Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem

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⁠Foco também é dizer não!

Dizer não é um ato de coragem. É traçar limites, proteger sua energia e manter o olhar firme no que realmente importa. Foco não é apenas sobre o que você escolhe fazer, mas também sobre o que decide deixar para trás.

Mantenha-se conectada àquilo que te faz crescer. Cultive uma visão positiva que te impulsione, que te leve além. Cada dia é uma nova chance de ser melhor do que ontem, de lapidar sua essência, de construir a melhor versão de si mesma.

Priorize-se.
Valorize seu tempo, sua paz e seus sonhos. A meta não é aceitar menos do que você merece, mas sim reconhecer o seu valor e se posicionar à altura dele.

E, no caminho, lembre-se: foco não é apenas persistência, é também saber quando é hora de soltar, de recusar, de escolher-se.

Mas eu realmente acredito que, embora o amor possa ferir, ele também seja capaz de curar...

Nicholas Sparks
SPARKS, N. Um Porto Seguro. São Paulo: Novo Conceito Editora, 2012.

Nota: Frase do personagem Carly do livro "Um Porto Seguro"

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"É difícil ficar longe de quem se ama, mais de longe também se ama. A veracidade do sentimento não muda, só aumenta."

Todos nós erramos, e todos merecemos uma segunda chance e se necessário uma terceira também... As chances dependerão muito do tamanho do amor que dizem sentir por nós.

Se houve um dia na vida em que a liberdade parecia um lindo sonho, virá também o dia em que toda a experiência sofrida no passado parecerá um mero pesadelo.

Você foge da minha intensidade, e mal sabe que também posso ser bem superficial, se eu quiser.
(Vaivém)

Um país com tantos bandidos é natural que houvessem também tantas garantias...

Você disse que queria desfazer o mal que criou. Mas isso também é mal.

Querido ex-anjo, você me abandonou, não é? Eu também fiz questão de esquecer das suas promessas, e isso foi difícil, porque dia após dia eu lembrava de cada uma delas. E eu chorava, alias, ainda choro ao lembrar que você não cumpriu todas elas. Você disse que ia cuidar de mim, e que ia me fazer feliz… Você cumpriu isso, mas só enquanto esteve comigo. E depois? Você esperava que eu arranjasse outro anjo pra me guiar? Acho que sim, porque você não olhou pra trás quando se foi, e não se importou como eu ficaria, ou se iria suportar. Hoje, depois de muito tempo, te digo que superei. Posso lhe afirmar que minhas lágrimas não foram em vão, que as noites acordadas também não. Ontem foram as últimas que derramei por você, ex-anjo. Passei a noite e a madrugada me embriagando com a nossa história e com a sua essência, liguei para um amigo e o obriguei a me lembrar tudo o que você me fez, o quanto eu sofri depois que você se foi, e prometi a mim mesma que tinha que por um ponto final na história que eu continuei sozinha. Chega de vírgulas, de reticências. Já que não sou capaz de apagar meu passado e muito menos você dele, pelo menos que eu seja capaz de levar as coisas boas, não é? Espero que você pare de assombrar minha vida, porque já que não está aqui pra trilhar junto comigo, ao menos me deixe em paz. E eu espero que você esteja bem, porque eu ainda penso todas as noites ‘como vai você?’. Obrigada por ter me ajudado a crescer, por ter cuidado de mim enquanto esteve aqui, mas agora é hora de partir… Encontramo-nos no céu, porque só lá pra te ver novamente, ou em um lugar melhor que esse. Com amor, sua ex-protegida.

Você pode não concordar com as minhas atitudes. Mas a sua opinião também não me interessa!

Aceito a morte não apenas por ser inevitável, como também construtiva. Se não morrêssemos, não apreciaríamos a vida

Há um milhão de motivos pra isso não dar certo. Um milhão de nãos. Mas também existe um sim.

Uma pessoa que está ansiosa para a guerra não toma cuidado em ver se o oponente também está ansioso ou não. Uma pessoa que está ansiosa para a guerra está cega. Ela nunca olha no inimigo. Ela somente projeta o inimigo. Ela não quer olhar para inimigo – de fato, qualquer um que ela encontre é um inimigo para ela. Ela não precisa ver o inimigo, ela cria, projeta o inimigo. Quando a batalha está enfurecida, os inimigos aparecem na parte externa.

Em toda espécie de amor feminino também aparece algo do amor materno.

Friedrich Nietzsche
100 aforismos sobre o amor e a morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Um diário é um amigo? Uma companhia? Também. Mas é sobretudo a duplicação da gente mesmo, espelho que não se apaga quando o rosto se retrai ou muda, álbum de retratos que conserva muito mais que um belo sorriso e a paisagem de fundo. Quieto, compreensivo, calmo, o diário está ali, aberto e limpo. Oferecendo seu espaço, no qual você vai desenhar a sua vida e ele apenas... receber. Ele não tem recriminações a fazer, ele não diz que a culpa é sua, ele não encosta dedos na ferida. Como uma cama, como um mar, ele recebe. Você escreve muito se a emoção é forte, vai e volta e repete e repisa o mesmo assunto. Ninguém conta seu tempo, ninguém conta suas páginas. Você pode escrever até a mão cansar, até a alma aliviar. Você pode escrever e escrever e escrever. Ele aceita. E quando não quiser escrever mais, é só fechar e guardar o diário que ele mais nada exigirá. Não me diga que não tem o que contar. Você é o centro do seu universo, nada é mais importante do que aquilo que lhe diz respeito. Isso é que faz o encanto do diário. Se fosse usado apenas para registrar a queda do governo ou a evolução dos projetos orbitais, seria desnecessário, porque para isso já existe a imprensa, os arquivos, os registros da memória nacional. O diário serve justamente para conservar o pequeno acidente humano e individual, sua discussão com um amigo, o namoro lancinante, a dúvida sobre a roupa para usar naquela festa... O diário serve para conservar você.

Quando você acende uma vela, você também lança uma sombra.

Perdoa, amigo, a quem deu um passo em falso: pensa que também tens um pé que pode resvalar.

Sonetos

I

A meu pai doente

Para onde fores, Pai, para onde fores,
Irei também, trilhando as mesmas ruas...
Tu, para amenizar as dores tuas,
Eu, para amenizar as minhas dores!

Que coisa triste! O campo tão sem flores,
E eu tão sem crença e as árvores tão nuas
E tu, gemendo, e o horror de nossas duas
Mágoas crescendo e se fazendo horrores!

Magoaram-te, meu Pai?! Que mão sombria,
Indiferente aos mil tormentos teus
De assim magoar-te sem pesar havia?!

— Seria a mão de Deus?! Mas Deus enfim
É bom, é justo, e sendo justo, Deus,
Deus não havia de magoar-te assim!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Desceu até a pista,evitando olhá-la de frente,como se ela fosse o sol,mas,sol que era,também não precisava de a olhar para vê-la.

Em 90% dos casos, se tratarmos bem os outros, eles nos tratarão também.