Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem

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O que tornou Adão capaz de obedecer às ordens de Deus também o tornou capaz de pecar.

Dançar é também se auto-conhecer, se expressar sem palavras

O TUDO
(poeminha da pior verdade)

No Brasil peitudo
Que falta quase tudo
Tem-se também de tudo...
Contudo, falta o tudo
Que é a qualidade do estudo...
Para jovens, adultos e crianças
Sobretudo...

⁠O silêncio pode curar, mas também ferir
Tudo depende de como é acolhido.

⁠Ouvir Também Salva

Setembro Amarelo é um mês que me deixa inquieta. A intenção é genuína, mas parece que a luta é contra o depressivo, não contra a depressão. Falar é importante? Sim. Mas falar só funciona quando há ouvidos preparados para ouvir de verdade.

O problema é que, na maioria das vezes, as pessoas não sabem como lidar. Dizem palavras que, em vez de ajudar, empurram ainda mais fundo no abismo. "Você precisa ser forte", "Isso é falta de fé", "Todo mundo tem problemas." Essas frases são golpes invisíveis que aumentam a dor.

O que falta, então? Conscientização. Não para quem tem depressão, mas para quem convive com essas pessoas. Setembro Amarelo deveria ser um mês para ensinar como ouvir sem julgamento, como identificar os sinais silenciosos de alguém pedindo socorro, como se posicionar com empatia e dizer as palavras certas — ou simplesmente ficar em silêncio e estar presente.

Porque muitas vezes não é o falar que salva, mas o saber ouvir. E ouvir, de verdade, também é uma forma de amor.

SOBREVIVO

Sobrevivo de histórias boas e más contadas. Dos dias de sol e também das infinitas noites estreladas. Sobrevivo do calor dos dias e também das madrugadas frias. Sobrevivo dos amigos que encontro e dos inimigos que perco... do que sei que é bem certo e de tudo aquilo que desconheço. Sobrevivo do bem e do mal, do que me faz igual e do que me torna desigual. Sobrevivo da esperança na paz e da certeza incomensurável da guerra... dos momentos de achar imediatamente e dos momentos de grande espera. Sobrevivo de encontros e desencontros... de fatos e contos... de erros e pontos. Sobrevivo de cafés (para me manterem acordado); de vinhos (para me manterem embriagado); de poemas (para me manterem apaixonado) e de muitas e muitas paixões (para me manterem vivo). Por fim... sobrevivo acreditando que pouco importa o estado de espírito de todos aqueles que me cercam, acreditando que o mais importante é o meu estado de espírito, o meu melhor estado de espirito. Acreditando que o mais importante é sobreviver sempre e acima de tudo... eternamente feliz dentro de mim mesmo!

A ciência não só é compatível com a espiritualidade, mas também é uma fonte de espiritualidade profunda.

A vida sem os problemas seria muito sem graça, uma vida sem lagrimas também não nos permitiria dar o devido valor a felicidade e sem as quedas nunca aprenderíamos a nos levantar... Caiu? Esta cheio de problemas? E tem horas que não consegue segurar as lagrimas em seus olhos... Isso é sinal de que está VIVENDO, APRENDENDO e se FORTALECENDO! Essa é a escola chamada VIDA, que nos prepara para coisas cada vez maiores, dês de que nunca nos desanimemos!

Existe a vaidade de ter, mas também a vaidade de dar e de gastar.
A vaidade é a auto-satisfação que decorre da presunção de que se é admirado.
A modéstia ostensiva nada mais é do que a vaidade disfarçada.

Cuidado com a estupidez. Um dia ela muda de lado. Chegará também tua vez: verás diálogo sufocado.

Por mais pequena que seja as nossas ações, lembre-se: Uma gota d'agua tambem eleva o nivel do oceano.

Antes de correr, aprenda a andar.
Tudo na vida tem sua hora, seu lugar.
Tartarugas também chegam lá!"

Mente serena é também cativar sem forçar...
Amar sem ser rude ou possessivo...
É também um ser ao próximo que não espera recompensa...
É quando uma pessoa está tristonha e vê sorriso consolador...
É um contentamento descontente, quando não estamos enfermos e mesmo assim, alegramos a quem busca conforto...
É amparo na saudade de quem nos rodeia...
Silêncio em conjunto com a lágrima alheia...
É o recomeçar sem demora...
É amar hoje enquanto se pode e não esperar que o outro lhe implora...
Afetos, zelo, cuidado, afago, atenção, preocupação é muito mais...
É saber que o tempo é curto e que a vida é trem bala...
É um saber desajeitado, que leva o ser a humildade extrema, que ele mau consegue expressar-se por tamanha simplicidade...
É aproveitar a chuva branda...
Se esbaldar nos temporais...
É ver o arco-íris com longevidade e singeleza...
Aguardar o amanhecer, após, a noite escura e fria...
Aquietar se perante as portas que a vida lhe abre...
É saber dosar o doce, salgado e o amargo...
Ser humano...
Ser passivo...
Ser rosa...
E o primor de tudo:
Dar frutos raros e puros!
Boa noite!

⁠Você perdeu sua esposa e sua família também, mas isso não mudou você. Acho que nada muda você.

Prisão,

O dia para mim também está triste, eu estou triste, nada tem sentido sem você. Se a outra metade de mim está triste, como ficarei bem? Estou a uma quadra da minha prisão. Uma prisão a céu aberto por não poder viver um grande AMOR.

Em toda espécie de amor feminino também aparece algo do amor materno.

Friedrich Nietzsche
100 aforismos sobre o amor e a morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Querido ex-anjo, você me abandonou, não é? Eu também fiz questão de esquecer das suas promessas, e isso foi difícil, porque dia após dia eu lembrava de cada uma delas. E eu chorava, alias, ainda choro ao lembrar que você não cumpriu todas elas. Você disse que ia cuidar de mim, e que ia me fazer feliz… Você cumpriu isso, mas só enquanto esteve comigo. E depois? Você esperava que eu arranjasse outro anjo pra me guiar? Acho que sim, porque você não olhou pra trás quando se foi, e não se importou como eu ficaria, ou se iria suportar. Hoje, depois de muito tempo, te digo que superei. Posso lhe afirmar que minhas lágrimas não foram em vão, que as noites acordadas também não. Ontem foram as últimas que derramei por você, ex-anjo. Passei a noite e a madrugada me embriagando com a nossa história e com a sua essência, liguei para um amigo e o obriguei a me lembrar tudo o que você me fez, o quanto eu sofri depois que você se foi, e prometi a mim mesma que tinha que por um ponto final na história que eu continuei sozinha. Chega de vírgulas, de reticências. Já que não sou capaz de apagar meu passado e muito menos você dele, pelo menos que eu seja capaz de levar as coisas boas, não é? Espero que você pare de assombrar minha vida, porque já que não está aqui pra trilhar junto comigo, ao menos me deixe em paz. E eu espero que você esteja bem, porque eu ainda penso todas as noites ‘como vai você?’. Obrigada por ter me ajudado a crescer, por ter cuidado de mim enquanto esteve aqui, mas agora é hora de partir… Encontramo-nos no céu, porque só lá pra te ver novamente, ou em um lugar melhor que esse. Com amor, sua ex-protegida.

Você pode não concordar com as minhas atitudes. Mas a sua opinião também não me interessa!

Um diário é um amigo? Uma companhia? Também. Mas é sobretudo a duplicação da gente mesmo, espelho que não se apaga quando o rosto se retrai ou muda, álbum de retratos que conserva muito mais que um belo sorriso e a paisagem de fundo. Quieto, compreensivo, calmo, o diário está ali, aberto e limpo. Oferecendo seu espaço, no qual você vai desenhar a sua vida e ele apenas... receber. Ele não tem recriminações a fazer, ele não diz que a culpa é sua, ele não encosta dedos na ferida. Como uma cama, como um mar, ele recebe. Você escreve muito se a emoção é forte, vai e volta e repete e repisa o mesmo assunto. Ninguém conta seu tempo, ninguém conta suas páginas. Você pode escrever até a mão cansar, até a alma aliviar. Você pode escrever e escrever e escrever. Ele aceita. E quando não quiser escrever mais, é só fechar e guardar o diário que ele mais nada exigirá. Não me diga que não tem o que contar. Você é o centro do seu universo, nada é mais importante do que aquilo que lhe diz respeito. Isso é que faz o encanto do diário. Se fosse usado apenas para registrar a queda do governo ou a evolução dos projetos orbitais, seria desnecessário, porque para isso já existe a imprensa, os arquivos, os registros da memória nacional. O diário serve justamente para conservar o pequeno acidente humano e individual, sua discussão com um amigo, o namoro lancinante, a dúvida sobre a roupa para usar naquela festa... O diário serve para conservar você.

Você disse que queria desfazer o mal que criou. Mas isso também é mal.