Sou porque tu Es Pablo Neruda

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Não, eu não preciso ser salva.
Sou a minha própria salvação.
Não, não sou refém!
Não sirvo a ninguém!
Nasci livre, criei asas, quebrei minhas correntes.
- Marcela Lobato

Sou a luz e a sombra
O bem e o mal
A união de todas as coisas
O caos e a paz


Sou o infinito de um universo
Finito em sua limitação
Em um mundo de prisões e correntes
Me jogo no mais profundo dos abismos
Para encontrar a libertação


Do caos, renasço em fogo e sangue
Trocando de pele como uma serpente
Mas mesmo que a essência se mantenha
Eu já não sou a mesma


Caminhando na escuridão da noite
Não aceito as algemas do carcereiro
E quando for o momento
Sairei do meu próprio jeito
Com a cabeça erguida
Por jamais ter sido submissa
E muito menos subordinada a todo esse teatro
A essa peça de marionetes mal acabadas.
- Marcela Lobato

Às vezes sinto que você não se importa
Às vezes sinto que sou um nada
Mas eu sei que você se importa
E que o medo é o que te consome

Como eu queria que pudesse vencer
Que não me deixasse mais assim tão sozinha
Como eu queria que pudéssemos viver
O final feliz, longe da tragédia continua

Mas estarei aqui, até onde puder ir
Sempre sonhando em te encontrar
E dizer aquilo que jamais disse
E viver o meu maior sonho
Que acima de qualquer coisa
É, sempre foi e sempre será
Você.

Pois trago no peito o fogo sagrado,
Onde o medo antigo se fez cicatriz.
Sou dona do agora, do meu próprio fado,
Guerreira da vida, plena e feliz.


------ Eliana Angel Wolf⁠

Pois sou guerreira, sou mãe, sou a loba,
Que reza pro céu, mas protege o seu chão.
Não venha com fúria, pois a sorte não dobra:
Só abaixo a cabeça pra falar com Deus.⁠
------- Eliana Angel Wolf

Sou barco sem rumo
Sempre a deriva
Pela tempestade de tua vida na minha,
Vento forte, devastador...
Vento das paixões tardias...
Por que de mim então fugías?
A ave alba dos meus sonhos
Deu- me adeus e foi embora
Chuva sempre mansa e constante
Coração derrete, amolece e esvazia
Na busca incessante dessa hegemonia
Na prática da louca fantasia
Que consome e incendeia
Mas que sublima e desfolha
Eterna noite chuvosa..
Que transborda o coração
Sossega essa alma lânguida...
Que a paz somente quer ter.

O que eu vivo não é para muitos; é para poucos. Sou a parte do universo que não se encontra em nenhum outro lugar, até que eu reprograme o jogo.


Não falo de luxo, falo de uma paz que poucos alcançam. Sou o fragmento único do universo que se recusa a ser apenas parte do jogo.

O Vaso

Sou cercada de aplausos sempre que por ruas alheias passo,

Sou eco quente nas mãos de quem não me conhece, sou sorriso devolvido,
Por todo lado tem olhos que me vestem de encanto como se eu fosse primavera permanente.

Elogiam minha beleza como quem acende fósforos, rápidos, breves, ardem e esquecem-se do frio depois.
Dizem amar-me sem nunca terem atravessado o meu inferno.

Mas em casa, onde o silêncio devia ser abrigo,
Me torno num mero objeto pousado no centro da mesa, um vaso que não escolheu ser decoração.

Todo ele rachado em quedas repetidas, nas mãos de um artista em negação, e o mesmo insiste em colar-me como se remendar fosse amar.

Duzentas vezes quebrada, duzentas vezes inteira por obrigação.
Não por cuidado, não por ternura,
mas porque lhe convém manter-me junto dele.

Ele não me ama,
não pergunta se o mundo me pesa, não escuta o som fino das minhas fissuras.
Importa-lhe apenas que eu ainda sirva, que eu ainda ceda, que eu ainda esteja viva.

E eu,
Exaltada por estranhos, rainha de palmas vazias,
regresso sempre ao palco onde não existo.
Sou multidão fora, e ausência dentro.
Sou escolha para quem não me escolhe, certeza para quem me trata como hipótese.

E no fim de cada aplauso,
quando o som morre e o eco se dispersa, fico eu, inteira só na aparência, a aprender devagar que nenhum vaso nasceu para viver colado.

Escritora: Paula Maureth Adriano Soares

Quem sou eu

Eu tenho me perguntado quem sou eu, e a resposta veio quando eu superei, ausência, tristeza, saudade e a maldade do tempo. Sei que sou pouco para uns, mas sei que sou muito para outros, mas a cima de tudo! sou o suficiente para mim mesmo.

Eu sou o alívio do meu próprio caos.

Eu sou luz sou tão quente q ser toca e mim incendiaram mas tão frio q ser relar ser cristalizarar talvez uma energia fluida nas profundezas do meu celebro como meus neurônios enviando sinas elétricos e quando memórias eu estou lá aqui onde me toca e só um corpo ou melhor dizer meu próprio eco sistema tanto biológico energético hidráulico e sistema como em Pc escrevo minha linhas sei pra onde vou e sei da onde vim pelo mns tenho uma foto o antes disso não posso dizer não me lembro por tbm não me lembro do vira depois da minha morte

​Minha verdade é simples: O que eu tenho pode faltar, mas o que eu sou é o caminho que ninguém pode tirar."




​ Lúcia Reflexões&Vida

Quem conhece o próprio valor não se perde em comparações."
​Eu não sou o que me aconteceu, eu sou o que escolhi me tornar.


Lúcia Reflexões &Vida

Eu não sou difícil, eu sou uma edição limitada e o manual de instruções veio em outra língua.


SerLucia Reflexoes

Não sou um rascunho da vida, sou a obra final. Criativa por essência e braba por excelência, porque uma mulher que conhece sua força não aceita migalhas de respeito.


SerLucia Reflexoes

Sou feita de frases que ainda não escrevi, de batalhas que já venci e de uma personalidade. Meu talento é minha voz, minha criatividade é minha visão e minha braveza é o meu limite. Quem me vê sorrindo não imagina a força que me sustenta.


SerLucia Reflexoes

Não confunda meu sorriso com fraqueza. Sou engraçada por opção, inteligente por mérito e braba por proteção.


SerLucia Reflexoes

“Não sou livre para fazer o que quero, somente o que posso”.

"Sou dono dos meus danos".

“Não sou uma bomba, e nem tenho pavio curto, mas às vezes tenho vontade de explodir”.