Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Pela cor e o brilho dos seus olhos, dá pra ver que não consegue enxergar nada, a não ser minha imagem, refletida nos seus pensamentos mais sacanas.
Pelo seu andar, dá pra enxergar que tá difícil caminhar sem minhas mãos pra te guiar. Sem meu carinho pra te relaxar, sem meu calor pra lhe tirar do frio, que entra pela porta que você deixou aberta ao sair.
Mas, calma! Eu tô voltando. Pra te fazer aguentar meu mau-humor de manhã, minhas piadas, que de tão sem graça, nos faz chorar de rir. Te fazer aguentar minhas bebedeiras, que de tão sadias, me tiram da depressão. Ou, minhas frases de efeito, sempre com um gole de humor. Ou, o meu egocentrismo sádico, que eu sei que você odeia, mas faço questão de te fazer odiar cada vez mais.
Eu tô voltando! Mas, não se iluda. Eu sou meio assim, de lua, às vezes durmo em casa, às vezes na rua. E depois, quando o sol da manhã entrar pela sua janela, com certeza eu já fui embora. É meu jeito, não tem jeito, não dá pra mudar, e você sabe disso. Mas até parece que gosta, apesar de não te fazer bem.
Na verdade, eu não sei bem porque nunca escrevi nada pra você. Tive mil e um motivos pra te escrever uma canção, uma poesia ou algum texto que te fizesse emocionar-se. Ou não. Já escrevi textos e poesias pra pessoas que mereceram muito menos, mas pra você, incrível, ainda não havia conseguido. Mas, agora, pode se orgulhar de ter um. E, um dia, eu sei e você também sabe, que é só isso o que você vai ter. Mas, já vai ser o suficiente, e até um pouco mais que isso. Quando se cansar. E for embora antes de mim."
Punhal
O mesmo punhal que te crava
Te trava
Te entreva
Te enerva
Te prende no precipício
Deixando de lembrança alguns resquícios, vícios
De quebra, te quebra
Dilacera
Não te espera, te desespera
Mata sem dó nem piedade
Lento, torturante
Com requintes de crueldade
Vai rasgando, vai profundo
Pega na alma, vai mais fundo
Perde-se o fogo, perde-se a luz
O fio da meada já não me conduz
Detona, explode, queima, fatal
A parte em mil pedaços num arroubo brutal
Corpus Politicus
Meu corpo
Meu templo sagrado de espiritualidade e ação
O corpo que grita
O corpo que sente
O corpo de razão e emoção
Corpo cravejado de facas
De balas
Apedrejado, às claras
É só um corpo
Não, é mais que isso
Um protesto são
Um brado retumbante que não é em vão
O florescer da mudança em pintura e criação
Todos os meus poros lutam comigo
Minha intuição me orienta, eu só sigo
Eu bato, apanho
Me levanto, me jogo, não me acanho
Minha pele reflete, espelha, expõe pra você saber
Estes malditos, doentes e sedentos por poder
Meu corpo é só meu
Meu corpo carrega marcas
Meu corpo carrega histórias
Derrotas e vitórias
O prometido e não cumprido
O falado e esquecido...
Corpo grita...
Corpo brada...
Ferido...
Esquecido...
Esculpido...
Foge Comigo
Foge comigo
Esquece do mundo
Que eu te darei
O amor mais profundo
Por você eu largo tudo
E embarco em sua aventura
A gente viaja pelo mundo
E eu vou junto nessa loucura
Eu viajo nesses teus olhos
E nesse teu sorriso
Bom mesmo é ouvir tua voz
E o som do teu riso
Eternamente aventureiros
Inefável paixão
Tudo fica mais bonito
Quando pego na sua mão
Pretexto
Inventei uma historinha
Pra poder te encontrar
Uma historinha pra poder te dizer
Que é ao seu lado que eu quero estar
Procurei por toda a parte
Os seus lindos cabelos ruivos
E driblei, sem hesitar
Todos os olhares turvos
Arranjei um pretexto
Pra você me decifrar
Pois eu sou um quebra-cabeça
Bem difícil de montar
Peguei o violão e tentei escrever
Uma canção que pudesse te mostrar
Tudo que eu sempre quis te dizer
E nunca soube expressar
Sua Mente
Posso não ser cartomante
Nem adepto de quiromancia
Mas eu leio a sua mente
Com toques de magia
Te desvendo por inteiro
E descubro os teus segredos
Vejo todos os teus mistérios
Até os maiores medos
Não preciso de bola de cristal
Pra ver o que se passa com você
Eu só olho nos teus olhos
Nem precisa me dizer
Quanto mais você se esconde
Mais eu procuro te achar
Esse amor cruel me invade
E me faz por teu nome clamar
Gritei aos quatro ventos
Sem vergonha de assumir
Eu não sei definir o nome
Do que você me faz sentir
Turbilhão
Hoje eu chorei para as paredes
O meu mundo que desabou
Mas logo enxuguei as lágrimas
Pra não perceberem como estou
Minha vida anda tão dura
E eu tão cansado
Estou até perdendo o sono
E estou meio desligado
Desabafei com as poltronas
Minhas angústias e aflições
Dentro de mim há batalhas
Centenas de insurreições
Um turbilhão de sentimentos
Muito peso só pra mim
Tanto tempo sem sossego
Parece estar longe do fim
Marcada, calada, benévola, agrilhoada
Pode ser que eu seja tola
Desajeitada
Eu diria que nunca tentei ser mais
Não que eu não quisesse...Sei lá.
Talvez eu seja pequena
Um ser humano chato, até tacanho
Sem valor, sem importância
Reduzi-me a nada
Calada
Marcada
Nunca fui amada
Minha vida sempre foi um deserto
Seco. Só isso, de certo.
Mas a estrela, enfim, brilhou
Hoje o mundo me notou
Fui arrancada de supetão
Daquela triste solidão
Daquele mundo cruel, então.
Os pais fornecem um modelo do que significa ser um homem. Quando nós os perdemos, é como se perdêssemos o paradigma da masculinidade.
O lance dos obstáculos é que você tem uma escolha. Você pode encará-los como entrave ou como presente. Eles são ou empecilhos ou trampolins.
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