Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

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CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

‎"Ás vezes sou amigo, quando deveria conquistar, as vezes conquisto quando deveria apenas ser um amigo, mas agora não estou nem amando nem conquistando apenas vivendo.."

Inserida por gleisonandrade

⁠Diferente dos demais,
evito olhar para trás.
Não sou de contar histórias,
pois todo erro é um aprendizado,
e não preciso relembrar o passado.
Diferente dos demais,
não olho para trás,
pois tenho um olhar flexível,
e cada dia é outro nível.
Diferente dos demais,
curto olhar para frente,
esperando sempre algo diferente.
Diferente dos demais,
não olhe para trás,
pois tudo tem um fim,
feliz ou triste,
mas ele existe...

Inserida por JesuelAndrade

⁠" Eu simplesmente sou considerada uma pessoa chata ou estranha pq não consigo conviver com gente que reclama demais apesar que eu já tive a minha fase de imaturidade porém hoje eu consigo ver o mundo de uma forma mais alegre ."

Inserida por Ariel_Emanuelle

Lua Peixes de Cristal⁠

sou guiada pela Lua
a sombra dela vem sussurrando; isso é normal
meu coração pulsa douradas vibrantes vozes
frases sublimes, ouço; somos nove
nove anjos vêm me visitar
eles me tocam
descem e sobem
em círculo me elevam
subordinados a me fazer meditar
ouço mantras celestiais
me penetram me consomem
nuvem branco cristal
a luz está no centro
branca azul alada presença divinal
vermelho púrpura, vem do astral
em frente dois turbilhões girando
um de cada lado
um gira num sentido
o outro pro outro lado
sinto cheiro de arruda
forte e quente, me saúda
conhecida, talvez seja orobó
será meu pai ou minha avó
eles me abraçam
me sinto amada, amparada
calafrios, arrepios, calores
caloroso e acolhedores
choro com sorriso no rosto
agradecida, rezo, peço e ouço
minha vida, minha prece agradece
nosso amor, nossas vidas, não esquece
é preciso decretar recomeços
renascer, receber, doar e permanecer
crescer e distribuir, conectar e evoluir
acreditar e que sempre vamos amanhecer

onde quer que eu vá
todo amor que tenho pra dá
onde quer que eu vá
todo amor que tenho pra dá

Inserida por JeyneStakflett

A minh'alma jamais se deixa

capturar - sou livre para amar,

A minha'alma nasceu livre,

e por isso sou a tua poesia...,

O amor da sua [vida]...,

e isso ninguém pode negar.



A poesia escrita intensa

é a dos loucos amores,

Desenho com todas as cores,

pinto a sua pele com a cor

Que vier a me [inspirar]...,

A minh'alma tu bem enaltece,

o perfume que ninguém esquece,

Ele só você bem conhece,

o rumo a se enveredar.



A minh'alma não cede nunca

a oportunidade de remar,

A minh'alma é embarcação

e emoção à beira mar....,

O amor nela [reside]...,

e ele ninguém pode despejar.



A poesia do mistério bailado,

e que nunca será desvendado.

É essa poesia a te convidar

para preencher a tua vida toda.

Para você amar e ser [amado]...,

e fazê-lo sempre sorrir à toa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sou feita de tíbias palavras

Sim, sou feita de poesias plenas,

Não sou feita de tristes amarras.



Eu sou poesia que fica,

Sou a perfeita indecência,

Eu sou a própria malícia.



Sou feita do teu doce sorriso

Não, sou a tua fina safra..,

Sou feita do teu verso despido.



Eu sou a mulher feita de poemas,

Eu sou a tal cheia de sol...,

Eu sou toda coberta de estrelas.



Não invado, sou poesia

O meu verso é de ferro,

E o meu corpo é de fogo.



Eu sou a menina fingida,

Eu sou a mesma [mulher],

Eu sou alguém que te quer.





A minha ambição é discreta,

Não desafio, porque sou lira;

Escrevo para uma paixão secreta.



Porque eu amo, sou poesia.



Porque tenho sede, sou poesia



Porque eu te espero, sou poesia.



Não vou além, porque sou poesia...



Porque como toda a poesia: sou poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me roube de mim mesma,

Eu me pertenço!

Sou filha da boa franqueza...



Não me roube a paz

De construir a vida

Que eu sempre quis

Eu deixei tudo para trás.



Não me veja com outros olhos,

Eu sou como sou!

Sou poesia, sangue e sonhos...



Não me tire o tempo

De procurar o amor

Imaculado no peito

De alguém que seja

- inteiro -

E seja cheio de candor.



Não me faça como passatempo,

Eu sou dona da minha vida!

Não se faz ninguém perder tempo...



Não me venha com intenções:

Primeiras, segundas e terceiras...

Eu busco muito mais que o teu querer:

Busco o verdadeiro amor

Talvez na dimensão que você viva,

Jamais irá entender, não queira me prender!



Não é justo fazer-me de objeto,

Sou dama de fogo e ferro,

Deixe-me no meu caminho certo.



Não é legítimo e nem legal,

Arrancar a poesia lirial,

Tirar a honra do meu andor,

De andar orgulhosa

Por cultivar o jardim celeste

Que florescerá com o meu sonho de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu sou movida à paixão,

não temo caminhar ao sol.

Eu sou amante da vida,

te querer é a minha religião.

Em ti resiste a fogo brando,

- e a brasa mansa [recolhida

De uma paixão impensável

Por minh'alma [feminina.



Eu sou aquela [criatura],

que se perfuma para te ter.

Eu sou aquela [ternura],

que vira de verso para te ter.



Do melhor de mim para ti

oferto-te o meu inalterável:

o meu amor feito de poesia

Sublime, ardente e honorável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você previu a minha solidão,

Sou flor solar perdida na duna,

Em busca do teu lindo coração.



Não te acho porque livre não estás,

Estás confinado numa prisão,

Decepcionado com a minha decisão.



Você previu a minha infelicidade,

Pela minha falta de coragem,

De não ter mergulhado de cabeça

Nos braços do amor, nossa eternidade.



Você no fundo me conhecia

Melhor do que eu mesma;

Que na verdade, sempre fui poesia.



Não te encontro, porque me perdi,

Estou confinada nas letras,

E aprisionada na minha ideologia

- demagogia -

Eu deveria ter feito tantas coisas,

Mas não fiz, descumpri e me prendi.



Eu sou o caso mais complicado,

Que vi nesta vida,

Sou a 'tal mosca na sopa',

O 'dedo na ferida',

Sou ferida que não sara,

Dor que não para,

Ferida que não cicatriza,

Poesia que anarquiza,

Chave que liberta,

Loucura sem cura,

Amor que não passa,

Fera que reage mesmo ferida,

Um dia farei-me libertada,

Para de vez libertá-lo;

E resguardados do mundo,

Recuperarmos o nosso projeto

De viver de amor a cada segundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Entrando na tua vida

- bem devagar

Eu sou a primavera,

A alma que te espera,

O Farol que beija o mar.


Um farol perdidamente

No estreito e a frente,

Quanta loucura para contar...


Iluminando o teu barco,

Primavera potente,

Farol perdido, não ilhado,

Com muita história a te contar

E um amor profundo para te dar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É fato mais do que consumado:

eu sou um pedaço de você.

A tua estrela de todas horas:

matutina, vespertina e anoitecida

No afã de viver a vida de carícia

Só me alimentando de você...



É assim que comecei a surgir:

nascendo do amor que vive.

O mais lindo pedaço brotado

- dentro do teu coração.

Fiz-me de irresistível paixão,

Só para viver dentro do teu coração.



É sempre assim, e sempre será:

eu gostando de você, e você de mim.

O brilho mais lindo nos meus olhos

- espelhando o brilho desses olhos

Dessa tua doçura que ninguém resiste,

E que o meu coração jamais desiste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou um ramo em flor

- sobre a pastagem -

Sobejamente tu me pegas

E coloca-me em destaque

Levando-me sob as tuas regras

É desse jeito que tu me carregas.



Dou um não ao que me afasta

- fujo da tempestade -

Serenamente tu me recebes

E sacia-me como a chuva

Mansa ao teu apelo,

É desse jeito que te recebo.



Vou ao teu encontro

Como a flor desabrochada,

Sedenta e paciente

Para que a chuva caia,

Alimentando a possibilidade

Da semente do amor ser fecundada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autêntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quê sinto,

Tudo o quê penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satânica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da língua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuário,

Para a tua boca,

e não te basta,

Além das orbes

celestes,

Lá estão

escritos os poemários

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



Você não

se deu conta,

Não escrevo

para você,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixão,

Para esperar

o amor que virá,

Lindo e ardente

como um verão,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusão,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverá

o meu rimário

Desse amor

resguardado

num sacrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fazes-me bailar

na noite de cristal,

Sou o teu beijo imortal,

a tua poesia,

Talvez a mais fatal:

a tua profecia.

Harpa celestial

afinada na tua mão,

A mulher nascida

para viver de paixão.



Uma crônica, um verso,

um soneto total,

Nascidos em uma noite

de cristal,

Escritos nos passos

da cortesã,

Típicos do baixo

meretrício,

Ufano-me disto

e daquilo sensual...



Oculta, louca e

indescritível fantasia

Que galopa

cuidadosamente...,

Toco sem perdão,

em carinhos

- repletos e libertos

Além de morar no coração,

Ocupei toda a tua mente,

inteiramente.



Doçura, leveza

e espiritual alegria

Que canta

simplesmente...,

A canção que sai

da mente

Para os lábios

docemente,

E que encanta

o meu coração

Pela sinceridade

evidente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu tenho muito

a te oferecer,

É verdade,

eu sou um oceano

Do amanhecer

até ao entardecer.



Um fenômeno anônimo,

Um impulso discreto,

Um amor doce e secreto.


Inteiramente

deslumbrante,

As minhas tonalidades

ousadas,

E as entonações abusadas...



Para te endoidecer,

Para te embalar,

E fazer a tua pele ferver.



Eu tenho virtudes,

É verdade, eu sou

o desencontro,

O encontro com a cabeça

recostada

Sobre a tua vontade,

o teu ombro.



Suplicante, pedinte,

- insistente

Assumida,

e sempre carente.



Sou a encarnação

da rebeldia,

O amor cheio

de revolução,

A canção repleta

de emoção,

A luz dos teus olhos,

A habitante

do teu coração,

A verdade cantada

em canção,

A tua loucura

cheia de paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desta Pátria Grande
sou mais uma cidadã
dentre um continente
de mulheres profundas,
que só se permitem
ser amadas se forem
para ser absolutas.

De uma vez por todas
peço que entenda:
a minha busca pelo
amor não é lenda.

Desta Pátria Grande
exaustivamente
sou mais uma cidadã
feita para derrubar
totens e paradigmas
com a minha pluma
sob a luz da Lua.

De uma vez por todas
peço que entenda:
lábios nos meus
só se colarão
quando eu tiver o dono
do meu coração.

Desta Pátria Grande
cadencialmente
sou a espera silenciosa
de quem não quer
amar em desespero:
vivo sem temer as estações,
o sabor das revoluções,
e o atemporal das emoções.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me confundam
como militante política,
Eu sou diferente:
sou militante poética.

Inserida por anna_flavia_schmitt

No teu íntimo
sou a tua
Lua muda
e imensa
em terra
estrangeira,
a minha presença
te entretém
a noite inteira.

Surjo sempre
quando te falta
a esperança
de vencer
a escuridão
que sei que
você se encontra;

No céu cruzo
os morros
beijando as matas
para sossegar
o teu coração,
contigo estou
por cada estação,
na tua oração
e em cada canção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu sou a morena de Jarapatinga,

Você me olha, e eu faço graça,

Cheiro de mar e lábios de pinga,

A minha sempre cor convida,

Para a secreta e boa insídia,

Porque és caçador, e eu a caça,

Em si a regra a gente cria,

Quando o assunto é amor,

Não há caça e nem caçador.



Eu sou a tua Musa alagoana,

O teu coração bate por mim,

O amor jamais engana,

O meu vestido tem decote,

O vento o acaricia,

Ele é de chita,

E nem por isso é menos nobre.



Eu sou a tua morena cigana,

Que jamais reclama,

Só pede, e reza...,

Para um dia ser por ti amada,

E que só sabe dizer sim,

Quero você todo para mim;

Tenho cheiro de alfazema fresca,

Balanço como as ondas do mar,

Você nunca irá deixar de me amar...

Inserida por anna_flavia_schmitt