Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
A prova que o crente pode vir a responder por alguns do seus pecados (Más obras) está em 2 a Timóteo 4:9-18. Paulo queixa-se de Alexandre e apela para que o crente Alexandre receba da parte de Deus, segundo os seus pecados ( obras).
Também diz que todos o desamparam na sua primeira defesa. E apela ao Senhor para que essas más obras não lhes sejam imputadas. O que quer dizer que caso contrário poderiam ser imputadas.
Também Paulo diz que o Senhor o livrará de toda a má obra (Pecado) e que o levará salvo para o seu reino celestial.
Procura vir ter comigo depressa, 10 Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica, Crescente para Galácia, Tito para Dalmácia. 11 Só Lucas está comigo. Toma Marcos, e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério. 12 Também enviei Tíquico a Éfeso. 13 Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos. 14 Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras. 15 Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras. 16 Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado. 17 Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão. 18 E o Senhor me livrará de toda a má obra, e guardar-me-á para o seu reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. AméQm. 19 Saúda a Prisca e a Áquila, e à casa de Onesíforo. 20 Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto. II Timóteo 4:9-20
Vencido
Por que Deus não destrói assim de repente todos os seus inimigos? Era mais fácil tudo! Simplesmente porque não pode ser assim, nem convém que assim seja.
Jesus podia muito bem, ter descido da cruz; mas não podia ser assim, era necessário Cristo morrer por nós, podia muito bem ter morto Lúcifer; podia muito bem ter vencido os judeus, os romanos e todos os seus inimigos de hoje.
Mas não pode ser assim, porque para tudo tem um tempo. Precisamente para dar ao inimigo a ideia de que pode ganhar; precisamente para mostrar aos crentes que eles têm que sofrer por causa do Senhor.
Enfim há um tempo para tudo. Como diz em I aos Coríntios capítulo 15 " Convém que Jesus reine até que haja vencido todos os seus inimigos... ora o último inimigo a vencer é a morte”. As coisas não podem ser de qualquer forma, pois as potestades dos céus, são poderosas e é no momento certo que elas podem ser vencidas.
Por exemplo para dar vitória a Israel como nação, ainda não foi o tempo. Deus é que sabe o tempo próprio, para essa vitória. O porquê de tudo Isto é porque ele é simplesmente o Soberano. Ele é que sabe quando é o tempo!
Jesus Cristo
Os profetas Elias e Eliseu, nos seus ministérios, começaram fazer aquilo que Jesus Cristo continuou e concluiu! Foram profetas que num certo sentido apresentaram o Messias ao mundo. Como João Batista apresentou Jesus Cristo ao mundo; Estes dois começaram essa apresentação de Jesus Cristo!
Defender
Como posso eu defender igrejas locais que abandonaram, os seus membros, e nunca os visitam? Estando eles doentes em uma instituição? E muito mais há para dizer! Eu só peço aos irmãos que não me obriguem a eu falar. Porque eu falando, só faço mal a mim próprio. E apelo a que não me julguem de ânimo leve. Que ninguém me julgue! Pois há muito para dizer!
temos em parte flor-Rosa dentro de Si e cabe a cada um usar seus espinhos com sabedoria; nossos espinhos podem nos proteger dos predadores ou ferir inocentes.
Estes são os detalhes,
Mensagens Subliminares,
Partes do infinito
E dos seus lugares.
Detalhes Subliminares.
Eu gosto de você
E vou lhe convencer,
Seguirei seus passos,
Pra mim é Deus no céu
E Você em meus braços.
Hoje o pastor só vai de importado, rolex dourado,
Está Ampliando seus templos,
Não aceita ser importunado,
Com problemas pequenos.
Há de Vir o que Advém
Se tu quiseres hei de querer também,
Submeter-me-ei a seus termos passionais.
Farei tudo o que lhe convém,
Como vem comover, como vais...
Ser a vela em meus castiçais,
Será vela quando navegais,
Dentre as algas dos corais.
Se tu quiseres serei hélice quando voares,
Serei asas enquanto planares,
Sereia minha, água em meu aquário,
Sobre os planaltos elevados, receptor e emissário.
Serei Lince rasgando a neve,
No extremo do hemisfério.
Serás Alícia e serei seu coelho,
Guiando-a no chamariz das maravilhas.
Leve a sério, minha querida,
Imperatriz entre as orquídeas,
Duas passagens pras Antilhas,
Só de ida. Nossa ida.
Se tu quiseres sacrificarei meus compromissos,
Quando me chamarem serei omisso,
Somente a você responderei.
Corresponderei a qualquer gesto.
Ao piscar os cílios tu me resgata.
Farei campana, armarei protesto,
Escalando seu quarto, encenando a serenata.
Ansiarei na enseada avistar-te,
Dia, noite e madrugada, até despontar-te.
Voando baixo, flutuando alto,
Fluindo no fluxo fático,
Fatídico e provável,
Verídico enganável.
Se tu quiseres serei diálogo em seus quadrinhos.
Um quadro moldurado, descanso pros quadris,
Degraus em sua escada; padrinho, noivo e juiz.
Tantas palavras difíceis
Foram com muita dificuldade,
Alinhadas em pé de igualdade,
Com a única finalidade de dizeres:
- Ainda que não me queiras,
Farei tudo o que quiseres !
Contanto que me permita
A condição de verdes;
Verdes como as árvores,
Verdes como a esperança,
Plantada na lembrança
E cultivada a fim de brotar.
Se tu quiseres hei de querer também,
Há de vir o que advém !
Se tu quiseres hei de querer também,
Submeter-me-ei a seus termos passionais.
Farei tudo o que lhe convém,
Como vem comover, como vais...
Se tu quiseres serei diálogo em seus quadrinhos.
Um quadro moldurado, descanso pros quadris,
Degraus em sua escada; padrinho, noivo e juiz.
Lavou seu rosto na bacia,
Escovou os dentes,
Arrumou seus lençóis,
Calçou os sapatos de feltro,
Após colocar as meias de algodão,
Seus tornozelos doloridos,
Um repuxão, devido à queda do balanço.
Mas surgia um novo dia,
Ela enrolou seu lenço no pescoço,
Um desjejum de algumas delícias.
Mamãe abotoou a gola de linho,
Penteou seus cabelos, fez carícias,
Regou as plantas com carinho.
Em um Império remoto,
Longe de qualquer progresso,
Imperava um Imperador,
Temido por seus excessos.
Seus domínios extensos,
Das pastagens à cordilheira,
Não serviram de aperitivo,
Ao cruzar com a borralheira.
Como fora ensinado por seus antepassados, no longínquo Reino de Túrrilas de Árbara, era preciso resistir. O veneno da lança atravessada em seu tórax, descendia de uma planta maligna, de tempos antigos, seria incurável em qualquer outra região do mundo conhecido, mas naquele local sagrado, existia uma única planta capaz de salvá-lo.
Seus últimos pensamentos eram alimentados com esforço sobre-humano, sendo voltados à sua amada Lorelayne Grantelás. Fez o impossível para visualizá-la, em sua forma mais doce e conseguiu. Ela cantarolava em médio tom à capela, enquanto separava os melhores grãos da cevada em uma vasilha argilosa e os demais descartava numa tapeçaria tecida em junco; junto dela sua pequenina filha e herdeira Chrysanthemun.
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