Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Sóbria, sou prosa,
Embriagada sou poesia
A poesia e que alimenta meus dias de prosa, com ela brinco de faz de conta...
Finjo saber o que não sei
E também desconhecer o que já sei.
Na poesia renovo minha fé
Em tudo que não mais acredito
Mas que um dia acreditei ter existido...
Se eu pensei ter existido, foi porque intensamente as vivi,
Por isso, às vezes me pergunto:
Essas coisas de amor existem?
E se existiram para mim, pode alguém agora as estar vivendo
A alegria e felicidade de um amor supremo.
Por isso fico feliz, e rezo para que não acorde tão rápido,
Deste sono que ainda dormes... deste sonho de ser feliz...
Mas sinto também tristeza
Por ter consciência da cegueira
Que é a realidade de ter os olhos vendados.
Quem eu sou?
Vivi feliz como uma máquina de lavar roupas...
Acordei! Percebi que era mais que uma máquina
Fiquei feliz?
Não sei, mas posso dizer
Que infeliz também não estou
Útil, triste adjetivo inútil.
máquina, sei que não mais sou,
por isso,
nesta busca estou!
Preciso me comportar como uma adulta, porque é isso que eu sou. Amarei sim, amarei quando for verdadeiro, mas enquanto isso não chega, prefiro não amar ninguém. Não quero me envolver, porque no fundo, sei que essa pose de mulher-madura-super-ultra-mega-resolvida acaba. Se eu me iludir, me sentirei como se eu tivesse novamente treze, catorze anos. E eu cansei de procurar alguma motivação para poder ser feliz, para ser completa.
O salto me faz parecer alta, mas continuo baixa, ainda sou baixa. Me dá uma vontade irracional de ligar para você e dizer que olha, estou dançando conforme a vida. A maquiagem consegue finalmente disfarçar as minhas olheiras, e o meu luto.
Errei feio
Pensei que sou forte
Azar ou sorte?
Não sais da minha mente
Passado ou presente?
Sei que me declarei tarde
Surpriender - te ou decepcionarte?
Não te percebí!!! e fiquei com receio
Acertei ou errei feio?!!!
Eu não sou como um brinquedo que pode ser consertado toda vez que é quebrado, eu nunca vou funcionar direito.
RAPARIGA é o teu nome
Rapariga é o teu nome
Me diz que sou teu homem
Não vou te procurar
Nem quero saber onde está
Teu nome é rapariga
O meu é vagabundo
Não te levo nessa vida
Tu não cabe no meu mundo
Uma rapariga
Um copo de batida
Uma dose de montila
Antes da tua partida, dessa vida corrigida
Raperiga expressiva
Comnunicativa
As vezes; introspectiva
Outras; corrosiva
Nada mais que uma rapariga
Quem eu sou?
Quem eu sou?
A voz da incerteza...os olhos da escuridão?
Semente que não germina, amor que se corroe?
Quem eu sou?
Sou luz, fogo ou perdão?
Não sou muito, nem sei quem sou!
Quisera ser uma estrela,admirada por alguém nas belas noites...
Uma em meio há milhares, mas com brilhor intenso, e certeza que seu destino é brilhar, brilhar até o fim!
Não me venha com essas desculpas de que 'aah, fazer o quê, eu sou apaixonada por aquele cafajeste', claro que você consegue, que você pode. Esse garoto aí, esse mesmo em quem você pensou, ele não é metade das coisas que você faz, não mesmo. Ele provavelmente nem sabe a data do aniversário daquele melhor amigo ou dos pais. E você ainda se importa com ele.
O Azar da Própria sorte.
Para meu Irmão Helder (Dereco).
Sou forte,...
Mas ante a morte...
Faltou-me Sorte,
E enfim, não mais forte.
Sou fraco. Sem sorte, venceu-me a morte,
E os amigos?
Estes sim! Restaram
Choraram minha partida.
Sem sorte e de braços dados com a morte,
Pois só ela faz fraco o forte e do azar a própria sorte.
Na foto: Leonardo Batista e seu Pai, Helder Miranda Rocha no curso de formação de
Vigilante
Para todos os meus amigos/irmãos que não se decidiram a largar o vicio do cigarro.
Meu irmão Faleceu dia 20 do mês de fevereiro deste ano de 2011 devido a complicações cardíacas devido ao cigarro
O cigarro não mata a todos, mas a alguns, será que você vai ficar a esperar para saber se será um dos "todos" ou do "alguns"? ou seja, a próxima vitima!
Ele deixou quatro irmãos, cinco irmãs e quatro filhos, muitas lembraças e uma saudade eterna.
Pensem nisso!
Dizes que sou a flor do amor?
Sou apenas uma singela margarida,
desfolhada com o maior ardor,
no bem e mal me quer da vida.
O que será da rosa assim preterida?
Ela que ostenta a beleza e o frescor
em cores e perfumes. Sempre querida
pelos amantes como amorosa flor.
E o que dirá a orquídea assim esquecida?
Que somente ela, em formato e delicadeza
tem a primazia de ser pelo amor escolhida.
E nem a violeta com a sua graça e singeleza,
estará a salvo da disputa amorosa e descabida.
Todas elas são do amor, o protótipo da beleza.
Sou pó
Às vezes te acho tão engraçado
No modelo do cotidiano,
Você sempre me mostra mil facetas
Multifacetadas.
Engraçado a forma de amor que você me propõe.
Acho que cansei de pantomimas.
Cansei de fechar os olhos pro “você”,
Que enxergo tão bem,
Que mora na ponta do meu nariz.
Estou frágil como pó,
E hoje tudo foi pelo vento.
Meus pensamentos estão no ar,
No teu, no nosso
Sou pó!
E vou pelo vento, espalhada pela ventania de amores.
Sou pó!
E o que me resta é voar,
Voou sobre tua respiração
Tentando crer, ver...
Um dia aguardo que você me inale
Pra ser mais que químico em você.
Sou o orfanato de amores sem pais.
Sou o asilo de esperanças,
que morrem de tão velhas.
Sou o final ininterrupto
das coisas que tem que findar.
Sou o fim, que logo procede o começo.
- Como você consegue lidar com as coisas assim, tão facilmente?
Não é bem assim, acho que sou boa em esconder, para evitar explicações, só isso.
