance de procurar o amor da vida, não era com ela. Que brega!
Provavelmente ela tropeçaria nele na rua, bateria no carro dele, furaria a fila dele no final da festa ou até derrubaria aquela bebida fedida na camisa dele, tudo sem querer.
Ela nunca foi de procurar. Ela acabava de uma forma ou de outra encontrando, sem querer, literalmente. Afinal, ela nunca procurou por ele.
Ela era uma graça, vivia tão leve, tão desprendida de crenças que causava inveja, quem tem aquele descuido todo com o mundo, com as pessoas, com os sentimentos?
Ela, ela tinha tanta coisa ao mesmo tempo, que não tinha nada. Nada de mais.
Ouviu certa vez, de um grande sábio que ela não lembra o nome, que a liberdade dela assustava. Mas e daí? Que gente medrosa!
No fundo ela acredita no amor.
Carta: As Juras que Prometi
Por Caio Cavalcante
29 de Agosto de 2013.
As Juras que Prometi.
São Joaquim da Barra, 14 de setembro de 1995.
Mariana, meu baby,
Promessa é dívida, então pagarei. Hoje estou aqui para te dizer que as juras que um dia te fiz ainda estão aqui dentro do meu coração intactas e continuam as mesmas. Agora, a única coisa que mudou foi a forma de enxergar o mundo e poder te proporcionar estrelas maiores e mais brilhantes. Rego nosso amor como um florista rega as rosas de uma pequena estufa no meio do nada.
Nunca pude ter a noção de tamanho amor na minha vida como é o amor que sentimos um pelo outro. Ainda assim, me passou pela cabeça a ideia de te dar uma coisa ainda maior do que um céu cheio de estrelas: vou te dar o céu azul anil com um sol ofuscante para iluminar o teu dia e te tirar desses dias cinzentos que anda vivendo.
Impressionante a minha capacidade de te amar porque hoje estou aqui te escrevendo a continuação de um poema não finalizado, e estou escrevendo com meus mais singelos sentimentos. Gosto quando pensa em “nós”, porque eu também penso todos os dias.
Amo cada olhar, cada gesto, cada detalhe do teu sorriso que ficou marcado em minha mente que não me sai dos pensamentos. Outro dia mesmo, me pego imaginando a mesma coisa que passou pela sua mente: o casamento.
Um momento nosso e crucial em nossas vidas que eu prometo que assim que estivermos legalmente casados perante Deus, prometo te fazer a mulher mais feliz do mundo. Sei que isso é meio frase feita de novela, mas é a realidade, é o que sinto.
Tenho que ir, já está tarde, mas não antes de deixar carimbada e selada a minha marquinha.
Um grande beijo,
Evandro Aparecido Arantes.
Você precisa aprender a ficar sozinho.
Não é todo mundo que está disposto a
Dividir contigo uma vida,
E, se a pessoa não está disposta a isso,
Não há por que você se dedicar a ela.
❝... fica decidido que deste momento em diante ... somente o que fizer minha alma mais feliz e alegre vai permanecer na minha vida ... quero somente pensamentos positivos ... emoções que me façam sentir meu coração pulsar mais forte ... todo o resto eu simplesmente deixo para trás... ❞
A crônica do destino: Por Will Flauberth
O que teria o destino em mente para mais uma vez colocar a gente frente a frente? Estaria querendo ele consertar erros, dar uma segunda chance ou apenas um gaiato.
Consertar erros faz parte da vida afinal todos erram, mas será que isso vale para o DESTINO? Se for, então como não pensar que foi um erro ter nos separado um dia, culpar o destino seria uma forma boa para encarar esses novos planos.
Estaria ele nos dando uma segunda chance? Acredito que todos merecem uma segunda, terceira, quarta, quantas possível, mas chance só se dá por merecimento, dar uma segunda chance apenas por caridade só te leva a pensar numa terceira chance. Recomeçar é o mesmo que consertar, melhorar, reparar... A questão é "merecemos?".
Mas e se ele estiver apenas sendo arteiro? Porque colocar novamente no tabuleiro o rei e a rainha novamente no tabuleiro?
Pérfido destino querendo brincar com vidas humanas, mas será que ele esta contando com as lições que a vida me ensinou, pois normalmente eu me entregaria novamente, não posso negar essa grata oportunidade tão sonhada, ainda mais sabendo o quanto coloco meu orgulho de lado no dia a dia, mas será ele sabedor que esse orgulho ignorado vira um sentimento Inexorável quando rejeitado, ferido ou magoado. Pobre destino que com todas as suas artimanhas ser surpreendido pela minha barreira de orgulho que pode impedir qualquer recomeço ou reviver um sentimento que a muito fora rejeitado.
O destino tem as suas armas, o orgulho as suas defesas e eu fico no meio do tiroteio. Nesse jogo eu não escolho favorito apenas vou esperar pelo vencedor.
