Sou porque tu Es Pablo Neruda
Tu és o culpado, dono da minha mente fértil, dos risos bobos, dos suspiros, senhor das minhas fantasias mais audazes, do meu ciúme exagerado, da minha chama ardente, sentimento fogoso que não se acaba.
És dono do meu ódio de amor, dominando meu ser como um mestre sagaz.
Enfeitiçada ao teu encanto, como uma égua domada ao seu dono, assim te declaro culpado, sem contestação, por despertar paixões como uma vampira sedenta diante de um pescoço suculento.
Sem hesitar, neste poema, a ti me entrego. És meu dono, meu único alento. Que o sol queime a pele daquela que a ti confessou seus segredos mais profundos; em tua presença, encontro abrigo em segundos.
Sinto falta de um amor
Sinto falta de um carinho
Sinto falta de uma calor ....
Tem horas que tudo aqui dentro
fica tão feio e tão vazio !
Eu só queria ter alguém a me abraçar
e talvez ,quem sabe, um amor viver ...
Eternizar!
Um dia láaaa na frente quando forem me descrever não aproxima-te tu daqueles insensatos que em meu convívio observaram apenas seus defeitos em mim!
Convida aos que sorriam com minhas piadas, os que prestavam atenção apenas em ações benevolentes, porque ao contrário se incitei, foi apenas por correção e jamais por punição.
Tu abres a brecha, e eis que o Diabo escancara a porta; pois não guardaste a entrada, nem puseste atalaia sobre os teus caminhos, e o inimigo, como leão que ruge, achou ocasião para entrar.
Em tu viveste, em tu morreste, mas no senhor acreditastes, se tem paz é interior terá amor no exterior, sou grato a cada passo, pois o senhor é consolador.
Ressonância
Não sei por que te amo, o seu nome. O nome é um som Tu és o silêncio que vem depois. É uma pergunta que se faz ao escuro, e o escuro, em vez de responder, acende uma lâmpada quente no peito.
Amo-te como se ama o mistério de uma porta entreaberta. Amo-te com a força de uma coisa que não precisa de nome para ser. É um amor anterior à palavra, um animal quieto e vasto que dorme no centro de mim.
É inenarrável. Como narrar o sabor da água? Como descrever o peso da luz na tarde? Tento pegar esse sentimento com as mãos, mas ele escorre por entre os dedos, líquido e vivo. É um pulsar contínuo, um sim primordial que meu corpo diz sem minha permissão.
Minha força de meu amor não é um furacão. É a gravidade: invisível, inevitável, sustentando os mundos em seus lugares. Sustentando-me em teu eixo.
Não te amo por razão. Te amo por ser. Como se respira. É um estado de graça involuntário, um acidente belo e necessário da vida que se torna maravilhosa.
Seu nome. O nome é um som.Tu és a ressonância e eu apenas o reverberar...
"Senhor Deus todo poderoso, tu és o dono de todo tesouro do céu e da terra, abra as portas da riqueza e me dê sabedoria divina pra multiplicar tudo o que o senhor entrega em minhas mãos e recebo e agradeço a prosperidade que está chegando em minha vida."
Todo domingo
teu recado
Na voz de Betânia
teu fado calado
Entre versos
tu me buscas
Será saudade
ou costume?
Pai
Pai, faz tempo que tu partiste
Mas meu coração insiste
Que você está presente
E grita dentro de mim
Que a morte nao é o fim
É apenas estar ausente
É estar do outro lado
Num lugar lindo e sagrado
Onde vive eternamente
Mesmo sendo assim, meu pai
Quanto mais o tempo vai
Mais ainda a saudade dói
Por teu exemplo de vida
Pela força desmedida
Sempre foste o meu heroi
Só Deus, na eternidade
Sabe a reciprocidade
Que havia entre nós
Hoje, que está tudo distante
Vejo a figura gigante
Que tu foste para mim
E os teus ensinamentos
Alem da palavra, o exemplo
Guardarei até o fim
E pedirei numa prece
Que o nosso Pai celeste
Cuida de você pra mim
Francisco Garbosi
Ja diz biblia: "tu é vaidade",
mas estar bem e pra eternidade.
nao é o que veste sim o que sente,
assim como o que fluem em minha mente.
Somos fraçoes do que um dia sonhamos,
por isso perdemos pedaços ao que amamos.
Canto poesia quando tu abres pra mim o teu sorriso.
Mas, é pela beleza dos teus olhos que a rima se faz.
Porque a tua presença em mim, me faz recitar amor
Apesar das Dificuldades, dos Desafios,
das desfeitas e dos obstáculos, siga
sempre em Frente, tudo te fortalece,
inclusive as experiências.
O Peso das Raízes e dos Frutos
Tu que carregas o nome de Filho,
Diz-me: fizeste da tua alma um altar suave
Onde queimaste cada desejo jovem,
E ergueste, em silêncio, a oferenda do teu ser?
Diz-me: caminhaste sobre as pedras agudas da obediência,
Molhando o chão com o orvalho das tuas renúncias,
Acreditando que o amor se tece com fios de sacrifício?
Ah, filho... o altar queimou até cinzas,
E as pedras deixaram marcas mais profundas que o dever.
Tu que carregas agora o nome de Pai,
Diz-me: moldaste os teus braços em colunas fortes,
Pensando que a força bastaria a conter o vento?
Diz-me: semeaste no jardim do outro
As flores que nunca brotaram no teu próprio deserto,
Regando-as com a água acumulada das tuas lágrimas não choradas?
Ah, pai... os ventos sopram de lugares desconhecidos,
E as raízes alheias bebem de fontes que não controlas.
Mas, eis o Desamparo:
Entre o altar extinto e o jardim insondável,
Há um vale silencioso.
Não é de ingratidão, nem de fracasso.
É o vale primordial, onde ecoa o primeiro grito
Que nenhum sacrifício de filho acalma,
Que nenhuma promessa de pai preenche.
Chamas-te "bom" e carregaste a coroa de espinhos da expectativa,
Tua própria mão a tecendo, fio a fio de ansiedade.
"Fiz de tudo", dizes, e é verdade!
Fizeste do teu sangue uma ponte sobre o abismo.
Mas o abismo não se preenche com pontes, apenas se atravessa... nu.
O desamparo que sentes não é falta de amor dado ou recebido.
É o eco daquele primeiro instante em que o mundo te viu
E tu viste o mundo,
E percebeste, na carne frágil da alma,
Que nascer é chegar estrangeiro a um lar terreno,
Que gerar é enviar outro estrangeiro à mesma terra estranha.
Sábio é quem, no fim das pontes construídas,
Se ajoelha diante do vale primordial e diz,
Eis o solo sagrado do humano...
Nem meu pai o preencheu para mim...
Nem eu o preencherei para meu filhos..
Aqui, na vastidão deste desamparo,
Encontro-te, ó estrangeiro que sou em mim mesmo, amigo companheiro...
E te saúdo. Juntos, sob o mesmo céu desconhecido,
Respiraremos a liberdade terrível de sermos apenas...
"O que somos."
Te amo eternamente meu pai.. "Demóstenes Carvalho de Toledo"
André Vicente Carvalho de Toledo.
Vivemos num mundo onde todos me parecem um pouco loucos, excepto tu e eu, e mesmo assim, tenho dúvidas a nosso respeito. Segundo um estudo da especialidade, os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem um problema qualquer na cabeça. Confesso que considero esta percentagem muito modesta em relação ao que vejo, e acho que, para comprovar esse estudo, devemos estar de olho em três dos nossos amigos: se todos eles nos parecerem normais, os doidos até podemos ser nós. E além dessa grande possibilidade, as nossas loucuras são muitas vezes as mais sensatas emoções e tudo o que fazemos deixamos de lembrança para os que sonham um dia ser como nós, mas menos loucos e mais felizes.
Quando minhas forças se esgotam,
E meus joelhos tremem,
És Tu quem me sustenta,
Com Tua mão poderosa.
Não preciso carregar o fardo sozinho,
Pois Tu caminhas ao meu lado.
Porque Tu me sustentas,
Eu sigo adiante, mesmo quando fraco.
(Livro 33 Razões para Te Amar DEUS)
Nos caminhos incertos, Tu és minha bússola,
Na escuridão, Tu és minha luz.
Cada passo que dou,
É porque confio em Tua direção.
Não preciso temer o desconhecido,
Pois Tu já estás lá, à minha frente.
Porque Tu me guias,
Eu nunca estou perdido.
(Livro 33 Razões para Te Amar DEUS)
No meio da correria,
Tu me convidas a parar.
No silêncio da Tua presença,
Encontro paz para minha alma.
Não há cansaço que não se renove,
Nem fardo que não se alivie.
Porque Tu és meu descanso,
Eu encontro refúgio em Ti.
(Livro 33 Razões para Te Amar DEUS)
