Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Marido não tem amiga íntima.
A frase parece simples, quase banal, mas carrega uma verdade que muitos preferem ignorar.
Num tempo em que os valores se diluem entre telas e mensagens instantâneas, o limite entre o respeito e a deslealdade emocional tornou-se perigoso e frágil.
Um casamento não é apenas uma união de corpos, mas de almas. É um pacto silencioso de exclusividade emocional, um compromisso de ser o porto seguro um do outro.
Quando um dos dois começa a compartilhar sua intimidade — seus medos, suas alegrias, suas dores — com alguém de fora, algo se rompe. A confiança, esse elo invisível e precioso, começa a se desgastar, não por gestos explícitos, mas por confidências que deveriam permanecer no espaço sagrado do casal.
A traição, na verdade, raramente começa com o toque. Ela nasce nas palavras, nas conversas longas demais, nas trocas de olhares, nas mensagens que se repetem sem necessidade.
É o afeto deslocado, o conforto encontrado onde não deveria haver abrigo.
E quando a alma se inclina, o corpo apenas segue o caminho que o coração já traçou.
Lealdade não se resume à ausência de adultério; é presença constante de respeito, vigilância e limites.
Um homem fiel é aquele que, mesmo tendo oportunidade, escolhe proteger o que construiu. Que entende que uma amizade “inocente” pode se tornar uma brecha por onde entra o desrespeito.
Porque o amor verdadeiro é discreto, mas firme. É protetor, mas não possessivo.
Ele não admite concorrência emocional.
Quem ama de verdade, preserva.
E quem preserva, entende que certas intimidades simplesmente não cabem fora do lar, fora da aliança, fora do “nós”.
Portanto, “marido não tem amiga íntima” não é uma frase de ciúme — é um lembrete de sabedoria.
É o reconhecimento de que o coração tem fronteiras, e que ultrapassá-las, ainda que em silêncio, é o primeiro passo para destruir o que se jurou proteger.
Porque o amor não se divide. Ele se guarda.
Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.
Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.
O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.
Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.
Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.
"Ser um trilionário é descobrir que o preço de quase tudo é irrelevante, mas o valor de quase nada mudou."
O contraste daquele sorriso angelical com o desejo quase pagão que tua presença desperta é um tipo de tortura bela, uma poesia coesa, versos atravessados entre presente e devaneio.
A humanidade desfila na beira do precipício,
Não que seja novidade, para nós é quase um vício.
A mesma ciência que ajuda salvar vidas
É a que estuda formas mais eficientes de atirar para a tirar.
É fato que o conhecimento não tem lado,
Mas o que fazemos é acelerar com o freio de mão puxado.
É fato que amamos odiar, a guerra nos motiva a avançar.
O caos é uma festa em que adoramos dançar;
Somos atraídos por ele, à meia-noite uma bomba nuclear.
O tempo passa e buscamos motivos para nos isolar.
Povo diferente? Mais um souvenir.
Pouco importa discernir,
Troca de presentes — às vezes nem é isso,
Só consumismo barato, disfarçando xenofobia e racismo. No fim turismo,
Aproveitando a feira do outro lado da fronteira.
Um mesmo ser, detalhes nos impedem de conviver.
Assim que as bombas estourarem, não haverá mais divisão,
Finalmente a igualdade: o fim de toda a civilização.
Não é o ideal, mas é a sentença do tribunal
Onde somos réus, carrascos e vítimas.
O lobo correndo atrás do próprio rabo,
Pois, bem como disse Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.
No fim todos morrem.
Sussurras quase inaudível, enquanto arrastas minha mão para teu recôndito paraíso — um jardim de névoas úmidas.
— “Escreva-me com os dedos”, — exiges.
Meu corpo obedece — sou a pena que desliza nas entrelinhas do teu prazer.
No tumulto da vida, que corre apressada e ruidosa, nasce um silêncio raro, quase sagrado. Uma brisa atravessa o tempo, trazendo o teu perfume e me conduzindo a um mundo que desacelera, tornando-se mais suave. Ainda assim, o que me resta é um vazio delicado, já escrito pelo nosso destino.
Numa discussão dificilmente haverá um vencedor. Enquanto num diálogo é quase impossível haver perdedores.
"Árvore alta nas suas copas altas,
Quase encontra as nuvens altas
Suas folhas caiem no chão
Depois de longo tempo já mortas.
Seus frutos que antes eram flores,
Hoje são sementes caem no chão.
Germinação lenta por anos...
Brotam pequenas folhas,
Longos anos se passaram".
“Se apaixonar é negociar o coração, é trocar tudo o que se tem por talvez um nada quase nada que o outro tem a oferecer.”
“Se apaixonar é negociar o coração, é trocar tudo o que se tem por talvez um nada quase nada que o outro tem a oferecer.”
Faz dois anos e cinco meses desde a última vez que negociei meu coração, confesso que não foi a melhor negociação, acho que o contrato de amor reciproco não ficou muito claro. Eu não consigo entender como pude me deixar ser tão lesada neste processo, eu acreditava piamente que estava realizado o maior e melhor feito da minha vida, eu cria que aquilo seria a perfeição mais evidente do que é o amor. Fui enganada. Usaram como moeda de troca pelo meu coração palavras vazia em formato de amor, fui cativada sem a intenção de ser amada, segundo o autor Saint Exupéry em seu livro O Pequeno príncipe cativar significa “criar laços”, eu entendo por “ se tornar importante e fazer falta quando não se esta presente” e pelo que tenho visto eu não ando fazendo a menor falta. Fui enganada. Tudo o que se espera de um grande amor é que seja grande e se não for que possa crescer e ficar grande. Quando não existe amor há 50% de chance de um dia vir a existir, mas se tem a 25% de chance de crescer (quando alimentado) e 25% de acabar (quando não alimentado – meu caso).
O amor é nada mais que uma criança faminta e mimada (minha professora de educação infantil me corrigiria neste momento, afinal falta de atenção não é manha!) que pede desesperadamente por atenção, por carinho, um cuidado, uma comidinha bem fresquinha e gostosa, um passeio no domingo de sol, um doce bem colorido. O amor precisa ser velado, precisa de que alguém fique com ele a todo o momento, ele é frágil.
Tenho uma lista de negociações que deram errado, tenho um trilhão de experiências frustradas, mas também já frustrei, já enganei, já magoei infinitos corações que a proposito nunca mereceram, minha existência é marcada por uma sucessão de COISAS que não deveriam ter acontecido, sou marcada pelo erro desde a minha concepção, mas creio que ainda assim tenho a chance e o dever de ser feliz, por que SER FELIZ é o que procuro!
Eu queria ter coragem suficiente para acabar com essa palhaçada que vivo, essa mentira que persiste em acompanhar meus dias, eu só queria poder recomeçar tudo de novo, num precisa ser de onde errei, pode ser daqui, de onde cai. Eu quero um dia poder acordar e saber que quem dorme comigo, ou quem sonha comigo, sonha porque ama e não porque esta honrado com compromissos. Eu só poder um dia ouvir que alguém me ama de verdade, de coração limpo e alma tranquila. Eu não sou amada eu não amo, eu tolero e sou tolerada. Eu nunca fui amada. Palavras tristes de uma mulher de 22 anos, com todos os sonhos pela frente, mas eu acredito que um dia isso vai mudar, eu acredito que um dia eu vou acordar bem disposta, com um sorriso largo e coração tranquilo, vou colocar meu melhor vestido, e simplesmente vou fazer aquilo que mais penso o tempo todo: Eu vou tratar de ser feliz!, e não importa o que vai me custar, nome , reputação, emprego eu vou ser feliz, vou voltar a admirar as borboletas que voam ao meu redor, sentir cheiro de flor, e andar como quem sabe onde quer chegar. Hei de ser feliz, e nunca negociar de forma fútil meu coração!!!
Mais o Menos Assim
Procuramos no fundo do baú aquelas músicas antigas, quase que medievais do século passado, quando não éramos nem projeto de vida, músicas que tocam a alma, começamos a ouvir aqueles MPB’s que quase não tocam mais nas rádios e sons dos vizinhos porque a geração de hoje é outra geração, ouvimos sons que tocam a alma, ouvimos musicas com o intuito de lembrar de outro ser, que nem sabemos se lembra de nós, talvez lembre, ou não, quem sabe? Não importa o que a outra pessoa faça, sinta ou não faça o que importa é a sensação de vida que sentimos o desejo, o sentimento e tudo mais. Escrevemos versos, assistirmos dramas, romances coisas que não é do cotidiano, talvez até não com tanta freqüência como hoje, lemos Vinicius de Moraes, Shakespeare e outros, escrevemos cartas a moda antiga, tentamos fazer o que nunca fizemos tudo sem medo, tudo com carinho e mais carinho, tudo numa felicidade sem explicação, no final, começou e inicio queremos se sentir sempre assim, receber um elogio e que isso é bonito mesmo quando muitos acham arcaico e fora de moda, tudo isso sem medo de chorar, sofrer, arrepender ou qualquer outra circunstâncias, enfrentamos quase tudo ou tudo. Aventuramos, acreditamos e tentamos tirar dos sonhos os sonhos e tentamos fazer tudo de verdade. Quando aprendemos a andar de bicicleta e caímos nos zangamos, xingamos nos revoltamos e falamos algumas vezes para si mesmo que nunca mais vou tentar andar de bicicleta, e olhamos e vemos outras pessoas andando e vamos aprender a andar até conseguir andar, até depois de saber andar caímos, porém nos levantamos sem medo e continuamos a andar. É mais o menos assim ou é assim muitas coisas na vida, ainda mais quando se trata de sentimentos e relacionamentos. Quando encontramos aquela pessoa que nos preenche depois de muitos anos. Vivemos em um mundo onde falar que gostar dedicar-se a uma pessoa é errado, onde devemos ser egoísta mesmo não devendo, dizem que não devemos pensar em casar, ter filhos ou qualquer coisa do tipo. Pergunto-me que medo é esse de amar se a resposta esta em nos mesmo que somos frutos de um amor, de uma relação não só de um, mais de dois, nascemos, crescemos e vivemos em uma família e muitos de nós temos medo de ter uma família. Devemos deixar o capitalismo e o materialismo as vezes de lado e vivermos a vida e não a vida viver a nossa vida. Não tenha medo de fazer o que se tem vontade de fazer, sinta-se bem, ame, sinta-se amado(a) viva a vida e não finja a vida.
"Eu que nunca bebi, fiquei de porre. Eu que nunca me droguei, quase morri de overdose. Você me dá nos nervos. Você está em meus nervos. E me faz chorar, amor."
Quando o nada é quase tudo
E quando o tudo já passa a não significar nada
Quando um infinito cabe nos seus olhos
E os seus sonhos não cabem em um infinito
Quando o fogo arde, mas não queima
quando o fogo queima mas não aquece
Quando o horizonte não está tão distante
Quando a linha horizontal está fora dos limites da imaginação
Quando cada verso, perde a rima
e as rimas já não encaixam nos versos
Quando o amor deixa de encantar
e os poetas descareditam na essencia do amor
Por que um universo pode caber em uma lágrima
mas não uma lágrima em um universo todinho seu...
Por que uma brisa pode destruir e devstar
e um tornado pode enxugar um rosto molhado
E aquele que vê custa a enxergar
mas aquele que não vê enxerga de imediato
Por que mesmo sem ar
pode-se respirar...
E mesmo sem sentindo
pode-se entender...
“Quero ouvir uma qualquer-quase-palavra tua, pretenção ou passageira vontade de me dizer que não há nada no mundo melhor do que eu e você. Mas se for pedir demais, eu peço pela gente, volte e devolve a sorte que levou daqui e traz consigo todas as partes que de mim retirastes e aderistes as tuas mãos e já que não tens a intensão de ficar, nao os vai usar pra ser em vão, deixei-os em meu coração, para que sirvam em alguma outra vez, se é que me surgirá a coragem de um novo recomeço, a partir do nosso tropeço em falsos amores espatifados sob os nossos passos, impedindo-nos de amar, reamar, nos amarrar. Pra sempre.”
Quase sempre, e de forma imperceptível, usamos as circunstâncias para justificar a falta do feito e com isso alimentamos o ego e a indisposição de fazê-lo.
