Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Não vou me perder em máscaras,nem me encolher para caber em medidas que não me servem.
Sou feita de mudança e aprendizado constante.
Amo a luz dos humildes,
aquela que brilha sem ofuscar.
Minha jornada é evoluir sem medo de ser quem sou.
Confissão de um artista incompreendido
Eu só sou artista quando escrevo.
Tocar, cantar — tudo isso, por mais que me habite, me degrada. Há um processo silencioso de deterioração da minha alma artística quando tento me expressar fora da palavra. Como se algo se perdesse no ar. Como se aquilo que eu sou, no fundo, não coubesse no gesto ou na voz.
Minhas melodias? Eu as crio em catarse. Elas nascem do abismo, do indizível, mas raramente alcançam quem ouve. Alguns me dizem, com um sorriso breve: “muito legal.” Outros me parabenizam — por educação, talvez. Mas eu percebo. Eu sei. A língua que falo, com minha arte, não chega audível aos seus ouvidos.
Eles não escutam o que eu ofereço. Escutam outra coisa. Um som qualquer. Um ruído bonito, talvez. Mas não escutam eu.
É por isso que, quando escrevo, me sinto inteiro. Porque sei que um — um só já basta — um leitor, em qualquer tempo, há de entender. Há de perceber. Há de aprender a língua secreta do meu ditirambo. Porque a palavra escrita não exige pressa, não pede aprovação imediata. Ela se deixa ler por quem for capaz de ouvir o silêncio entre as sílabas.
E é ali, nesse instante invisível, que eu sou artista por inteiro.
Sou obediente à Palavra apenas quando tudo vai bem, ou permaneço fiel ao Senhor mesmo em tempos difíceis?
“Você é intenso.” Sou. Não me peça para ser leve, nem me tente a ser comum. Eu sou fogo que arde sem pedir licença, tempestade que não se controla, alma que queima e não se apaga. Quem não tem coragem de encarar essa intensidade, que fique longe. Porque eu não sou para meio-termo, para quem tem medo ou para quem quer menos. Eu sou tudo, sou paixão sem freio, sou entrega sem medo. Se não aguenta, não se aproxime. Aqui, ou se vive no limite, ou não se vive.
Não vem me dizer que eu sou o culpado.
Eu não tenho culpa alguma.
Só nasci, e agora aqui estou.
Então por favor.
Só me deixe viver.
“Quando compreendi que sou eu quem determina a força e o poder que o outro tem sobre mim, descobri um lugar onde ninguém mais pode me ferir: dentro de mim mesma.”
“No dia em que percebi que sou eu quem entrega ou retira o cetro do poder nas mãos dos outros, descobri minha própria coroa. E desde então, ninguém mais conseguiu ferir a rainha que habita em mim.”
“Por muito tempo, deixei portas abertas onde havia risco. Até entender: sou eu quem segura a chave. O que entra ou fere, só entra se eu permitir. E isso muda tudo.”
Nada mais faz sentido.
Sou prisioneira em uma guerra interna, não tenho para onde fugir.Meus inimigos são dúvidas e medos, batalhas travadas em silêncio.
Me pergunto quem sou,para onde vou?
Caminho entre sombras e incertezas,buscando uma luz que me guie.
Preciso me manter constante, firmar meus pés no chão, encontrar força no caos e seguir.
sou uma sobrevivente pelos cuidados e abandonos. Abandonos do eu...se seguisse todas as minhas ilusões eu morreria há muito tempo. A verdade é que o meu eu me envenena aos poucos e preciso abandonar-los todos os dias para sobreviver em minha existência querendo o eterno.
Me encantei por uma idiota.
Me apaixonei por uma medrosa.
Amei uma covarde.
Hoje sou a que encanta.
Prefiro estar solteiro do que preso em um relacionamento onde sou feito de trouxa. Enquanto muitos exibem sorrisos, mal sabem das facas nas costas. Nesse Dia dos Namorados, escolho estar em paz comigo mesmo leal a mim, acima de tudo
“Não sou feito para a calmaria. Meu coração bate forte, grita alto e ama com a alma inteira. Ou é tudo, ou não é nada. Intensidade não é escolha, é essência.”
Ser intenso não é escolha, é necessidade. É sentir tudo de uma vez, a dor que rasga, a paixão que consome, o amor que não cabe no peito. É viver sem filtro, sem medo de se expor, porque para quem é intenso, o raso nunca foi suficiente. Ser intenso é estar à beira do abismo, mas se jogar sem hesitar. É abraçar o caos interno e transformar cada cicatriz em combustível para continuar lutando, amando, desejando mais. Não é para qualquer um. É para quem tem coragem de ser real, de ser bruto, de ser vulnerável e poderoso ao mesmo tempo. É ser fogo que queima, que ilumina e que não se apaga fácil. Porque amar pela metade, sentir pela metade, viver pela metade… isso não é vida. Quem é intenso quer o tudo, o prazer, o sofrimento, a glória. Porque só assim, de peito aberto, a gente realmente vive.
Aqui não tem meio-termo, é tudo ou nada.
Canção do Bardo - O Paladino e o Reino do Norte I-XIV
Sou um cavaleiro negro andante
Por trevas, vales e tormenta forte.
Um Paladino, buscando adiante,
O Reino florido, o vale do norte.
Jazo exausto e oscilante,
Deito-me aos braços desta sorte.
Rompo o encanto — paladino errante,
Sob névoa, tenho visto a morte.
Eis-me aqui, presente,
Sob dia e noite, viajante.
Sigo firme e persistente,
Até alçar meu fado distante.
Eu sou higiênico. Aprendi a gostar de
bons filmes, livros e cozinhar a minha própria comida. Na pandemia gostei disso além de mim mesmo e da minha própria companhia. Foi onde entendi o que é SOLITUDE.
Foda-se o mundo que não me chamo Raimundo.
