Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Agradeço por cada versão que já passou por mim. Foi graças a cada uma delas que cheguei a quem sou hoje.
Beleza é relativo
Mas isso não se aplica a mim
Eu nasci feia, sou feia e morrerei feia
É assim que funciona para as pessoas fisicamente desfavorecidas
Dói, dói muito
Aquilo que eu passei serviu para o meu amadurecimento, agora sou minha maior prioridade e quero distância de relacionamento livre da ilusão.
Sou extremamente vulnerável em tuas mãos.
Sabes de mim coisas que nem eu sabia; me abres feito um leque em dias quentes.
Eu te deixo nua, coberta com meus poemas
E de alma despida fico eu, ao ouvir a tua voz:
Sussurros que dizem meu nome, respiração de quem anseia ardentemente a vida.
A gente anda por todos os labirintos, sem saída e até sem luz
Mas os teus olhos não falham, me guiam o tempo inteiro.
Dois lampiões, faróis em meu caminho.
Não me perco nunca.
Mas me encontro melhor em ti.
- Esse é o perigo.
Entrego minha alma ao Senhor Jesus, na pessoa do Espirito Santo.
Portanto, sou diferente dizia mamãe Rosane bem assim: " Meu filho, você é diferente de mim e de tua irmã, que Deus te ajude como escritor. " Eu, sem vaidades como sou, parti com meu Senhor e fiquei pra vocês do tamanho que me vês.
O que eu era? O que eu sou? São as duas perguntas capazes de estabelecer o melhor referencial de sucesso na vida de alguém, sendo ele, portanto, O CAMINHO que fora percorrido por cada indivíduo.
A minha história não começa nem termina aqui; sou apenas parte de uma engrenagem do enredo de um filme chamado vida.
Eu sou fogo
Eu sou o fogo, você me alimenta e ao mesmo tempo me acalma.
Quando eu olho pra você, eu não conseguir esconder nada do que eu sinto.
Seus olhos são como mágica para o meu coração.
Toda vez que meu fogo explodiu, você tentou apagar e deixar uma pequena chama pra eu ainda sobreviver.
E isso foi lindo!
Nunca precisei me sentir segura, mas desde que eu me rendi aos seus braços, eu amo a segurança que sempre sigo sentindo.
Você me protege, me ajuda lutar com os meus monstros.
Você me entende, eu faço você me entender.
Espelho, espelho meu, existe alguém mais mentiroso do que EU?Que, de mim mesmo, escondo quem eu SOU realmente?
Bem, eu sou do tempo que amor é para sempre.
Acorda, vivemos tempos de relacionamentos líquidos.
Céus, o que faço com meu amor eterno?
Eu querendo saber um pouco sobre mim.
É que sou tão simples e questionável.
Diferente é verdade, mas afável.
A quem queira dopar me, embriagado na inveja, na intolerância, na intransigência.
Eu.
Tô nem ai.
Mesmo de joelhos quebrados, amo meus pulmões.
Olha minha mente, sente, chora, intensa, menosprezada, colocada em xeque, cheque, pela manobra, manipulação, interesses tantos.
Eu.
Eu atrás do simplesmente, é verdade, na cinderela, uma altura de dez metros, castelo alto forte, visão altiva e profunda de sul a norte.
Brinadeira papai, meu Bahia, meu rei, nananinanao.
Brincadeira não.
Estou a reinar, em um arém de arranhões ciumentos, até as rainhas, inglesas, espanhóis, chinesas.
NIU ORK....
Não.
Meu baianês, Macarani pedrêz.
Minha rainha, vem logo fiinha, tô com saudade do teu cheiro.
Vamos comandar esse exército de 200 milhões, nem quero saber, vem chumbo grosso fimmm.
Deus abençoe a todos .
Rei: Giovane Silva Santos
PONTEIO À MADRUGADA
Eu não sou de improvisar,
Mas se verso é na bitola
Saltitante, cabriola
Com um quê de emocionar.
Já fui carcará a ciscar
Na terra fértil sulcada...
Se ponteio à madrugada
Meu arpejar denuncia
Que respiro poesia
Junto com a passarada!
Sou difícil de juntar
Se me espalho... É minha sina
Ser um galo de campina
De galho em galho a trinar
Ou calango a rastejar
Em lajedos da Caatinga,
Meu camuflar de coringa
Me esconde e ninguém acha
No barro do chão que racha
Se não chove e nada vinga.
Sou o aboio do vaqueiro
No semiárido cinzento,
Ligeiro quão pensamento
A peitar o marmeleiro,
Flor e fruto de cardeiro
A desafiar mormaço,
Eu sou água de cabaço
Na sombra da umburana,
Sou tapera, sou choupana
Esquecida qual retraço.
No meu tempo de menino
Eu fui rico fazendeiro,
Plantação de umbuzeiro
Tratei com zelo e refino.
Fui calça boca de sino
Em caminho de carrapicho,
Não tive medo de bicho,
Sempre fui desassombrado
E estradeiro acelerado
Destacado por capricho.
Eu sou desse mundo agreste
Onde fui peão no eito...
Chão que tem o meu respeito
No coração do Nordeste.
Caboclo é Cabra da Peste
No Sertão Paraibano,
Tem miolo, tem tutano,
Tem um que de sábio ser
Que o tempo sabe ler
Em cada estação do ano.
Convidei um rouxinol
Para uma parceria
Quando entrei na moradia
Tão deserta quão paiol.
Na viola um tom bemol,
Começamos a cantar...
Mas terminei por chorar
De tanta melancolia,
Tudo se fez poesia
Ao voltar ao meu lugar.
